Num dia 09 de agosto, do ano de 1908, morre no Estado do Acre o gaúcho de São Gabriel, Plácido de Castro, famoso rio-grandense a quem o Brasil deve a conquista daquela parte do nosso país.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
PACIÊNCIA
Para mim um dos maiores gênios da humanidade foi o inventor do calendário. Só que, na minha opinião, como acontece até com os gênios, ele cometeu um grave erro que foi o de ter criado a segunda-feira. Poderia ter pulado de domingo para terça. Não sei se ocorre com vocês mas a segunda me pega ranzinza e sem paciência. Por este motivo, seguidamente leio o texto abaixo, de autoria do jornalista Arnaldo Jabor e... acabo me acalmando e levando o começo da semana numa boa. Leiam, pode ser que tal escrito venha a ajudá-los. PACIÊNCIA
Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma 'lady' solta palavrões e berros que lembram as antigas 'trabalhadoras do cais'... E o bem comportado executivo? O 'cavalheiro' se transforma numa 'besta selvagem' no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma 'mala sem alça'. Aquela velha amiga uma 'alça sem mala', o emprego uma tortura, a escola uma chatice. O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado... Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta. Pergunte para alguém, que você saiba que é 'ansioso demais' onde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida?
Por muito pouco a madame que parece uma 'lady' solta palavrões e berros que lembram as antigas 'trabalhadoras do cais'... E o bem comportado executivo? O 'cavalheiro' se transforma numa 'besta selvagem' no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma 'mala sem alça'. Aquela velha amiga uma 'alça sem mala', o emprego uma tortura, a escola uma chatice. O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado... Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta. Pergunte para alguém, que você saiba que é 'ansioso demais' onde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você?
Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para quê?
Por quem?
Seu coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia, vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...
NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL.
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA.
Foto: Alfonso Abraham
Texto: Arnaldo Jabor
Colaboração: Beto Sales
Postado por
Léo
VENCEDORAS DO FESTIVAL GUYANUBA
A música "Quando o céu chora a saudade", de Rômulo Chaves e Nilton Ferreira, é a grande vencedora da 20.ª Guyanuba da Canção Nativa, que encerrou-se por volta da 1 hora da madrugada desta segunda-feira no Ginásio Municipal Kurashiki, em Sapucaia do Sul.
A comemoração pelos 20 anos do festival teve casa cheia, belos shows e também homenagem da Coxilha Nativista, de Cruz Alta. O secretário de Cultura de Cruz Alta, Alex Délla Méa entregou uma placa parabenizando a comissão organizadora da Guyanuba, que teve à frente o produtor cultural Dorval Dias e o secretário de Cultura e Turismo de Sapucaia, Adriano Mazzuchello.
E ai vai, em primeiríssima mão no ABC do Gaúcho, a relação das campeãs:
-1º lugar: Quando o céu chora a saudade, de Rômulo Chaves e Nilton Ferreira - Palmeira das Missões, com Nilton Ferreira
-2º lugar: Gateada frente aberta, de Telmo de Lima Freitas - Porto Alegre, com Flávio Hansen
-3º lugar: De versos e prosas, de Carlos Moacir Pinto Rodrigues e Beto Caetano - Porto Alegre, com João de Almeida Neto
-Melhor intérprete: Flávio Hansen em Rio andejo e Gateada frente aberta
-Melhor instrumentista: acordeonista Elias Rezente em Jeito Gaúcho e Quando o céu chora a saudade
-Melhor música Regional: Sou Eu, de Rodrigo Morales - São Leopoldo, com Ariane Winck
-Música mais popular: Zeca Muleiro, de Hermes R. Lopes e Érlon Péricles - Porto Alegre, com Cristiano Quevedo
*13.ª Guyanuba Piá:
*Fase Piazito
-1.º lugar: Larissa Brito, de São Leopoldo, com Duende musiqueiro
-2º lugar: João Victor dos Santos, de Novo Hamburgo, com Tropeiro velho,
*Fase Piá
-1º lugar: Maiquel Filho, de Camaquã, com Arranchado
-2º lugar: Ingrid Wink, de Sapucaia do Sul, com Poema não escrito,
Autor do texto - Tânia Goulart / www.jornalnh.com.br/abcdogaucho. (na opinião deste blog um dos sites mais atualizados e informativos em matéria de festivais)
TWITTER: Siga o blog no twitter: www.twitter.com/abcdogaucho
A comemoração pelos 20 anos do festival teve casa cheia, belos shows e também homenagem da Coxilha Nativista, de Cruz Alta. O secretário de Cultura de Cruz Alta, Alex Délla Méa entregou uma placa parabenizando a comissão organizadora da Guyanuba, que teve à frente o produtor cultural Dorval Dias e o secretário de Cultura e Turismo de Sapucaia, Adriano Mazzuchello.
E ai vai, em primeiríssima mão no ABC do Gaúcho, a relação das campeãs:
-1º lugar: Quando o céu chora a saudade, de Rômulo Chaves e Nilton Ferreira - Palmeira das Missões, com Nilton Ferreira
-2º lugar: Gateada frente aberta, de Telmo de Lima Freitas - Porto Alegre, com Flávio Hansen
-3º lugar: De versos e prosas, de Carlos Moacir Pinto Rodrigues e Beto Caetano - Porto Alegre, com João de Almeida Neto
-Melhor intérprete: Flávio Hansen em Rio andejo e Gateada frente aberta
-Melhor instrumentista: acordeonista Elias Rezente em Jeito Gaúcho e Quando o céu chora a saudade
-Melhor música Regional: Sou Eu, de Rodrigo Morales - São Leopoldo, com Ariane Winck
-Música mais popular: Zeca Muleiro, de Hermes R. Lopes e Érlon Péricles - Porto Alegre, com Cristiano Quevedo
*13.ª Guyanuba Piá:
*Fase Piazito
-1.º lugar: Larissa Brito, de São Leopoldo, com Duende musiqueiro
-2º lugar: João Victor dos Santos, de Novo Hamburgo, com Tropeiro velho,
*Fase Piá
-1º lugar: Maiquel Filho, de Camaquã, com Arranchado
-2º lugar: Ingrid Wink, de Sapucaia do Sul, com Poema não escrito,
Autor do texto - Tânia Goulart / www.jornalnh.com.br/abcdogaucho. (na opinião deste blog um dos sites mais atualizados e informativos em matéria de festivais)
TWITTER: Siga o blog no twitter: www.twitter.com/abcdogaucho
Postado por
Léo
domingo, 8 de agosto de 2010
MEU PAI E EU

Com esta foto, já amarelada pelo tempo e marcas de dobras por andar na minha carteira, retratando a imagem do meu velho Pai, Bernardino de Souza, que tanta falta me faz (hoje vou subir a serra para rezar um Pai Nosso diante de sua morada eterna pois isto me reconforta), e com este poema intitulado Meu Pai e Eu, do também saudoso Antônio Augusto "Tocaio" Ferreira quero homenagear todos os pais leitores deste blog. Nós pais, somos por demais importantes para a estrutura da familia. Importância esta que talvez nem a gente imagine. Um bom domingo dos pais!
Eu fui criado assim, gato selvagem,
Nos arredores da cidadezinha,
Guri sempre fugido pros potreiros
Onde pastavam vacas e cavalos,
E eu por eles já sentia estima
E esse fascínio que até hoje sinto.
Nenhum cuidado me zelava a vida,
Queria era viver a liberdade,
E aprendi a defender-me dos perigos
Por puro instinto.
A importante pessoa dessa infância
Foi meu pai.
Mas meu pai era assim, a Lei, o aço,
O que não transigia em meus deveres.
Só sabe Deus o que terá passado
Em sua vida pobre. O sofrimento
Como que o dotara de uma carapaça
Que o fazia parecer imune á fome e á sede,
Pra que moldasse o corpo em argamassa.
Hoje penso que a força da cobrança
Ensinou-me a esgrimir contra a parede.
As suas bondades
Eram dissimuladas aos meus olhos,
Que só viam duro, teso e forte.
Pra mim, meu pai era um palanque
Assentado à frente do meu rancho,
Insencível ao frio e ao cansaço,
Incapaz de desviar-se do seu Norte.
Nem nas amargas maldizia a vida,
Nunca lhe ouvimos uma voz de queixa.
Pois não se permitia comiseração.
Muito ao contrario, reagia duro;
A vida é luta, vence o mais capaz,
O que mais suar sobre seu eito,
O que mais cedo madrugar.
Em pequeno, muito vagamente,
Lembro seu colo,
Substituindo a mãe, que já se fora.
Mas essa imagem me é tão remota
Que raras vezes a reconstituo.
O tempo que me vem mais à memória
É o do guri que, mal a lei saía,
Largava tudo pra voar na rua.
Eu amava meu pai e não sabia,
Ou, se sabia,
Tratava de ocultá-lo de mim mesmo.
As manifestações de afeto familiares
Pareciam perturbar-me a natureza.
Eu era apenas um menino
Que se omitia em demonstrar ternura
Temendo que algum gesto de carinho
Pudesse confundir-se com fraqueza.
