- Lucas Vallim Ae pai, Léo Ribeiro de Souza, quando tu vier aqui vou fazer um churras pra ti! Carne de canguru é muito macia, tu vai curtit muito! Não vai mais querer carne de gado! Uahaua
domingo, 30 de novembro de 2014
PREFIRO UMA COSTELA GORDA
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Léo
AGUENTA, CORPO "VÉIO"!
Sábado a noite, dia 28, estávamos no lombo da Serra Geral participando do jantar anual da Velha Guarda do CTG Rodeio Serrano, de São Francisco de Paula. Amigos que se conheceram ou que forjaram esta amizade dentro daquele Templo Chucro e que, nesta data, largam de tudo para ir matar a saudade, pois isto é o mais importante da vida.
E no sábado pela manhã, dia 29 já estávamos na Costa Doce deste Rio Grande velho, mais precisamente na bela e acolhedora cidade de Tapes, para mais uma Cavalgada dos Irmãos do Estribo, do Piquete Fraternidade Gaúcha, da maçonaria. Parabéns ao Patrão Paulo Moreira, aos diretores da campeira Ciro Cioccari e Marco Aurélio Milano e ao João Alberto, pela organização. A confraternização entre os membros de nosso Piquete e os seus convidados foi, mais uma vez, o traço marcante de mais este evento do Fraternidade.
Em tempo: Sendo para o divertimento, estamos sempre com disposição. Queria ver se fosse para rachar uma lenha ou carpir uma lavoura!
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Léo
VENCEDORES DO 8º COOPERATIVISMO
A finalíssima da oitava edição do Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo, realizada na cidade de Ibiraiaras, encerrou no início da madrugada deste sábado, 29, e teve o seguinte resultado:
Primeiro Lugar: LUMES DA COOPERAÇÃO
Ritmo: canção
Letra: Caine Teixeira Garcia
Música: Jean Kirchoff
Interpretação: Grupo Bah Q’Tri
Segundo Lugar: SOBRE GIZ E QUADRO NEGRO
Ritmo: canção
Letra: Carlos Omar Villela Gomes
Música: Piero Ereno
Intérprete: Jean Kirchoff
Terceiro Lugar: O ANDANTE E SUA ESTRADA
Ritmo: canção
Letra: Juca Moraes
Música: João Bosco Ayala
Interpretação: Grupo Mas Bah
Quarto Lugar: SONHO, COM FACE DE PAÍS
Ritmo: canção
Letra e Música: Rômulo Chaves
Intérprete: Maria Helena Anversa
Quinto Lugar: CANTO COOPERATIVO
Ritmo: canção
Letra e Música: Flaubiano Lima
Interpretação: Lú Schiavo
Sexto Lugar: O BEM MAIOR
Ritmo: balada
Letra: Caine Teixeira Garcia
Música: Nilton Júnior da Silveira
Intérprete: Chico Saratt
Sétimo Lugar: TRÊS PESCADORES E UM SONHO
Ritmo: praieiro
Letra: Caio Martinez
Música: Adriano Sperandir/Cristian Sperandir
Intérpretes: Adriana Sperandir/ Caio Martinez
Oitavo Lugar: QUEM ME REPRESENTA
Ritmo: milonga
Letra: Binho Pires
Música: Érlon Péricles
Intérprete: Ita Cunha
Nono Lugar: NOS RUMOS DA EDUCAÇÃO
Ritmo: milonga
Letra: Carlos Roberto Hahn
Música: Volmir Coelho
Interpretação: Leonardo Charrua
Décimo Lugar: POR UM MUNDO MELHOR
Ritmo: chamamé
Letra: Flaubiano Lima/Pierro Ereno
Música: Piero Ereno
Intérprete: Jorge Freitas
Décimo Primeiro Lugar: SOLUÇÃO INTELIGENTE
Ritmo: vanera
Letra: João Antunes/Lauro Mattos/João Ribeiro
Música: Mário Seffrin
Interpretação: Eduardo Maycá
Décimo Segundo Lugar: O LEGADO DOS AVÓS
Ritmo: chamara
Letra: Mauro Nardes/Mário Amaral
Música: Vlademir “Xuxu” Nunes
Intérpretes: Cristiano Fantinel e Nenito Sarturi
Mais Popular: SOLUÇÃO INTELIGENTE
Ritmo: vanera
Letra: João Antunes/Lauro Mattos/João Ribeiro
Música: Mário Seffrin
Interpretação: Eduardo Maycá
Ritmo: chamara
Letra: Mauro Nardes/Mário Amaral
Música: Vlademir “Xuxu” Nunes
Intérpretes: Cristiano Fantinel e Nenito Sarturi
Mais Popular: SOLUÇÃO INTELIGENTE
Ritmo: vanera
Letra: João Antunes/Lauro Mattos/João Ribeiro
Música: Mário Seffrin
Interpretação: Eduardo Maycá
Fonte: http://rondadosfestivais.blogspot.com.br/
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Léo
sábado, 29 de novembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
VOLTEANDO DATAS / 28 DE NOVEMBRO
Num dia 28 de novembro, do ano de 1893, ocorreu o Massacre do Rio Negro (Bagé, RS), onde Adão Latorre (foto ao centro),
carrasco Maragato, degola 300 pica-paus (Chimangos). Revolução Federalista.
