RETRATO DA SEMANA

RETRATO DA SEMANA
Retratista: Desconhecido - Retratado: Marco Aurélio Angeli (Zoreia)

EMPEÇANDO A LIDA BLOGUEIRA COM:

domingo, 23 de novembro de 2014

CHAQUEÑO PALAVECINO


MAIOR ESPETÁCULO DA MÚSICA FOLCLÓRICA ARGENTINA


Show no dia 29 de novembro (sábado), a partir das 21h30 no Clube Independente de Flores da Cunha - RS.

Participações especiais: Pablo Achával (folclore), Mirta Uguet (tango), Natália Damiani (piano), Os Gaudérios (dança).

Ingressos antecipados:

Galpão do Tio Ci - 54 3028 6964
Clube Independente - 54 3292 1959
Farmec Farmácia - 54 3221 3241
Marcelo Soares de Menezes - 54 9149 1828
Luciane Perini - 54 3214 2202

Valor do ingresso: R$ 200,00 por pessoa
Neste valor está incluso: tábua de frios, vinho branco/tinto, água

Traje: pilcha ou passeio completo

Realização: Pante & Perini - Assessoria Jurídica
Produção: Acit Produtora.

 CHAQUEÑO PALAVECINO – De Pura Cepa


"Brindo con la satisfacción de haber llegado a la meta de lo que considero un gran trabajo; en él se conjugó la mejor cepa de músicos, poetas, arregladores, técnicos, diseñadores, fotógrafos y colaboradores de gran creatividad; con la presencia de la pura esencia que esta en la zambas, gatos, chacareras, polkas, carnavales, taquiraris y otras melodías... Esta es la razón por la cual bauticé a mi disco número 17: "De Pura Cepa".


Infinitas gracias y todo mi respeto a quienes formaron parte de esto. Gente querida, aquí les dejo este trabajo, el cual se hizo con mucho esmero y sentimiento.Espero lo dis fruten tanto como yo."

Aquí les dejamos un adelanto de un disco inmejorable el cual contiene 16 temas que recorren una increíble variedad de ritmos, melodías y sentimientos. Siempre fiel a sus costumbres y bases musicales, el Chaqueño nos acerca en esta oportunidad  un nuevo material que promete mantenernos cautivos de principio a fin. He aquí una maravillosa y perfecta mezcla de letras, música, arreglos, una voz inconfundible y la entrega que solo este artista nos puede dar. “De Pura Cepa”, para todos ustedes.

Por: Chaqueño Palavecino


sábado, 22 de novembro de 2014

CLASSIFICADAS DO 2º ALDEIA DA CANÇÃO


O  2º Aldeia da Canção Gaúcha realizou a seleção das músicas que vão concorrer no palco do festival nos 27 e 28 de Novembro no Parque Municipal de Eventos Ireno Michel em de Gravataí/RS. A comissão avaliadora, composta por Samuca do Acordeon, Erlon Péricles e Osmar Carvalho, classificou as seguintes obras, sendo 12 e mais 02 suplentes que poderão participar se porventura alguma delas tiver algum impedimento ou for retirada do concurso.

O evento vai apresentar também os shows de Walther Morais & Grupo Criado em Galpão, Os Mateadores, João Luiz Corrêa & Grupo Campeirismo e Joca Martins. Toda a programação será gratuita.

1.       Bárbara Bittencourt | Chega de solidão
2.       Everton Michels | Conhecimento
3.       Felipe Barreto | Milonga Faceira
4.       Felipe Barreto | Quando a saudade faz querência
5.       Giovani Gonzales | As coplas da alma
6.       José Renato Daudt | Batimento
7.       Leonardo Borges | Décima do Pilcha Véia
8.       Leonardo Borges | Poncho e guitarra
9.       Paulo Ricardo Costa | Na outra ponta do laço
10.   Rafael Ferreira | Meio Canto
11.   Rafael Ferreira | Por um acaso da trança
12.   Volmir Coelho | Três ramal e alecrim

Suplentes:

1.       André Gonçalves | Na volta do fogo
2.       Raul Quiroga | O pasto em três visões




AMANHÃ TEM "RIO DE SANGUE"