Havia vezes em que eu o odiava
e o rejeitava, ao me sentir sozinho,
porque cobrava cada ato falho,
porque ralhava contra qualquer falta
que pudesse levar-me ao descaminho.
As palavras de meu pai eram tais ordens
Que se devia cumprir de qualquer jeito.
Dessas palavras e dos gestos fortes
Ficou-me para sempre esse preceito
Do amor ao trabalho e a família.
Mas, o trabalho nestes longos tempos,
Era de sol à sol.
Áspera trilha, que se devia abrir
com toda força, e renovado vigor.
A cada dia a vida inteira.
Já a família se agrandava muito,
Toda a pobreza era irmãmente repartida
E a dor e a enfermidade,
Eram veladas em conjunto.
A cada filho que se emancipava
Suando seu salário,
O tratamento de meu pai ficava ameno,
Talvez mais doce, um pouco mais sereno,
Mas a cobrança seguia ao necessário.
Nunca o vi chorar.
Seus sentimentos eram tão serrados
Que foi preciso me fizesse homem
Pra desvendar o seu amor imenso.
Esta descoberta veio aos poucos,
A idade chegara para todos,
A lei passou então a ser mais branda
E o cuidado talvez menos intenso.
Eu que me fiz adulto antes do tempo,
Saí de casa como um filho sai,
Sem saber o quanto a rua me ensinara
Nem atinar a força da argamassa
Que herdara de meu pai.
Nem eu mesmo sabia de que pedra
Eu era feito. Tinha meus sonhos
E a insegurança daquele que começa,
Quando atirei a vida sobre os ombros
E parti para o mundo a me provar.
O medo de ser frouxo me assustava;
Eu sabia que atrás de cada esgrima
Havia uma parede que não me deixava recuar.
Hoje a vida passou, vou cerro a baixo,
O corpo vai sofrendo seus estragos,
Mas me alegra saber que o coração
é pedra doce- fácil de amoldar,
mas que sofre sozinho nos seus medos
e jamais reparte seus fracassos,
pois não lhe permitem nunca o direito de chorar.
É nessas horas
Que meu velho volta e me levanta na palavra:
Assim é a vida, só vence quem lutar.
Aperta o coração, afirma o braço,
Ergue a cabeça e segue em frente.
Lá é teu lugar.
Eu fui criado assim, gato selvagem,
Nos arredores da cidadezinha,
Guri sempre fugido pros potreiros
Onde pastavam vacas e cavalos,
E eu por eles já sentia estima
E esse fascínio que até hoje sinto.
Nenhum cuidado me zelava a vida,
Queria era viver a liberdade,
E aprendi a defender-me dos perigos
Por puro instinto.
A importante pessoa dessa infância
Foi meu pai.
Mas meu pai era assim, a Lei, o aço,
O que não transigia em meus deveres.
Só sabe Deus o que terá passado
Em sua vida pobre. O sofrimento
Como que o dotara de uma carapaça
Que o fazia parecer imune á fome e á sede,
Pra que moldasse o corpo em argamassa.
Hoje penso que a força da cobrança
Ensinou-me a esgrimir contra a parede.
As suas bondades
Eram dissimuladas aos meus olhos,
Que só viam duro, teso e forte.
Pra mim, meu pai era um palanque
Assentado à frente do meu rancho,
Insencível ao frio e ao cansaço,
Incapaz de desviar-se do seu Norte.
Nem nas amargas maldizia a vida,
Nunca lhe ouvimos uma voz de queixa.
Pois não se permitia comiseração.
Muito ao contrario, reagia duro;
A vida é luta, vence o mais capaz,
O que mais suar sobre seu eito,
O que mais cedo madrugar.
Em pequeno, muito vagamente,
Lembro seu colo,
Substituindo a mãe, que já se fora.
Mas essa imagem me é tão remota
Que raras vezes a reconstituo.
O tempo que me vem mais à memória
É o do guri que, mal a lei saía,
Largava tudo pra voar na rua.
Eu amava meu pai e não sabia,
Ou, se sabia,
Tratava de ocultá-lo de mim mesmo.
As manifestações de afeto familiares
Pareciam perturbar-me a natureza.
Eu era apenas um menino
Que se omitia em demonstrar ternura
Temendo que algum gesto de carinho
Pudesse confundir-se com fraqueza.
Havia vezes em que eu o odiava
e o rejeitava, ao me sentir sozinho,
porque cobrava cada ato falho,
porque ralhava contra qualquer falta
que pudesse levar-me ao descaminho.
As palavras de meu pai eram tais ordens
Que se devia cumprir de qualquer jeito.
Dessas palavras e dos gestos fortes
Ficou-me para sempre esse preceito
Do amor ao trabalho e a família.
Mas, o trabalho nestes longos tempos,
Era de sol à sol.
Áspera trilha, que se devia abrir
com toda força, e renovado vigor.
A cada dia a vida inteira.
Já a família se agrandava muito,
Toda a pobreza era irmãmente repartida
E a dor e a enfermidade,
Eram veladas em conjunto.
A cada filho que se emancipava
Suando seu salário,
O tratamento de meu pai ficava ameno,
Talvez mais doce, um pouco mais sereno,
Mas a cobrança seguia ao necessário.
Nunca o vi chorar.
Seus sentimentos eram tão serrados
Que foi preciso me fizesse homem
Pra desvendar o seu amor imenso.
Esta descoberta veio aos poucos,
A idade chegara para todos,
A lei passou então a ser mais branda
E o cuidado talvez menos intenso.
Eu que me fiz adulto antes do tempo,
Saí de casa como um filho sai,
Sem saber o quanto a rua me ensinara
Nem atinar a força da argamassa
Que herdara de meu pai.
Nem eu mesmo sabia de que pedra
Eu era feito. Tinha meus sonhos
E a insegurança daquele que começa,
Quando atirei a vida sobre os ombros
E parti para o mundo a me provar.
O medo de ser frouxo me assustava;
Eu sabia que atrás de cada esgrima
Havia uma parede que não me deixava recuar.
Hoje a vida passou, vou cerro a baixo,
O corpo vai sofrendo seus estragos,
Mas me alegra saber que o coração
é pedra doce- fácil de amoldar,
mas que sofre sozinho nos seus medos
e jamais reparte seus fracassos,
pois não lhe permitem nunca o direito de chorar.
É nessas horas
Que meu velho volta e me levanta na palavra:
Assim é a vida, só vence quem lutar.
Aperta o coração, afirma o braço,
Ergue a cabeça e segue em frente.
Lá é teu lugar.
Postado por
Léo
sábado, 7 de agosto de 2010
ESTÂNCIA TEM NOVO PRESIDENTE
José Machado Leal, ao centro, passou o comando da Estância da Poesia Crioula a Cândido Brasil, a direita da foto. Fraga Cirne, a esquerda é o 2º tesoureiro.
Acabo de chegar da reunião eleitoral que escolheu o novo Presidente da Estância da Poesia Crioula, entidade cultural com mais de cinqüenta anos que congrega os vates crioulos, chamada, carinhosamente, de Academia Chucra do Rio Grande.
Tive a honra de presidir o processo eletivo e tudo transcorreu dentro da maior normalidade. Foi elevado, por aclamação, o nome de Cândido Adalberto de Barros Brasil ao cargo máximo desta entidade que também já tive o prazer de presidir.
Cândido nasceu aos 29 dias de julho de 1969, em Porto Alegre, mas foi criado no "Triângulo Criuolo" de Nova Esperança do Sul, Santiago e Jaguari, no contra-forte das missões. Começou suas atividades culturais no Grupo de Nativismo e Folclore Couro Cru, de Nova Esperança do Sul. Foi um dos organizadores do festival Gruta em Canto, deste município. Lançou os livros Tropilhas de Sonhos e Nativo. Cândido Brasil é, também, Patrão do Piquete Chama Nativa do Grupo Hospitalar Conceição. Boa sorte, mano velho!
DIRETORIA DA ESTÂNCIA DA POESIA CRIOULA BIÊNIO 2010/2011
Presidente: Cândido Brasil
Vice-Presidente: Avelino Alexandre Collet
Secretário Geral: Léo Ribeiro de Souza
2º Secretário: Darcy Everton Dárgen
1º Tesoureiro: Sidnei Azambuja
2º Tesoureiro: Paulo Roberto de Fraga Cirne
Conselho Deliberativo: Paulo Zeni Araújo, Beatriz de Castro e Paulinho Pires
Conselho Fiscal: Luiz Alberto Ibarra, Sued Macedo e Dilmar Xavier da Paixão
Comissão Seletiva: Albeni Carmo de Oliveira, Jurema Chaves e José Machado Leal
2º Tesoureiro: Paulo Roberto de Fraga Cirne
Conselho Deliberativo: Paulo Zeni Araújo, Beatriz de Castro e Paulinho Pires
Conselho Fiscal: Luiz Alberto Ibarra, Sued Macedo e Dilmar Xavier da Paixão
Comissão Seletiva: Albeni Carmo de Oliveira, Jurema Chaves e José Machado Leal
Postado por
Léo
OUTRA DO MARKINHO
A gente fica mais contente que ganso novo em taipa de açude, que égua com dois potrilhos, quando uma postagem nossa é bem aceita e recebe elogios. Foi o caso da "paisagem européia no sul do Brasil", de sexta-feira. Não pelo escrito, que é apenas o registro, mas pela bela imagem do fotógrafo Markinho e pela remessa exclusiva para nosso blog pelo amigo Arão, gaúcho de alma, residindo pertinho de Florianópolis e levando pelo Estado vizinho o nosso tradicionalismo, de a cabresto. Obrigado Arão, parabéns Markinho e, para repetir a dose, publicamos outra linda imagem da nevasca pelas bandas de Urubici, SC.