Também num dia 28 de novembro, mas no ano de 1975, morria o escritor cruzaltense Érico Veríssimo, autor de diversos clássicos como a trilogia O Tempo e o Vento, adaptada diversas vezes para filmes e mini-séries.
Também num dia 28 de novembro, mas no ano de 1975, morria o escritor cruzaltense Érico Veríssimo, autor de diversos clássicos como a trilogia O Tempo e o Vento, adaptada diversas vezes para filmes e mini-séries.
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Léo
COMEÇA A TERTÚLIA MUSICAL NATIVISTA
Santa Maria se prepara para receber a XXII Tertúlia Musical Nativista e a
I Tertulinha Musical Nativista. Serão três dias (28, 29 e 30/11) de
música gaúcha de qualidade, na Gare da Viação Férrea. O festival é
realizado pela Prefeitura de Santa Maria, por meio da Secretaria de
Município da Cultura, com promoção da Associação Tradicionalista
Estância do Minuano, e apoio da 13ª Região Tradicionalista e CPF Piá do
Sul. As apresentações iniciam às 20h30.
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Léo
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
FOTO DO LEITOR
Devido as inúmeras postagens diárias, faz algum tempo que não publicamos mais o quadro "Foto do Leitor", o que retornamos hoje com este belo flagrante colhido pelo amigo, poeta e escritor (e nas horas vagas, fotógrafo) Caine Teixeira Garcia.
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Léo
2º ALDEIA DA CANÇÃO COMEÇA HOJE
O festival
Aldeia da Canção Gaúcha vai ocorrer nos dias 27 e 28 de Novembro no
Parque Municipal de Eventos Ireno Michel, na RS 118 KM 7, em Gravataí/RS, a
partir das 20h.
Nomes consagrados
vão estar no palco defendendo os trabalhos classificados na triagem. São doze
músicas selecionadas pela comissão avaliadora, composta por Samuca do Acordeon,
Erlon Péricles e Osmar Carvalho.
Além dos
concorrentes, o festival conta com espetáculos especiais com artistas e grupos
conceituados. São eles, Walther Morais & Grupo Criado em Galpão, Os
Mateadores, João Luiz Corrêa & Grupo Campeirismo e Joca Martins. Toda a
programação é gratuita.