Com alegria convido pra este evento que conta com a presença do professor e coreógrafo de dança de Matriz Africana, Daniel Amaro (Pelotas/RS). Já estão sendo realizadas as inscrições e as reservas de ingresso pelo email:
dancasrobertacampos@gmail.com  



DANÇA DE MATRIZ AFRICANA
23 de novembro (domingo)

OFICINA COM DANIEL AMARO
16h às 18h30

APRESENTAÇÃO
20h30
Espetáculo ‘RIO DE SANGUE’
Cia de Dança Afro Daniel Amaro (Pelotas)
abertura: Solo ‘PERCURSOS’ - Roberta Campos
Ingressos: R$ 20 inteira| R$ 10 meia

Informações e inscrições:
dancasrobertacampos@gmail.com 
           
Local: Casa Cultural Tony Petzhold
Cristóvão Colombo, 400
Bairro Floresta  - POA/RS 


ESPETÁCULO RIO DE SANGUE

Rio de Sangue, da Cia. de Dança Afro Daniel Amaro, é uma montagem baseada na história do negro no Rio Grande do Sul, mais precisamente em Pelotas, na época denominada Província de São Pedro, local onde existiu a cultura do charque, cultura que era executada de forma extraordinária por escravos trazidos no ano de 1779 e 1780 e que contribuíram de forma decisiva para o enriquecimento histórico da região. Fazendo uma análise da alma da cidade, enfocando o simbolismo do sal e do enxofre presentes na história da indústria do charque e nos tradicionais doces pelotenses.

Sob o olhar negro daqueles que aqui nasceram e através do movimento da dança afro é que o grupo pretende recontar a história de uma Pelotas negra, feita não só do doce, mas também do sal.

Solo de dança PERCURSOS

Roberta Campos apresenta um solo de dança com trilha sonora percussiva ao vivo, por Duda Cunha, Bruno Coelho e Mariana Gutierres.
A coreografia vem de uma pesquisa nas danças de matriz africana somada à experiência como bailarina de dança do ventre, flamenco e dança contemporânea.

abraços,

Roberta Campos
DANÇA



sexta-feira, 21 de novembro de 2014

COISAS DO SUL





PRA "ELE" EU TIRO O CHAPÉU!



Eu aprendi com meus Pais
respeitar o assemelhado,
mas me fazer respeitado
pois todos somos iguais.
Ninguém é menos, nem mais,
o João, o Pedro, o Léo...
Nos encobre o mesmo céu
por isto afirmo no verso:
- Só pro Senhor do Universo
eu retiro o meu chapéu. 




"BAQUERIA" COMEÇA HOJE





As apresentações se darão inicio a 20:30 no Ctg Rancho da Integração.


CONCORRENTES


1-- Firme No Basto
L/M: Eduardo Verdi.

2- Da Alma Campeira
L/M: Kauê Díaz

3- Na Tapera de um Coração
L: Paulo Ricardo Costa M: Amilton Brum

4- Meu Verso Clar
L/M: Juan Daniel Isernhagen/Lucas Mendes

5-O Tempo
L: Fábio Soares / Diego Müller / Severino Rudes Moreira .M Fábio Soares/Uiliam Michelon

6- Talvez a imagem das Sombra
L: Everton Michels e Romulo Chaves. M Zulmar Benitez

7- Em Busca de uma Flor
L: Carlos Roberto Hahn M: Leonardo Charrua

8- Das distancias de uma Tropa
L:Lucas Mendez/Rafael Mazzardo M: Lucas Mendez.

9- O Vento Espanta Égua
L: Marcelo Paz Carvalho/ Zé Renato Daut M: Marcelo Paz Carvalho

10- Pai de Fogo Missioneiro
L/M: Daniel Issenhagen/ Juscelino Machado

11-Um Pala Branco e Mais Nada
L: Giovani Dodô Gonzalez M: Juliano Cardoso/ Alex Har

12- Olho d’água
L : Rafael Teixeira e Didi Teixeira M: Leonardo Morales

13- De Cruza o Passo
L: Rafael Ferreira (Trambeio) Diego Muller/ M: Mateus Alves

14- Quartos de Luas
L: Carlos Eduardo Nunes M: Fabiano Corrêa e Felipe Corrêa






quinta-feira, 20 de novembro de 2014

HOJE TEM VALDIR VERONA


EM PORTO ALEGRE





ESTES FORAM OS MUURIPÁS!