Postado por
Léo
FARRAPOS ESTRANGEIROS

Gaúchos que moram no Exterior podem participar do documentário que o Núcleo de Especiais da RBS TV coloca no ar em 19 de setembro, na RBS TV, logo após o Teledomingo. Esse ano, o especial “Farrapos – Estrangeiros”, em homenagem ao 20 de setembro, vai enfocar as figuras importantes da Revolução Farroupilha vindas de outros países que marcaram a História no Rio Grande do Sul.
Mas o programa também terá a presença dos gaúchos que vivem longe mas preservam suas ligações com a terra de origem, sentem saudade do Rio Grande e mantém as tradições vivas. Para participar, basta gravar um vídeo relatando seus sentimentos pelo Rio Grande do Sul e o orgulho que sente por sua terra, pode cantar ou tocar o Hino Rio-Grandense, falar da saudade, relatar os encontros com outros gaúchos que vivem longe.
O programa “Farrapos – Estrangeiros”, com roteiro de Vinicius Cruxen, tem direção de Gilson Vargas. Coordenação de produção de Nice Sordi e direção geral de Gilberto Perin. Realização RBS TV Porto Alegre.
Postado por Mundo Gaúcho
Mas o programa também terá a presença dos gaúchos que vivem longe mas preservam suas ligações com a terra de origem, sentem saudade do Rio Grande e mantém as tradições vivas. Para participar, basta gravar um vídeo relatando seus sentimentos pelo Rio Grande do Sul e o orgulho que sente por sua terra, pode cantar ou tocar o Hino Rio-Grandense, falar da saudade, relatar os encontros com outros gaúchos que vivem longe.
O programa “Farrapos – Estrangeiros”, com roteiro de Vinicius Cruxen, tem direção de Gilson Vargas. Coordenação de produção de Nice Sordi e direção geral de Gilberto Perin. Realização RBS TV Porto Alegre.
Postado por Mundo Gaúcho
Postado por
Léo
TRADICIONALISMO EM VIAMÃO
Em cada cidade, localidade ou região do Rio Grande, temos áquelas pessoas que se destacam na preservação e divulgação dos costumes do sul. Pode ser na administração de uma entidade, na seara artística ou mesmo no campeirismo. Viamão, uma das Capitais Farroupilhas, é uma terra fértil no gauchismo e por alí temos várias pessoas labutando em prol das nossas tradições. Uma destas criaturas, gaudério por excelência, é o Valter Fraga Nunes, que gosta de uma cavalgada como piá gosta de caramelo. Quem quiser conhecer um pouco dos acontecimentos de bota e bombacha de Viamão, pode acessar nos links Tradição Gaúcha ou UTV, aqui no nosso blog, ou então contatar diretamente com o Valter pelo e-mail valternunes@gmail.com
Postado por
Léo
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
PAISAGEM EUROPÉIA NO SUL DO BRASIL
O flagrante acima poderia ter sido registrado nos Alpes Suiços, Austria, Hungria, enfim, no inverno europeu. Contudo, a linda imagem foi colhida pelo fotógrafo Markinho e enviada pelo amigo Arão em Urubici, Santa Catarina, durante uma nevasca desta semana. É o nosso Brasil brasileiro de zero a quarenta graus. Deus estava feliz quando criou essa terra!
Postado por
Léo
CONVITE E COLETÂNEA
Amigos autores
Depois do sucesso da primeira edição da Coletânea comemorativa do Jornal do Nativismo Ano 22 que contou com lançamentos em Porto Alegre, Bagé, Caçapava do Sul, Barreiras, Brasília, no Brasil; em San Clemente de Tuyu, Dolores e Mar del Plata, na Argentina e Montevidéu, no Uruguai, venho convidá-los a participar da segunda obra.
Estamos fechando a coletânea POESIA EM PROSA E POEMA comemorativa ano 23 do Jornal do Nativismo. Queremos lançar na semana farroupilha/2010, sem adiamento.
A grande maioria dos participantes do primeiro livro já confirmou para este. Falta sua resposta.
Já temos autores do Uruguai, Argentina, Peru, México e Chile. Estão para confirmar Portugal e Espanha.
As condições são as mesmas do ano passado, exceto o número de linhas por página que passou de 25 para 30 linhas.
Alguns tópicos:
A participação é cooperativada, portanto, o custo é dividido entre os participantes.
Da Participação:
- Os trabalhos participantes podem ser em poema ou em prosa poética.
- As obras passam por uma análise prévia para manter a qualidade do conteúdo do livro.
- Não há restrição de temas, contudo sugere-se abordagem cultural nativa do Rio Grande do Sul ou do local de residência do autor.
- Cada página deve ter no máximo 30 linhas.
- O custo da página é de R$ 50,00 (cinqüenta reais).
- Nesta edição o autor poderá colocar os dados currículares em quantas linhas julgar necessárias, haja vista que serão considerados os espaços do currículo e do texto poético ou narrativo para o fechamento das páginas. Optamos por esta decisão em virtude da maioria dos autores da primeira edição solicitarem mais espaço para difusão de seus feitos culturais, o que achamos pertinente.
- Cada participante recebe 03 livros por página contratada para si.
- O autor(a) deve fazer depósito bancário do valor referente a sua cota e enviar cópia do comprovante de depósito bancário para os citados endereços eletrônicos.
BANCO DO BRASIL - Agência: 1249-1 - Conta: 5.111- X – Nativismo Edit. E Produtora de Cultura Ltda.
- A inscrição só é considerada aceita após o email de resposta do Jornal do Nativismo ao autor, acusando o recebimento do material a ser publicado e o pagamento
- As obras devem ser digitados em word e enviados para coletanea@nativismo.com.br com cópia para antologia20anos@nativismo.com.br e nativismo@nativismo.com.br aos cuidados de Paulo de Freitas Mendonça.
Outras informações pelo telefone: (51) 9121 4270.
Paulo de Freitas Mendonça
Diretor
Depois do sucesso da primeira edição da Coletânea comemorativa do Jornal do Nativismo Ano 22 que contou com lançamentos em Porto Alegre, Bagé, Caçapava do Sul, Barreiras, Brasília, no Brasil; em San Clemente de Tuyu, Dolores e Mar del Plata, na Argentina e Montevidéu, no Uruguai, venho convidá-los a participar da segunda obra.
Estamos fechando a coletânea POESIA EM PROSA E POEMA comemorativa ano 23 do Jornal do Nativismo. Queremos lançar na semana farroupilha/2010, sem adiamento.
A grande maioria dos participantes do primeiro livro já confirmou para este. Falta sua resposta.
Já temos autores do Uruguai, Argentina, Peru, México e Chile. Estão para confirmar Portugal e Espanha.
As condições são as mesmas do ano passado, exceto o número de linhas por página que passou de 25 para 30 linhas.
Alguns tópicos:
A participação é cooperativada, portanto, o custo é dividido entre os participantes.
Da Participação:
- Os trabalhos participantes podem ser em poema ou em prosa poética.
- As obras passam por uma análise prévia para manter a qualidade do conteúdo do livro.
- Não há restrição de temas, contudo sugere-se abordagem cultural nativa do Rio Grande do Sul ou do local de residência do autor.
- Cada página deve ter no máximo 30 linhas.
- O custo da página é de R$ 50,00 (cinqüenta reais).
- Nesta edição o autor poderá colocar os dados currículares em quantas linhas julgar necessárias, haja vista que serão considerados os espaços do currículo e do texto poético ou narrativo para o fechamento das páginas. Optamos por esta decisão em virtude da maioria dos autores da primeira edição solicitarem mais espaço para difusão de seus feitos culturais, o que achamos pertinente.
- Cada participante recebe 03 livros por página contratada para si.
- O autor(a) deve fazer depósito bancário do valor referente a sua cota e enviar cópia do comprovante de depósito bancário para os citados endereços eletrônicos.
BANCO DO BRASIL - Agência: 1249-1 - Conta: 5.111- X – Nativismo Edit. E Produtora de Cultura Ltda.
- A inscrição só é considerada aceita após o email de resposta do Jornal do Nativismo ao autor, acusando o recebimento do material a ser publicado e o pagamento
- As obras devem ser digitados em word e enviados para coletanea@nativismo.com.br com cópia para antologia20anos@nativismo.com.br e nativismo@nativismo.com.br aos cuidados de Paulo de Freitas Mendonça.
Outras informações pelo telefone: (51) 9121 4270.
Paulo de Freitas Mendonça
Diretor
Postado por
Léo
ACAMPAMENTO FARROUPILHA EXTRAORDINÁRIO NA COPA DE 2014
Vereador Bernardino entregou ontem (03.08.2010) ao Secretário Municipal da Cultura Sergius Gonzaga e ao Prefeito José Fortunatti minuta de um projeto que pretende instituir o Acampamento Farroupilha Extraordinário durante a realização das competições da COPA do Mundo de 2014.