1. Três ramal e alecrim
(Letra e música: Volmir Coelho | Intérprete: Robson Garcia)
2. Conhecimento (Letra:
Everton Michels e Romulo Chaves | Música: Piero Ereno | Intérprete: Arthur
Mattos)
3. Na outra ponta do laço
(Letra: Paulo Ricardo Costa | Música: José Claro | Intérprete: Zézinho e Grupo Floreio)
4. Décima do Pilcha Véia
(Letra: Leonardo Borges, Diego Muller e Filipi Corso | Música: Zumlar Benitez |
Intérprete: Joca Martins)
5. Quando a saudade faz
querência (Letra e música: Felipe Barreto | Intérprete: Raineri Spohr)
6. Milonga Faceira (Letra:
Rômulo Chaves | Música: Felipe Barreto | Intérprete: Cristiano Quevedo)
7. Na volta do fogo (Letra:
João Stimamílio Santos | Música: João Stimamílio e André Gonçalves |
Intérprete: Flávio Hansen)
8. Chega de Solidão (Letra:
Genésio Simão Perânio | Música: Alberto Costa Caetano | Intérprete: a
confirmar)
9. As Coplas da Alma
(Letra: Giovani Gonzales | Música: Régis França dos Reis | Intérprete: Robson
Garcia)
10. Batimento (Letra: Cauê Machado | Música:
Zé Renato Daudt e Andrigo Xavier | Intérpretes: Rainéri Sphor, Aninha
Pires e Vitor Amorim)
11. Meio Canto (Letra: Rafael Ferreira e
Fábio Maciel | Música: Kiko Goulart)
12. Por um acaso da trança (Letra: Rafael
Ferreira | Música: Cristian Camargo)
O festival
oferece a seguinte premiação:
1º Lugar: Troféu + R$ 3.000,00
2º Lugar: Troféu + R$ 2.000,00
3º Lugar: Troféu + R$ 1.000,00
Melhor intérprete: Troféu + R$ 500,00
Melhor Instrumentista: Troféu + R$ 500,00
Melhor Letra: Troféu + R$ 500,00
Melhor Melodia: Troféu + R$ 500,00
Canção Mais Popular (Escolhida pelo público):
Troféu + R$ 500,00
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Léo
"OH DE CASA" LANÇA MAIS RECENTE CD
O conjunto Oh de Casa estará lançando neste dia 29, sábado, em Alvorada, seu 8º CD. É um trabalho que já escutei pois tenho duas letras musicadas por este grande grupo. Posso afirmar que é um dos melhores discos deste conjunto que vem se notabilizando pela qualidade musical. O evento que está sendo por demais esperado acontecerá na forma de um Jantar Baile, somente com convites antecipados, na Sede Campestre do CLUBE UNIÃO (Rua Primavera, 334 - Parada 53 - Alvorada - RS - Ponto de Referência: Paróquia Santo Antonio) com estacionamento no local.
Mais informações: (51) 3442 2640 / 9973 2749
Mais informações: (51) 3442 2640 / 9973 2749
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Léo
OPINIÕES DOS LEITORES
Como era de se esperar a postagem de ontem acompanhada do vídeo veio junto a inúmeras manifestações, muitas delas passionais, deixando de lado a questão em si que é a busca pelo aperfeiçoamento, não dos concorrentes, mas dos envolvidos na organização.
Admiramos a disposição do MTG em promover um evento deste porte e sabemos das dificuldades enfrentadas pois são diversas categorias envolvendo milhares de participantes e, com certeza, alguns erros ocorrerão, todos eles sem a intencionalidade de quem organiza. Contudo, nem por isso devemos nos omitir dos comentários.
Sendo assim, postamos o que nos enviou o leitor Dilerman Zanchet, da Rádio Planalto, de Passo Fundo e estamos abertos a demais posições civilizadas sobre o assunto.
ENART 2014 - OS ERROS SE REPETEM
Por: Dilerman Zanchet - Rádio Planalto - Passo Fundo
Realizado entre 14 e 16 de
novembro, o Encontro de Arte e Tradição – Enart, que ocorreu no Parque da
Octoberfest, em Santa Cruz do Sul, repetiu os mesmos erros das edições passadas
e demonstrou que são necessárias mudanças em sua estrutura para que o tradicionalismo
gaúcho não sofra uma incalculável desmotivação por parte das entidades do meio.
Com uma grande equipe de
trabalho, envolvendo mais de 200 pessoas só na avaliação dos diversos
concursos, individuais e coletivos, além de secretaria, coordenação e outros
setores, o Enart de Santa Cruz do Sul, visto como o maior festival amador da
América Latina sofre o desgaste do descrédito. Os grupos e os concorrentes
individuais que conseguem chegar à Santa Cruz não encontram mais a motivação de
outrora para lutar pelo título, haja vista os erros cometidos por alguns
avaliadores e pela própria organização.