Os Muuripás estão para os grupos folclóricos gaúchos assim como Pelé está para o futebol, como Airton Senna está para o automobilismo, ou seja, são ícones, fora-de-série, daqueles que aparecem de cem em cem anos. Tive a honra de, quando cheguei em Porto Alegre, assistir a diversas apresentações destes dançarinos que escolheram a cultura riograndense para expressar sua arte. Hoje, sou amigo e confrade na Estância da Poesia Crioula de José Machado Leal, criador e diretor do Grupo. Abaixo, um pouco da história dos Muuripás.   

Os bailarinos dos Muuripás davam um verdadeiro espetáculo a cada apresentação. Chula, malambo, dança-dos-facões (foto), eram dançadas com elegância, altivez, e uma habilidade pouco vista. Tudo pesquisado, resgatado e aplicado com muito afinco. A maioria dos componentes moravam juntos e "respiravam" os Muuripás. Foi o primeiro, e talvez único, corpo de danças gaúchescas profissionais do Estado.

Os Muuripás foi fundado a 22 de agosto de 1971, para estudar, pesquisar e desenvolver artisticamente - em forma de recitais, palestras e espetáculos - os motivos tradicionais e folclóricos da terra e do homem gaúcho, foi um dos mais aplaudidos elencos de projeção folclórica do Sul. 

O nome Muuripás, que na língua do branco quer dizer venturoso, os que têm sorte, surgiu de uma lenda guarani. Para chegar a muuripá o guerreiro escolhido deveria cumprir provas de astúcia e valentia ao longo dos sete caminhos da morte, que ofereciam peripécias na mata virgem, na correnteza dos rios, na caverna dos espíritos e até mesmo no campo aberto.

O retorno vitorioso deveria acontecer ao término da sétima lua. Se assim não ocorresse, estaria frustrado o desejo e a honra do jovem índio de se tornar um muuripá.

Vencidas todas as provas, ele era conduzido e aclamado pelos caminhos que levavam aos acampamentos da grande tribo. Lá recebia a boleadeira de pedra, símbolo da astúcia e da valentia. Depois, em grande cerimônia, era marcado na fronte do guerreiro - com fogo e erva sagrada - o emblema da lua nova, para que fosse o seu enigma de ventura e boa sorte, tanto na paz como na guerra. Cumprida a cerimônia, o novo muuripá passaria a integrar a elite guerreira da sua tribo, recebendo como prêmio sete virgens, que, por sete dias o divertiriam e lhe dariam prazer.

Conta-se que Sepé Tiaraju teria sido o último dos "muuripás" e, como os outros, também receber seu prêmio.

Eram quarenta artistas do melhor nível reunidos em dois grupos de trabalho. O Grupo Arte-Pampa com os mais experientes músicos, cantores, bailarinas e sapateadores da querência; O Grupo Arte-Nova com seu elenco jovem - cor, técnica e perfeito trabalho de equipe. Eram visionários pois, o que muitos fazem hoje nas "aberturas" e "saídas" do ENART, eles já o faziam sem tanta pirotecnia, ou seja, mantendo sempre a autenticidade. Na foto acima o grupo musical e o diretor dos Muuripás, José Machado Leal, que abria o espetáculo recitando um poema.

Em 15 anos, Os Muuripás levou seu trabalho a todos os cantos do Rio Grande; atuou nas principais capitais brasileiras; andou por Montevideo, Buenos Aires, Assunção do Paraguai e Cordilheira dos Andes.

APRESENTAÇÃO TÍPICA DOS MUURIPÁS: ABERTURA: texto do apresentador, pratos, percussão. A LENDA DOS MUURIPÁS: narrativa, encenação, efeitos. FEITIÇO ÍNDIO: canto e dança. TEMPO PRESENTE: narrativa, El Condor e Glosa dos Muuripás. PRIMEIRO QUADRO DE DANÇAS: Pampeana, Chimarrita Balão, Roseira, Tirana, Balaio, Facões. CORTINA MUSICAL: Canto de Aurora, Amargo, Poesia. FOLCLORE CASTELHANO: Carnavalito, Escondido, Quebrada, La Doble, Malambo, Boleadeira. SEGUNDA CORTINA: Potro Sem Dono, Mochilas de Amor, Ponte Serrada. TERCEIRO QUADRO DE DANÇA: Maragato, Anu, Tatu Novo, Chimarrita, Tatu Velho, Chula. ENCERRAMENTO: Adeus Priminha, palavra de agradecimento, Pampeana dançada, despedida dos artistas.