Ontem (03/08/2010) ocorreu a reunião tão esperada com o Secretário Municipal da Cultura Sergius Gonzaga e demais Sub-Secretários: Ana Fagundes e Vinicius Brum, nesta Casa Legislativa. Oportunidade em que foram apresentadas as cópias das notas fiscais, no que diz respeito à competência municipal nas palavras do Secretário.
O curioso foi que os representantes do MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho) e FCG (Fundação Cultural Gaúcha) chegaram à conclusão, após tanta “lambança”, de que eles não tem obrigação de prestarem contas. Esqueceram que já há uma prestação de contas que misturou verba de patrocínios (de origem municipal e estadual) e empresas privadas, além da locação de pontos comerciais de imóvel de propriedade do Município.
Todas as ditas promessas por eles feitas aos vereadores, e divulgadas amplamente na imprensa, foram sepultadas na opinião dos respeitáveis representantes dos Festejos Farroupilha.
Para nós Gaúchos foi um momento de pesar, por tudo que já foi dito. Porém, gostaria de ressaltar como positivo o reconhecimento do Secretário Municipal da Cultura sobre a necessidade de mudanças por parte da Secretaria perante o evento a partir de 2011.
Veja a íntegra da notícia no site:
http://www.vereadorbernardino.com.br/website/pages/regionalismo-gaucho/--noticias/acampamento-farroupilha-extraordinario-na-copa-de-2014.php
Ontem (03/08/2010) ocorreu a reunião tão esperada com o Secretário Municipal da Cultura Sergius Gonzaga e demais Sub-Secretários: Ana Fagundes e Vinicius Brum, nesta Casa Legislativa. Oportunidade em que foram apresentadas as cópias das notas fiscais, no que diz respeito à competência municipal nas palavras do Secretário.
O curioso foi que os representantes do MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho) e FCG (Fundação Cultural Gaúcha) chegaram à conclusão, após tanta “lambança”, de que eles não tem obrigação de prestarem contas. Esqueceram que já há uma prestação de contas que misturou verba de patrocínios (de origem municipal e estadual) e empresas privadas, além da locação de pontos comerciais de imóvel de propriedade do Município.
Todas as ditas promessas por eles feitas aos vereadores, e divulgadas amplamente na imprensa, foram sepultadas na opinião dos respeitáveis representantes dos Festejos Farroupilha.
Para nós Gaúchos foi um momento de pesar, por tudo que já foi dito. Porém, gostaria de ressaltar como positivo o reconhecimento do Secretário Municipal da Cultura sobre a necessidade de mudanças por parte da Secretaria perante o evento a partir de 2011.
Veja a íntegra da notícia no site:
http://www.vereadorbernardino.com.br/website/pages/regionalismo-gaucho/--noticias/acampamento-farroupilha-extraordinario-na-copa-de-2014.php
Postado por
Léo
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
ME ACLIMATANDO COM A COPA
I will wash the mare = Vou lavar a égua
Quem me conhece sabe que sou um índio meio arredio mas de fácil aclimatação com o ambiente em que vivo. Danço conforme a música. Se é preciso entrar no rio para dar de beber ao meu pingo, então, botamos os braços na água...
Com este sentimento é que ando me preparando para a copa do mundo aqui no Brasil. Mesmo destreinado, pois não vou estar falando inglês por estes fundos de campo com a passarada e com a criação, eu sou um taura "enjoado" nesta linguagem.
Para dar uma mãozinha para vocês, meus amigos, que pouco entendem do falatório dos gringos, vou repassar algumas frases que aprendi e que podem ser úteis quando toparem com algum "cawboy" pela frente. E nem precisam me agradecer!
a.) Is we in the tape! = É nóis na fita.
b.) Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua cara
c.) I am more I = Eu sou mais eu.
d.) Do you want a good-good? = Você quer um bom-bom?
e.) Not even come that it doesn't have! = Nem vem que não tem!
f.) She is full of nine o'clock = Ela é cheia de nove horas.
g.) I am completely bald of knowing it. = To careca de saber.
h.) Ooh! I burned my movie! = Oh! Queimei meu filme!
i.) I will wash the mare. = Vou lavar a égua.
j.) Go catch little coconuts! = Vai catar coquinho!
k.) If you run, the beast catches, if you stay the beast eats! = Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come!
l.) Before afternoon than never. = Antes tarde do que nunca.
m.) Take out the little horse from the rain = Tire o cavalinho da chuva.
n.) The cow went to the swamp. = A vaca foi pro brejo!
o.) To give one of John the Armless = Dar uma de João-sem-Braço.
Com este sentimento é que ando me preparando para a copa do mundo aqui no Brasil. Mesmo destreinado, pois não vou estar falando inglês por estes fundos de campo com a passarada e com a criação, eu sou um taura "enjoado" nesta linguagem.
Para dar uma mãozinha para vocês, meus amigos, que pouco entendem do falatório dos gringos, vou repassar algumas frases que aprendi e que podem ser úteis quando toparem com algum "cawboy" pela frente. E nem precisam me agradecer!
a.) Is we in the tape! = É nóis na fita.
b.) Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua cara
c.) I am more I = Eu sou mais eu.
d.) Do you want a good-good? = Você quer um bom-bom?
e.) Not even come that it doesn't have! = Nem vem que não tem!
f.) She is full of nine o'clock = Ela é cheia de nove horas.
g.) I am completely bald of knowing it. = To careca de saber.
h.) Ooh! I burned my movie! = Oh! Queimei meu filme!
i.) I will wash the mare. = Vou lavar a égua.
j.) Go catch little coconuts! = Vai catar coquinho!
k.) If you run, the beast catches, if you stay the beast eats! = Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come!
l.) Before afternoon than never. = Antes tarde do que nunca.
m.) Take out the little horse from the rain = Tire o cavalinho da chuva.
n.) The cow went to the swamp. = A vaca foi pro brejo!
o.) To give one of John the Armless = Dar uma de João-sem-Braço.
Postado por
Léo
CHASQUE DO VALDEMAR
4º ENESPA E 4º ENCONTRO REGIONAL
Bueno! A Coordenadoria da 1ª Região Tradicionalista do RS boleia a perna e convoca os patrões ou seus representantes legais e convida as demais prendas e os peões, para participar no dia 7 de agosto, do 4º ENESPA (Encontro de Estudos Dirigidos às Patronagens) na parte da manhã (9h). E na parte da tarde (14h), vai acontecer o 4º Encontro Regional de Patrões. Os dois eventos vão acontecer no galpão do CTG Caudilho Guaibense, que fica na Av. João Arnaldo Gonzales, 220, na COHAB Ruy Coelho Gonçalves, cidade de Guaíba. Informações com Coordenador da 1ª RT, Sr. To-mazzini pelo fone 051.8423.3508 ou pelo chasque eletrônico 1rt.tomazzini@gmail.com ou com Dirceu Shultz, Subcoordenador do Delta do Jacuí pelos fones 051.85269900 ou 051.9297.9075. Informações a respeito do ENESPA podem ser obtidas com Anápio Gomes, 2º Vice-Coordenador da 1ª RT pelo fone (51) 97118131 ou pelo e-mail enespa@1rtrs.com.br.
Bueno! A Coordenadoria da 1ª Região Tradicionalista do RS boleia a perna e convoca os patrões ou seus representantes legais e convida as demais prendas e os peões, para participar no dia 7 de agosto, do 4º ENESPA (Encontro de Estudos Dirigidos às Patronagens) na parte da manhã (9h). E na parte da tarde (14h), vai acontecer o 4º Encontro Regional de Patrões. Os dois eventos vão acontecer no galpão do CTG Caudilho Guaibense, que fica na Av. João Arnaldo Gonzales, 220, na COHAB Ruy Coelho Gonçalves, cidade de Guaíba. Informações com Coordenador da 1ª RT, Sr. To-mazzini pelo fone 051.8423.3508 ou pelo chasque eletrônico 1rt.tomazzini@gmail.com ou com Dirceu Shultz, Subcoordenador do Delta do Jacuí pelos fones 051.85269900 ou 051.9297.9075. Informações a respeito do ENESPA podem ser obtidas com Anápio Gomes, 2º Vice-Coordenador da 1ª RT pelo fone (51) 97118131 ou pelo e-mail enespa@1rtrs.com.br.
Valdemar Engroff
Postado por
Léo
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
VULTOS DA HISTÓRIA DE PASSO FUNDO

A Academia Passo-Fundense de Letras e o Projeto Passo Fundo convidam para a tarde de autógrafos da 2ª edição (revisada e ampliada) do livro "Vultos da História de Passo Fundo" dos escritores Welci Nascimento e Santina Rodrigues Dal Paz, dia 05 de agosto de 2010, quinta-feira, ás 15hs, no auditório da Academia (av Brasil Oeste, 7921), em Passo Fundo, RS.
Postado por
Léo
RELÓGIOS DO CORAÇÃO
Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.
Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário nos mostrar que eles ficaram por anos em nossas agendas.
Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.
Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na Terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.
E há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados da folhinha.
Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembrança de horas.
Há eventos que marcaram, e que duram para sempre, como o nascimento do filho, a morte do pai, a viagem inesquecível, um sonho realizado.
Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra "eternidade".
Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo.
Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz eu estava na ocasião.
O relógio do coração - hoje eu descubro - bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso. Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.
Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.
É olhar as rugas e não perceber a maturidade.
É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças da vida.
Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário nos mostrar que eles ficaram por anos em nossas agendas.
Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.
Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na Terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.
E há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados da folhinha.
Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembrança de horas.
Há eventos que marcaram, e que duram para sempre, como o nascimento do filho, a morte do pai, a viagem inesquecível, um sonho realizado.
Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra "eternidade".
Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo.
Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz eu estava na ocasião.
O relógio do coração - hoje eu descubro - bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso. Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.
Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.
É olhar as rugas e não perceber a maturidade.
É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças da vida.
Texto: Alexandre Pelegi
Gravura: Francisco Carlos da Silva
Postado por
Léo
VOLTEANDO DATAS

Anita Garibaldi. Heroína brasileira, nasceu em Morrinhos, SC, então município de Laguna, em 30 de agosto de 1821, filha de Bento Ribeiro de Silva e Maria Antônia de Jesus Antunes. Faleceu na Itália no dia 4 de agosto de 1849. Embora os pais de Anita fossem pobres, deram-lhe excelente educação. Casou-se em Laguna no ano de 1835 com Manuel Duarte de Aguiar. Quando surgiu a Revolução Farroupilha, deixou o seu marido e ligou-se a Giuseppe Garibaldi que a unira ao movimento. Deu o seu primeiro tiro de canhão, na Batalha de Laguna. Devido a oposição dos pais, Garibaldi raptou-a, indo regularizar o casamento em 26 de março de 1842, no Uruguai. Tornou-se uma companheira destemida do esposo, participando em seus combates, lutou pela unificação e libertação de Itália. Mais tarde viu-se sitiada pelas forças legalistas, conseguindo fugir. Nasceu o seu primeiro filho no dia 16 de setembro de 1840. Em 1847 Anita seguiu para a Itália levando seus três filhos. Reuniu-se a Garibaldi pouco depois em Nice. Tomou parte dos combates de Roma; os amotinadores foram obrigados a se retirarem em barcos de pesca, os quais a maior parte caiu em poder dos Austríacos. Porém o que conduzia o casal encalhou numa praia. Anita e Giuseppe com alguns companheiros abrigaram-se numa propriedade rural nas proximidades de Ravena. Anita teve o seu estado sensivelmente agravado pela febre tifóide, durante os combates em Roma, vindo a falecer antes de completar trinta anos de idade. Em sua memória ergueram vários monumentos no Brasil e na Itália. Seu nome de solteira: Ana Maria de Jesus Ribeiro.
Postado por
Léo
CAVALEIROS DO MERCOSUL
Dentro das comemorações dos 153 anos de emancipação de Passo Fundo, o Grupo Cultural e Tradicionalista Cavaleiros do Mercosul participou das atividades alusivas ao aniversário da cidade com uma cavalgada.
Capitaneados pelo Comandante Carlos Menegol o grupo de 20 cavalarianos se fez presente, às 14 horas do último dia 2 de Agosto, no Largo da Prefeitura na abertura da Semana do Município para prestigiar o evento e mostrar mais uma vez que os tradicionalistas são partícipes e colaboram nos festejos de tão significativa data.
O tradicionalismo é uma marca registrada em Passo Fundo e os Cavaleiros do Mercosul, há vários anos, representam os gaúchos na abertura da Semana do Município. Nem o frio marcante desta época do ano desanimou os cavaleiros a encilharem cedo seus cavalos, empunharem as bandeiras e com denodo cavalgarem desde o Largo até a Caravela no outro lado da cidade.
Colaboração: Hilton Araldi
Postado por
Léo
III TERTÚLIA MAÇÔNICA DA POESIA CRIOULA
O cantor Walter Moraes, crioulo da Palmeira das Missões, intérprete campeiraço, multi-vencedor nos festivais Rio Grande afora, fará o show da III Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula, festival poético que acontecerá no dia 24 de agosto, terça-feira, no Teatro Dante Baroni da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.O evento é uma promoção do Grupo Tradicionalista e Piquete Fraternidade Gaúcha, do Grande Oriente do Rio Grande do Sul. A entrada é um quilo de alimento não perecível.
Contamos com a presença de todos que apreciam a arte da poesia e a música galponeira de Walter Moraes.
Postado por
Léo
BRASIL DE BOMBACHAS
CTGs DE SÃO PAULO
Bailanta com João Luiz Correa no CTG União e Tradição, na cidade de Embu, São Paulo (notem que os pares estão "todos" pilchados) .
Avaré - CTG Caetano Castignani - Rodovia Castelo Branco Km 266 -corresp. p/ CP 05 - fone 14 722-1430 - CEP 18.700-970
Capão Bonito - CTG Essência Crioula - Rua 7 de Setembro 574 - fone 15 542-1474 - CEP 18300-000
Diadema - CTG Meu Pago - Est. Maria Cristina, 874 - Eldorado - Diadema - CEP: 09971-412 fone (11) 4358-1278 e-mail: ctgmeupago@ctgmeupago.com.br Site: www.ctgmeupago.com.br
Embu - CTG Saudade do Sul - Rua Alexandre Kadunk 1281 - CEP 06833-000 - fone 11.4704-6037 - email: cricroca@hotmail.com - URL http://www.ctgembudasartes.hpg.com.br
Embu - CTG União e Tradição - av Rosana 601 - alt. km 283 da BR-116 - fone 11.4704-6845 - CEP 06803-020
Itapetininga - CTG Tropeiro Boiadeiro - Rua Salvador Leme Brisola 326 - fone 15 271-1371 - CEP 18.200-000
Itapeva - CTG Paulina de Moraes - Rua Mario Brandini 775 - 15 535-1130 - CEP 18400-000
Jardinópolis - CTG Portal de Raízes - Av. Prefeito Newton Reis, s/n - Centro Esportivo - CEP 14.680-000 - fone (16) 3663-6699 - email: portalderaizes@convex.com.br - URL www.portalderaizes.org.br
Ourinhos - CTG Fronteira de Ouro - Rua Cristóvão Colombo 114 Cx. Postal 132 - fone 14 323-2873 - CEP 19900-000
Marília - CTG Querência Farroupilha - Av. Tiradentes. 1480 - fone 14 422-2690 - CEP 17519-000
Nova Campina - CTG Paulina de Morais - Recanto da Vovó Paulina S/N - CEP 18435-000 - fone 15.535-1130 - email: cacmvasconcelos@bol.com.br
Santa Cruz do Rio Pardo - CTG Liberdade - Rod. Orlando Quagliato KM 4 S/N - CEP 18900-000 - fone 14.372-1787
São José do Rio Preto - CTG 20 de Setembro - Rua Argentina 805 - 17 224-2107 - CEP 15055-290
São José dos Campos - CTG Saudades da Querência - Rua George Eastman 145 - fone 12 331-4581 - CEP 12236-000
São José dos Campos - CTG Sem Fronteiras - Praça Marechal Eduardo Gomes 50 - fone 12 341-7693 - CEP 12228-901
São Paulo - CTG Barbosa Lessa - Rua Baltazar Lisboa 426 - Vila Mariana - CEP 04110-061 - fone 11.3864-8654 - email: contato@ctgbarbosalessa.org.br
URL http://www.ctgbarbosalessa.org.br
São Paulo - CPF Lanceiros da Liberdade - Av. Antonio Sales Penteado 175 - Jd. Taboão - CEP 05.742-070 - fone 11.4701-6260 / 5845-2149 - e-mail: lanceiros@uol.com.br
Sorocaba - CTG Fronteira Aberta - Rua Salto de Pirapora 10 - Jardim Iguatemi - CEP 18085-440 - e-mail: ctgfronteiraaberta@bol.com.br
Bailanta com João Luiz Correa no CTG União e Tradição, na cidade de Embu, São Paulo (notem que os pares estão "todos" pilchados) .Avaré - CTG Caetano Castignani - Rodovia Castelo Branco Km 266 -corresp. p/ CP 05 - fone 14 722-1430 - CEP 18.700-970
Capão Bonito - CTG Essência Crioula - Rua 7 de Setembro 574 - fone 15 542-1474 - CEP 18300-000