Atribui-se á coordenação, por
exemplo, o fato de que chuleadores tiveram que fazer suas apresentações sobre
tapumes de construção. Os primeiros foram beneficiados, mas a partir da sétima
ou oitava dupla, o laminado começou a soltar-se, prejudicando o desempenho de
muitos. Observou-se, junto aos concorrentes, o descontentamento e a indignação
pelo fato, tendo em vista que trabalharam o ano todo para chegar entre os
finalistas. Outro aspecto observado refere-se às danças tradicionais, concurso
que conta com mais de uma dezena de avaliadores na Força A. Pois bem: Na final
do domingo, o campeão do Enart 2014 apresentou, na dança Xote de Duas Damas,
erros de coreografia e harmonia de forma escancaradas (um vídeo demonstra
isso). Não se consegue entender é como, com tantos avaliadores, erros como
estes não são levados em conta.
Pergunto: Qual entidade
tradicionalista terá, por muitos anos, motivação para investir mais de 150 mil
reais para o Enart, com tantas agruras? Qual entidade terá ousadia para
protestar oficialmente uma decisão dos avaliadores do MTG? O que a direção do
Movimento Tradicionalista Gaúcho fará diante de tais fatos apontados? Pouco se
pode esperar, infelizmente.
Se pudesse, sugeriria aos
responsáveis para que promovessem uma reformulação e reciclagem de muitos dos
avaliadores do quadro do MTG. E que a justiça fosse feita com os outros 19
grupos da A que dançaram no domingo.
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Léo
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
O VÍDEO DA POLÊMICA
...DOS ERROS DO CAMPEÃO
Circula pelas redes sociais o
vídeo acima detalhando alguns erros primários na apresentação da invernada vencedora do último
ENART, Rancho da Saudade, de Cachoeirinha.
Acompanha a gravação uma enxurrada
de reclamações e críticas aos avaliadores por não terem descontado nenhum ponto
dos citados erros (segundo aponta uma planilha do próprio vídeo).
Pessoas vinculadas a organização
do evento e mesmo àqueles ligados aos vencedores, poderão dizer que tudo isto não
passa de “choro de perdedor”, coisa e tal. Contudo, temos que, por questão de
justiça, acrescentar o seguinte:
- Não vamos aqui analisar
décimos, centésimos, milésimos, de uma planilha complicada. Apenas afirmamos
que: Se não houve nenhum desconto proporcional aos erros cometidos, ocorreu, aí, uma falha grave dos avaliadores, que estavam bem posicionados, e muita coisa fica comprometida. Se, ao contrário do que
todos apregoam, foram descontados pontos pelas incorreções da dança, toda esta
postagem não tem sentido e... Parabéns aos campeões!
Em tempo:
- Não somos associados, frequentadores, enfim, não mantemos vínculo ou relação com qualquer concorrente do ENART.
Em tempo:
- Não somos associados, frequentadores, enfim, não mantemos vínculo ou relação com qualquer concorrente do ENART.
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Léo
VEJAM QUE RIQUEZA DE POEMA
FUNDO DE INVERNADA
(de: Silvio Aymone Genro)
Vencedor do XVI PEALO DA POESIA CAMPEIRA DO ALEGRETE:
na declamação de Silvana Giovanini,
amadrinhado por Adão Quevedo
(de: Silvio Aymone Genro)
Vencedor do XVI PEALO DA POESIA CAMPEIRA DO ALEGRETE:
na declamação de Silvana Giovanini,
amadrinhado por Adão Quevedo
Fundo de Invernada
Fim de caminho,
Fundo de invernada;
Lugar onde o tempo demora a passar...
Asilo do pago,
Cemitério de ossadas,
Daqueles que esperam sua hora chegar.
Onde os touros velhos
Remoem silêncios
E a solidão se esconde entre os caraguatás...
Os pássaros pousam
No lombo do gado
E até as diferenças convivem em paz.
Fundo de invernada,
Retiro esquecido,
Dos matungos velhos e sem serventia...
Onde a liberdade
É uma conquista inútil
De quem, preso às rédeas, já foi livre um dia.
Que estranho é o destino
Que leva a nós todos,
Pelo mesmo rumo que conduz ao nada...
E ao final da vida,
Bichos e gentes,
Acabam no fundo da mesma invernada.