Tudo começou na Faculdade dos Meios de Comunicação da PUC, quanto o então aluno José Machado Leal (na foto com este blogueiro) apresentou o trabalho "Folclore é coisa de arte ou coisa para grosso?", que veio mais tarde a ser publicado pelo Jornal da Famecos.

Leal criava seu próprio grupo dentro do que se propunha no trabalho de aula e já em fevereiro de 1972 "Os Muuripás" conquistava seu primeiro troféu como "Campeão Artístico do IX Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria".

Começavam aí os trabalhos práticos do conjunto, pois até então tinham sido realizadas pesquisas e estudos sobre o movimento folclórico que se esboçava no Rio Grande do Sul, a partir de 1948, com a criação do 35 CTG e o trabalho da equipe de alunos do Colégio Júlio de Castilhos, liderada por Paixão Côrtes.





quarta-feira, 19 de novembro de 2014

VEM AÍ A 16ª CAVALGADA DA COSTA DOCE



Participe da 16ª Cavalgada Cultural da Costa Doce

No dia 25 de outubro em São Lourenço do Sul, na Fazenda do Sobrado, sede dos Cavaleiros da Costa Doce, foi lançada a 16ª Cavalgada Cultural da Costa Doce, que será realizada de 15 a 25 de janeiro de 2015. Onde estão convidados todos os cavaleiros que desejarem participar,  esta que é uma das mais lindas cavalgadas do Rio Grande do Sul.

A cavalgada sai dia 15 de janeiro de Guaíba – RS, sempre costeando a Lagoa dos Patos até a chegada em Pelotas – RS, no dia 25 do mesmo mês. São 10 dias e 300 km a cavalo, apreciando lindas paisagens da nossa Costa Doce, como dunas, figueiras, ilhas, arroios, rios, sobrados históricos, fazendas e desfrutando da boa hospitalidade costaneira, oferecida por todos os lugares que passamos.

Todos os cavaleiros, de todos os lugares estão convidados a mais uma vez a se juntarem a nós, nesta linda cavalgada.

As inscrições são limitadas para mantermos o bom andamento da cavalgada, que é considerada de aventura moderada e familiar, onde todos os anos participam conosco famílias inteiras, com avós, pais, mães e filhos jovens em extrema comunhão com todos os grupos que nos acompanham. Então quem desejar fazer parte da família Costa Doce se antecipe e reserve logo a sua inscrição.

Esta cavalgada busca reviver os antigos caminhos dos tropeiros que levavam mercadorias entre Porto Alegre e Pelotas, também preservar as tradições gaúchas e a cultura do gaúcho sobre o cavalo, que contribuem tanto para o desenvolvimento deste estado. Com estas iniciativas procuramos fomentar e divulgar os atrativos naturais da nossa Costa Doce, que cada vez mais se consolida como polo turístico no Rio Grande do Sul.

Na 15ª edição tivemos participantes de diversas cidades do estado, assim como do Uruguai, Santa Catarina, Paraná e Pernambuco.

carlos@cavaleirosdacostadoce.com.br
(53) 3223.4258 / (53) 9103.3410

Jeândro Garcia
Comunicação Cavaleiros da Costa Doce





CHIMANGO - O MUSICAL




Consegui assistir a peça Chimango - O Musical, no Teatro São Pedro, em Porto Alegre, onde além do espetáculo grandioso, com excelente trilha musical da OSPA e interpretações fantásticas dos atores, tive o privilégio de abraçar os amigos Raul Voges e Sirmar Antunes. A peça foi uma adaptação da obra de Amaro Juvenal, pseudônimo do médico e escritor Ramiro Barcelos, lançado em 1915. Todo corpo do texto é escrito em redondilha maior; classificado como poesia campestre. Ramiro Barcelos foi um dos fundadores da Estância da Poesia Crioula.

Cândido Brasil - Poeta ex-presidente da E.P.C.