Diadema - CTG Meu Pago - Est. Maria Cristina, 874 - Eldorado - Diadema - CEP: 09971-412 fone (11) 4358-1278 e-mail: ctgmeupago@ctgmeupago.com.br Site: www.ctgmeupago.com.br
Embu - CTG Saudade do Sul - Rua Alexandre Kadunk 1281 - CEP 06833-000 - fone 11.4704-6037 - email: cricroca@hotmail.com - URL http://www.ctgembudasartes.hpg.com.br
Embu - CTG União e Tradição - av Rosana 601 - alt. km 283 da BR-116 - fone 11.4704-6845 - CEP 06803-020
Itapetininga - CTG Tropeiro Boiadeiro - Rua Salvador Leme Brisola 326 - fone 15 271-1371 - CEP 18.200-000
Itapeva - CTG Paulina de Moraes - Rua Mario Brandini 775 - 15 535-1130 - CEP 18400-000
Jardinópolis - CTG Portal de Raízes - Av. Prefeito Newton Reis, s/n - Centro Esportivo - CEP 14.680-000 - fone (16) 3663-6699 - email: portalderaizes@convex.com.br - URL www.portalderaizes.org.br
Ourinhos - CTG Fronteira de Ouro - Rua Cristóvão Colombo 114 Cx. Postal 132 - fone 14 323-2873 - CEP 19900-000
Marília - CTG Querência Farroupilha - Av. Tiradentes. 1480 - fone 14 422-2690 - CEP 17519-000
Nova Campina - CTG Paulina de Morais - Recanto da Vovó Paulina S/N - CEP 18435-000 - fone 15.535-1130 - email: cacmvasconcelos@bol.com.br
Santa Cruz do Rio Pardo - CTG Liberdade - Rod. Orlando Quagliato KM 4 S/N - CEP 18900-000 - fone 14.372-1787
São José do Rio Preto - CTG 20 de Setembro - Rua Argentina 805 - 17 224-2107 - CEP 15055-290
São José dos Campos - CTG Saudades da Querência - Rua George Eastman 145 - fone 12 331-4581 - CEP 12236-000
São José dos Campos - CTG Sem Fronteiras - Praça Marechal Eduardo Gomes 50 - fone 12 341-7693 - CEP 12228-901
São Paulo - CTG Barbosa Lessa - Rua Baltazar Lisboa 426 - Vila Mariana - CEP 04110-061 - fone 11.3864-8654 - email: contato@ctgbarbosalessa.org.br
URL http://www.ctgbarbosalessa.org.br
São Paulo - CPF Lanceiros da Liberdade - Av. Antonio Sales Penteado 175 - Jd. Taboão - CEP 05.742-070 - fone 11.4701-6260 / 5845-2149 - e-mail: lanceiros@uol.com.br
Sorocaba - CTG Fronteira Aberta - Rua Salto de Pirapora 10 - Jardim Iguatemi - CEP 18085-440 - e-mail: ctgfronteiraaberta@bol.com.br
Postado por
Léo
terça-feira, 3 de agosto de 2010
CTG ALDEIA DOS ANJOS - GRAVATAI
A invernada mirim do CTG Aldeia dos Anjos nos dias 24 e 25 de julho, esteve em Santa Maria para participar do FESTMIRIM, trazendo os títulos de:1º lugar em Danças Tradicionais
Melhor Entrada
Melhor Saída
Melhor Torcida
1º Lugar em Declamação Masculino - Matheus Souza
Com este resultado a Mirim do CTG Aldeia dos Anjos, sagrou-se CAMPEÃ DO ESTADO em danças tradicionais e em janeiro de 2011 estará representando o Rio Grande do Sul, no FENART (Festival Nacional de Arte) que acontecerá na cidade de Triunfo.
Parabéns aos Coordenadores Ionara e Joelso, aos instrutores Helen e Tande, ao musical, ao Patrão Francisco Peretto, aos pais que torceram imensamente e principalmente ao Talentoso Grupo Mirim.
Fonte: Sítio Foco Gaúcho
Postado por Dpto. Com. Social - 1ª RT no Chasque de Primeira em 8/02/2010 05:50:00 PM
Postado por
Léo
NOVO CD DO GILDINHO
Esteve ontem no meu rancho, proseando e tomando uns mates, o grande poeta e compositor Dionísio Costa. Foi levar seu antigo CD (o outro já está no forno) e o mais recente trabalho do Gildinho. Saiu com um regalo: o poncho-pátria que eu havia lhe prometido. O Dionísio me deu a honra de uma parceria no CD do Gildinho, intitulada Destravando as "Junta".Em relação ao disco do líder dos Monarcas, posso dizer que é um dos melhores deste grande acordeonista. Reafirma a condição, ao lado do Porca Véia, de gaiteiro mais carismático do Rio Grande e sucessor do saudoso Honeyde Bertussi.
Entre xotes, vaneiras, valsas, contrapassos, o Gildinho vai firmando a bandeira do canto puro, da música de raiz, do versejar crioulo.
Parabéns, Gildinho, pela belíssima obra campeira que há de ficar ao alcance de minhas mãos para quando eu quiser matar as saudades das auroras morenas da minha terra.
Postado por
Léo
NOSSA TERRA - PALMEIRA DAS MISSÕES
Foto: Eduardo Coury A formação da cidade teve início na Praça da Vila Velha onde havia umas poucas casas, formando um agrupamento inicial conhecido originalmente por “Vilinha”, neste local a troca de mercadorias era fato consolidado, os ervateiros mantinham este hábito constante com os carreteiros que por ali passavam, o que, evidencia já desde antigamente a grande e antiga tradição de nossa terra, quando o assunto é erva-mate.
A 6 de maio de 1874, por decreto do então Governo da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, foi criado o município de Santo Antônio da Palmeira. Durante a revolução de 1923, diversos combates travaram-se no território de sua comuna. Em 4 de junho de 1923, os generais Mena Barreto e Leonel Rocha tentaram assaltar a cidade, sendo repelidos, após sangrento combate, pelo tenente-coronel Valzumiro Dutra. Em 5 de junho, nova tentativa é feita para tomar a localidade, mas sem resultado. Originou-se o nome de Palmeira de seguinte fato: antes da criação da comuna, existia no local onde hoje se encontra a principal paraça pública da cidade, uma grande palmeira, onde os viajantes faziam suas sesteadas. Em vista disso, começaram a chamar de Palmeira a incipiente povoação.
Carijo da Canção - Festival de música Nativista realizado anualmente no último final de semana do mês de maio em Palmeira das Missões – RS.
A idéia de criação do Festival surgiu no Congresso Tradicionalista realizado no Parque Municipal de Exposições, em janeiro de 1986. O evento foi efetivamente criado na gestão do então Prefeito Lourenço Ardenghi Filho, em 1986, cuja 1ª Edição realizou-se no mês de maio daquele ano. O Secretário de Cultura, Desporto e Turismo daquela época, também idealizador do Carijo era o Senhor Hermes Garcia dos Santos. O Patrono permanente do Festival, o historiador e escritor Professor Mozart Pereira Soares, que sugeriu o nome “Carijo”. O Primeiro Presidente foi o Senhor Wilmar Winck de Souza. A organização do Festival é da Prefeitura Municipal de Palmeira das Missões, através da Secretaria de Cultura Desporto e Turismo
Este é o sistema mais antigo de produção da erva mate. É um jirau de varas toscas, horizontal ou em forma de cumeeira rasa, a um metro e meio ou pouco mais do solo, onde se colocam os feixes de erva-mate, já sapecados, para a secagem ao calor direto do braseiro que arde embaixo de toda extensão coberta. A distribuição do calor obriga as “rondas” do carijó a passarem as noites em vigilância emparelhando o braseiro com o auxílio de guampas d`água, atiradas de quando em quando sobre as labaredas mais altas.
O beneficiamento da erva-mate compõe-se de corte, sapeco, secagem, cancheio, soque e acondicionamento. Todas essas operações podem ser individuais menos a secagem no carijo, que é operação coletiva, espécie de ritual festivo.
Durante três noites completas, favorecem os causos, os desafios e até os romances.
Existem outros sistemas de produção de erva-mate que são:
Barbaquá – espécie de duto, com cerca de 10 a 15 metros de extensão que conduz o calor do fogo para a secagem dos feixes da erva mate.
Sistema Industrial – mais utilizado atualmente.
Postado por
Léo
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
VOLTEANDO DATAS
No dia 02 de agosto, do ano de 1908, o capitão Santiago Dantas deu o golpe final nos Muckers, no morro de Ferrabraz, hoje Sapiranga.
Na época do conflito dos muckers, Sapiranga chamava-se localidade do "Padre Eterno". Quase não havia falantes de português na região, sendo o idioma corrente o chamado baixo-alemão ou Plattdeutsch, sendo também muito difundido o dialeto da província alemã do Hunsrück.
Um pequeno núcleo, formado por comerciantes e "pré-industriais" do calçado formava a classe economicamente dominante no município. O campesinato, dedicado à policultura, inicialmente de subsistência, formava, nos tempos primevos da formação da cidade - bem como de toda região - a massa dos imigrantes. Sua vida era duríssima, como mesmo narram os antigos moradores da região.
As promessas do Império Brasileiro, particularmente da corte de Dom Pedro II, não tinham sido cumpridas. Os colonos haviam sido jogados - pelo menos este era seu ponto de vista - numa terra inóspita; nenhuma ajuda do governo lhes foi dada. Ademais, o desbravamento do Vale do Sinos teve que ser feito A Ferro e a Fogo pelos colonos, como narra Josué Guimarães em seu famoso romance.