Quando nosso mundo
Se cansa de nós
E condena todos ao mesmo abandono,
A própria esperança
Envelhece com a idade
E até da saudade não somos mais donos.
Fundo de invernada,
Rumo sem volta,
Onde os calendários negam-se a contar...
E as flores do campo
Enfeitam-se inúteis,
Pra os que já perderam o encanto do olhar.
Universo a parte,
Onde seca a poesia
E a lua no céu é uma lua, somente...
E até os por de sóis
Vão desbotando aos poucos,
Perdendo suas cores de antigamente.
Fundo de invernada,
Final de caminho,
Lugar onde cresce silêncio e capim...
Exílio daqueles
Que ficam sozinhos,
Último pouso antes do fim.
Fundo de invernada;
Lugar onde o tempo demora a passar...
Asilo do pago,
Cemitério de ossadas,
Daqueles que esperam sua hora chegar.
Onde os touros velhos
Remoem silêncios
E a solidão se esconde entre os caraguatás...
Os pássaros pousam
No lombo do gado
E até as diferenças convivem em paz.
Fundo de invernada,
Retiro esquecido,
Dos matungos velhos e sem serventia...
Onde a liberdade
É uma conquista inútil
De quem, preso às rédeas, já foi livre um dia.
Que estranho é o destino
Que leva a nós todos,
Pelo mesmo rumo que conduz ao nada...
E ao final da vida,
Bichos e gentes,
Acabam no fundo da mesma invernada.
Quando nosso mundo
Se cansa de nós
E condena todos ao mesmo abandono,
A própria esperança
Envelhece com a idade
E até da saudade não somos mais donos.
Fundo de invernada,
Rumo sem volta,
Onde os calendários negam-se a contar...
E as flores do campo
Enfeitam-se inúteis,
Pra os que já perderam o encanto do olhar.
Universo a parte,
Onde seca a poesia
E a lua no céu é uma lua, somente...
E até os por de sóis
Vão desbotando aos poucos,
Perdendo suas cores de antigamente.
Fundo de invernada,
Final de caminho,
Lugar onde cresce silêncio e capim...
Exílio daqueles
Que ficam sozinhos,
Último pouso antes do fim.
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Léo
2º O GRANDE ENCONTRO
Por: Jeandro Garcia (Texto e Foto)
Neste
dia 25 de novembro/14 estivemos presentes mais uma vez no “Grande
Encontro”, que está na sua segunda edição. Trata-se de um show que neste
ano estiveram presentes 53 artistas, onde são apresentados os grandes
sucessos dos Festivais Nativistas, no auditório Araújo Viana (lotado).
Com certeza um momento de muita emoção, de muitas lembranças e
homenagens.
O
primeiro momento de emoção foi a apresentação de Chico Alves com
Wilson Paim, com “Sabe moço”, uma linda homenagem a Leopoldo Rassier,
plateia emocionada e Chico Alves em prantos.
Logo
após surge amparado, e com dificuldade para caminhar, Dante Ramon
Ledesma, que sofreu um AVC recentemente, embora também o braço esquerdo
estivesse comprometido, a sua voz estava muito bem, lágrimas correram
por diversos cantos, inclusive quando ele encerrou e se emocionou
agradecendo o apoio de todos. Cantou “Os Cardeais” junto de Daniel
Torres... a música já é emocionante, imagine nessa circunstância.
Gilberto
Monteiro tocando “Pra ti guria” simplesmente deixou a todos de queixo
no chão! Uma pena serem tão poucas suas apresentações.
Joca
Martins com Ita Cunha empolgou a plateia com “Pelos”, bela homenagem a
José Claudio Machado. A apresentação de Juliana Spanevelo com Janaina
Maia simplesmente parecia um duelo fraterno do The Voice, as duas
simplesmente encantaram com uma linda música, “Sangue da terra nada
Guarani”, sendo aquele momento de contemplação e gratidão por estarmos
presenciando algo tão lindo, que com certeza levaremos por toda nossa
vida.
Encerrado com o “Eu sou do sul” mais longo da história, e o hino rio-grandense com todos os artistas juntos no palco.
Jeândro Garcia
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Léo
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