Por outro lado, havia um forte sentimento de "traição" entre a massa dos colonos em relação particularmente àqueles que prosperaram economicamente. Uma parcela importante dos primeiros imigrantes alemães, que chegaram ao Brasil em 1824, instalando-se em São Leopoldo e depois na capital, Porto Alegre, acabaram formando uma "elite" teuto-brasileira. Era uma comunidade que produzia até uma imprensa própria, em idioma alemão, que formou intelectuais do gabarito de Carlos von Koseritz, o qual escreveu vários artigos sobre a guerra no Deutsche Zeitung.
A "elite" sapiranguense - se é que pode dizer que havia uma "elite" no Padre Eterno - era ligada às igrejas históricas, basicamente metade católica-romana, e a outra parte protestante, pertencente ao que vem a ser hoje a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. É do caldo de conflitos entre os camponeses pobres e empobrecidos e as elites que nascem as condições da explosão do movimento dos "muckers".
Messianismo
A jovem Jacobina, desde criança entrava em momentos de transe e conseguia diagnosticar doenças, apresentava-se como a própria encarnação de Cristo, prometendo estabelecer a Cidade de Deus.
Após o seu casamento, a partir de 1866, o movimento começou a ganhar força e a organizar-se. Seguindo princípios morais muito restritos, rapidamente este grupo entrou em conflito com o resto da comunidade. Os muckers, assim designados pelos seus opositores que os acusavam de falsidade, entraram em choque aberto com os spotters, ou debochados, quando decidiram retirar as suas crianças das escolas comunitárias. Os atritos levaram à prisão dos líderes do movimento pela polícia local e uma libertação logo a seguir, a pedido do presidente da Província do Rio Grande do Sul.
Os muckers, cada vez mais crentes no caráter messiânico de Jacobina, passaram a atacar aqueles que se opunham ao movimento: incendiaram a casa de Martinho Kassel, dissidente do movimento, levando à morte da sua esposa e filhos; pelo mesmo meio, mataram os filhos de Carlos Brenner, comerciante; e executaram, por fim, um tio de João Maurer, que se opunha abertamente ao movimento.
Repressão
Acirrados pela profecia de que quem acreditasse em Jacobina seria imune à morte, os muckers entram em confronto com forças policiais, deficientemente comandadas pelo coronel Genuíno Olímpio Sampaio, a 28 de junho de 1874. A crença dos revoltosos ficou ainda mais acesa perante a derrota que infligiram aos militares: 39 baixas, contra 6 entre os muckers.
A 18 de julho o mesmo coronel cercou a casa onde o grupo religioso se mantinha, matando dezesseis muckers que aceitaram a sua sorte, esperando a sua breve ressurreição. Jacobina conseguiu, contudo, fugir com alguns seguidores, um dos quais alvejou Genuíno Sampaio, que faleceu no dia seguinte em consequência da hemorragia.
Houve outro ataque, inconclusivo, a 21 de junho. A 2 de agosto, Carlos Luppa, um dissidente mucker traiu o grupo, levando os soldados até ao morro Ferrabrás onde Jacobina se escondia com o restante de seus seguidores. Assim que foram descobertos, foram chacinados.
Sobreviveram alguns muckers que tiveram de aguentar a perseguição da justiça por oito anos e, depois, a mal-querença do resto da população. Alguns estiveram, posteriormente, envolvidos na Guerra dos Canudos.
Na época do conflito dos muckers, Sapiranga chamava-se localidade do "Padre Eterno". Quase não havia falantes de português na região, sendo o idioma corrente o chamado baixo-alemão ou Plattdeutsch, sendo também muito difundido o dialeto da província alemã do Hunsrück.
Um pequeno núcleo, formado por comerciantes e "pré-industriais" do calçado formava a classe economicamente dominante no município. O campesinato, dedicado à policultura, inicialmente de subsistência, formava, nos tempos primevos da formação da cidade - bem como de toda região - a massa dos imigrantes. Sua vida era duríssima, como mesmo narram os antigos moradores da região.
As promessas do Império Brasileiro, particularmente da corte de Dom Pedro II, não tinham sido cumpridas. Os colonos haviam sido jogados - pelo menos este era seu ponto de vista - numa terra inóspita; nenhuma ajuda do governo lhes foi dada. Ademais, o desbravamento do Vale do Sinos teve que ser feito A Ferro e a Fogo pelos colonos, como narra Josué Guimarães em seu famoso romance.
Por outro lado, havia um forte sentimento de "traição" entre a massa dos colonos em relação particularmente àqueles que prosperaram economicamente. Uma parcela importante dos primeiros imigrantes alemães, que chegaram ao Brasil em 1824, instalando-se em São Leopoldo e depois na capital, Porto Alegre, acabaram formando uma "elite" teuto-brasileira. Era uma comunidade que produzia até uma imprensa própria, em idioma alemão, que formou intelectuais do gabarito de Carlos von Koseritz, o qual escreveu vários artigos sobre a guerra no Deutsche Zeitung.
A "elite" sapiranguense - se é que pode dizer que havia uma "elite" no Padre Eterno - era ligada às igrejas históricas, basicamente metade católica-romana, e a outra parte protestante, pertencente ao que vem a ser hoje a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. É do caldo de conflitos entre os camponeses pobres e empobrecidos e as elites que nascem as condições da explosão do movimento dos "muckers".
Messianismo
A jovem Jacobina, desde criança entrava em momentos de transe e conseguia diagnosticar doenças, apresentava-se como a própria encarnação de Cristo, prometendo estabelecer a Cidade de Deus.
Após o seu casamento, a partir de 1866, o movimento começou a ganhar força e a organizar-se. Seguindo princípios morais muito restritos, rapidamente este grupo entrou em conflito com o resto da comunidade. Os muckers, assim designados pelos seus opositores que os acusavam de falsidade, entraram em choque aberto com os spotters, ou debochados, quando decidiram retirar as suas crianças das escolas comunitárias. Os atritos levaram à prisão dos líderes do movimento pela polícia local e uma libertação logo a seguir, a pedido do presidente da Província do Rio Grande do Sul.
Os muckers, cada vez mais crentes no caráter messiânico de Jacobina, passaram a atacar aqueles que se opunham ao movimento: incendiaram a casa de Martinho Kassel, dissidente do movimento, levando à morte da sua esposa e filhos; pelo mesmo meio, mataram os filhos de Carlos Brenner, comerciante; e executaram, por fim, um tio de João Maurer, que se opunha abertamente ao movimento.
Repressão
Acirrados pela profecia de que quem acreditasse em Jacobina seria imune à morte, os muckers entram em confronto com forças policiais, deficientemente comandadas pelo coronel Genuíno Olímpio Sampaio, a 28 de junho de 1874. A crença dos revoltosos ficou ainda mais acesa perante a derrota que infligiram aos militares: 39 baixas, contra 6 entre os muckers.
A 18 de julho o mesmo coronel cercou a casa onde o grupo religioso se mantinha, matando dezesseis muckers que aceitaram a sua sorte, esperando a sua breve ressurreição. Jacobina conseguiu, contudo, fugir com alguns seguidores, um dos quais alvejou Genuíno Sampaio, que faleceu no dia seguinte em consequência da hemorragia.
Houve outro ataque, inconclusivo, a 21 de junho. A 2 de agosto, Carlos Luppa, um dissidente mucker traiu o grupo, levando os soldados até ao morro Ferrabrás onde Jacobina se escondia com o restante de seus seguidores. Assim que foram descobertos, foram chacinados.
Sobreviveram alguns muckers que tiveram de aguentar a perseguição da justiça por oito anos e, depois, a mal-querença do resto da população. Alguns estiveram, posteriormente, envolvidos na Guerra dos Canudos.
Postado por
Léo
MEDALHA DO MÉRITO FARROUPILHA
Amanhã, dia 03 de agosto, o cantor missioneiro Pedro Ortaça estará recebendo, em ato solene, a Medalha do Mérito Farroupilha. O evento acontecerá ás 19:30 horas, no Teatro Dante Barone, da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, com show de lançamento de seu mais recente CD intitulado "De Igual Pra Igual". O ingresso será um quilo de alimento não perecível, que será distribuído aos índios guaranis.Hoje a noite, contando um pouco de sua carreira e do que acontecerá na festividade de amanhã, Pedro Ortaça estará no programa Noite Gaúcha, do comunicador Jairo Reis, ás 23 horas, na Rádio Rural AM, 1120.
Postado por
Léo
RESULTADO DA 30ª COXILHA NATIVISTA
Merecidamente a canção "O Arco e a Flecha", com letra de Carlos Omar Villela Gomes e Melodia de Piero Ereno, sagrou-se vencedora da 30ªCoxilha Nativista de Cruz Alta, encerrada na madrugada deste domingo, 01 de agosto. Interpretada de forma brilhante por Pirisca Grecco, é uma das mais belas obras que vi surgir em festivais nos último tempos. Levou ainda os troféus de Melhor Letra, Melhor Conjunto Vocal.
Eis a premiação completa:
ETAPA GERAL:
1º Lugar: O ARCO E A FLECHA (Carlos Omar Villela Gomes/PieroEreno)
Interpretação: Pirisca Grecco
2º Lugar: SEM TEMPO (Rômulo Chaves/Emerson Martins)
Interpretação: Emersom Martins
3º Lugar: ENCONTRO DE GERAÇÕES (Adair de Freitas)
Interpretação: Adair de Freitas
Mais Popular: ENCONTRO DE GERAÇÕES (Adair de Freitas)
Melhor Intérprete: EMERSON MARTINS (Sem Tempo)
Melhor Instrumetista: TEXO CABRAL (O Arco e a Flecha)
Melhor Letra: O ARCO E A FLECHA (Carlos Omar Villela Gomes)
Melhor Melodia: SEM TEMPO (Emerson Martins)
Melhor Indumetária: ADAIR DE FREITAS (Encontro de Gerações)
Melhor Arranjo: SONHO MATREIRO (Gilberto Lamaison/Gabriel Selvage)
Melhor Conjunto Vocal: O ARCO E A FLECHA (Pirisca Grecco e Grupo)
ETAPA LOCAL:
1º Lugar: HÁ UM JEITO DE SER DO SUL (Jorge Nicola Prado/Edison Macuglia)
Interpretação: Fabiana Lamaison
2º Lugar: MENINO DA RUA (Ruben Soares/Carlos Machado)
Interpretação: Tuny Brum
3º Lugar: PRA REPONTAR A ESPERANÇA (Maria Liria Barreto/Beto Barcellos)
Interpretação: Vinícius Costa
Eis a premiação completa:
ETAPA GERAL:
1º Lugar: O ARCO E A FLECHA (Carlos Omar Villela Gomes/PieroEreno)
Interpretação: Pirisca Grecco
2º Lugar: SEM TEMPO (Rômulo Chaves/Emerson Martins)
Interpretação: Emersom Martins
3º Lugar: ENCONTRO DE GERAÇÕES (Adair de Freitas)
Interpretação: Adair de Freitas
Mais Popular: ENCONTRO DE GERAÇÕES (Adair de Freitas)
Melhor Intérprete: EMERSON MARTINS (Sem Tempo)
Melhor Instrumetista: TEXO CABRAL (O Arco e a Flecha)
Melhor Letra: O ARCO E A FLECHA (Carlos Omar Villela Gomes)
Melhor Melodia: SEM TEMPO (Emerson Martins)
Melhor Indumetária: ADAIR DE FREITAS (Encontro de Gerações)
Melhor Arranjo: SONHO MATREIRO (Gilberto Lamaison/Gabriel Selvage)
Melhor Conjunto Vocal: O ARCO E A FLECHA (Pirisca Grecco e Grupo)
ETAPA LOCAL:
1º Lugar: HÁ UM JEITO DE SER DO SUL (Jorge Nicola Prado/Edison Macuglia)
Interpretação: Fabiana Lamaison
2º Lugar: MENINO DA RUA (Ruben Soares/Carlos Machado)
Interpretação: Tuny Brum
3º Lugar: PRA REPONTAR A ESPERANÇA (Maria Liria Barreto/Beto Barcellos)
Interpretação: Vinícius Costa
Fonte: Blog do Jairo Reis
Postado por
Léo
POEMAS DA SESMARIA DA POESIA GAÚCHA

Poemas classificados na 15ª Quadra da Sesmaria da Poesia Gaúcha, da cidade de Osório, evento que ocorrerá no dia 25 de setembro, na Câmara de Vereadores, tendo como jurados José Carlos Batista de Deus, Vaine darde e Paulo Ricardo dos Santos.
1.OS VÊS DO VENTO (Fernando Saldanha)
2.ARMORIAL DE CAMPO E ESTRADA (Claudio Silveira)
3.CABRIÚVA (Carlos Omar Villela Gomes)
4.CASEREANDO (Jeferson Valente de Barros)
5.EX CARRETA (Tadeu Martins)
6.GURI DA GAITA (Juarez Machado de Farias)
7.LOBISOMEM (Luiz Lopes de Souza)
8.NA SESMARIA DE UMA FOLHA EM BRANCO (Mateus Neves da Fontoura)
9.NA FLOR DA PELE (Adriano Alves)
10.POSTEIRO DOS HORIZONTES (Jorge Luiz da Rosa Chaves)
11.RESTOS DE ACAMPAMENTO (Rodrigo Canani Medeiros)
Colaboração: Cristiano Ferreira que interpretará o poema Posteiro dos Horizontes
Postado por
Léo
domingo, 1 de agosto de 2010
"FILOSOFADAS" GAUDÉRIAS

PÉROLAS FICAM BONITAS, SEU MOÇO, ATÉ EM QUEM NÃO TEM PESCOÇO
Não carece de maiores explicações
PEÃO CAPAZ SE CONHECE SE EM CAVALO MAGRO ANOITECE
Só bom campeiro é capaz de trabalhar em cavalo magro de sol a sol. Não há maior prova de sua competência.
TOURINHO CRIADO NA ESTRADA NÃO TEM QUARTOS NEM PAPADA
Animal sem boa alimentação nem raça. Raquítico. Homem de físico acanhado. Pessoa largada ao Deus-dará.
DE MADRUGADA, BEM CEDO, É QUE DESMAMO O PULGUEDO
Desmamar o pulguedo é levantar-se da cama. Acordar.
GALO-CINZA, QUE NÃO CANTA, ALGO TEM EM SUA GARGANTA
É claro o significado, pois quem está triste, com um nó na garganta, se ensimesma e emudece.
Não carece de maiores explicações
PEÃO CAPAZ SE CONHECE SE EM CAVALO MAGRO ANOITECE
Só bom campeiro é capaz de trabalhar em cavalo magro de sol a sol. Não há maior prova de sua competência.
TOURINHO CRIADO NA ESTRADA NÃO TEM QUARTOS NEM PAPADA
Animal sem boa alimentação nem raça. Raquítico. Homem de físico acanhado. Pessoa largada ao Deus-dará.
DE MADRUGADA, BEM CEDO, É QUE DESMAMO O PULGUEDO
Desmamar o pulguedo é levantar-se da cama. Acordar.
GALO-CINZA, QUE NÃO CANTA, ALGO TEM EM SUA GARGANTA
É claro o significado, pois quem está triste, com um nó na garganta, se ensimesma e emudece.
Postado por
Léo
SEMPRE TORCI PELO TOURO
Foto: Bernardo RodriguezA Catalunha, sempre empenhada em demonstrar sua autonomia dentro da Espanha, proibiu as touradas nesta quarta-feira, 28.
Mal comparando, é como se o carnaval brasileiro fosse proibido no Rio Grande do Sul.
A bofetada política foi dada pela Catalunha, nem tanto para acabar com a crueldade contra animais, mas para reafirmar sua independência em relação ao resto da Espanha.
Curiosamente, um tapa dado por uma região famosa por artistas que adoravam os touros, como Pablo Picasso, autor da célebre frase "os touros são anjos com chifres".
Em contraponto, escritores como o americano Ernest Hemingway glorificaram as touradas como o único espetáculo artístico no qual o artista corre o risco de morrer.
De fato, para a tradição cultural espanhola, a tourada é uma demonstração de estilo, técnica e
coragem na qual o touro não é visto simplesmente como um animal a ser sacrificado num ritual.
Para os defensores dos direitos dos animais, a crueldade do espetáculo é apenas uma manifestação de sadismo, e uma tortura inaceitável.
O fim das touradas incendiou a política espanhola, pois mesmo quem abomina o espetáculo - cujo final quase sempre é bastante previsível, com a morte do touro - acha que não se deveria acabar com uma liberdade.
A liberdade dos que enxergam, na arena, o sangue de anjos caídos. Eu, que sempre torci pelo touro, aplaudo de pé a proibição e penso que, aqui no Brasil, esportes similares como farra-do-boi, rinha-de-galo, etc. deveriam ser definitivamente banidos do meio social em que vivemos.
Colaborou Carlos Zatti, de Curitiba
Mal comparando, é como se o carnaval brasileiro fosse proibido no Rio Grande do Sul.
A bofetada política foi dada pela Catalunha, nem tanto para acabar com a crueldade contra animais, mas para reafirmar sua independência em relação ao resto da Espanha.
Curiosamente, um tapa dado por uma região famosa por artistas que adoravam os touros, como Pablo Picasso, autor da célebre frase "os touros são anjos com chifres".
Em contraponto, escritores como o americano Ernest Hemingway glorificaram as touradas como o único espetáculo artístico no qual o artista corre o risco de morrer.
De fato, para a tradição cultural espanhola, a tourada é uma demonstração de estilo, técnica e
coragem na qual o touro não é visto simplesmente como um animal a ser sacrificado num ritual.
Para os defensores dos direitos dos animais, a crueldade do espetáculo é apenas uma manifestação de sadismo, e uma tortura inaceitável.
O fim das touradas incendiou a política espanhola, pois mesmo quem abomina o espetáculo - cujo final quase sempre é bastante previsível, com a morte do touro - acha que não se deveria acabar com uma liberdade.
A liberdade dos que enxergam, na arena, o sangue de anjos caídos. Eu, que sempre torci pelo touro, aplaudo de pé a proibição e penso que, aqui no Brasil, esportes similares como farra-do-boi, rinha-de-galo, etc. deveriam ser definitivamente banidos do meio social em que vivemos.
Colaborou Carlos Zatti, de Curitiba
Postado por
Léo
Assinar:
Postagens (Atom)



