INJUSTIÇAS DOMINICAIS
Este ano, após meio século, parei de assinar e receber na porta do rancho o jornal Zero Hora. Como disse a três ontontes o periódico está mais fino que assovio de papudo, retransmitindo notícias dormidas e com poucos colunistas de real valor.
Desde então, garrei a balda de, ao acordar, recorrer os aguapés para me inteirar do mundo através do celular.
Hoje, domingo (07), abri e fechei o aparelho em seguida. Duas postagens carregadas de injustiças me taparam de nojo.
A primeira foi o embarque da delegação da RBS (a Emissora dos Casais) para a copa do mundo. Gente com pouca ou nenhuma expressão viajando e deixando aqui, no esquecimento, o melhor repórter de todos, ou seja, o José Alberto Andrade. Que baita injustiça.
Dizem que o manda chuva da rede é um mineiro. Não sei quem é mas, com certeza, um grande desconhecedor do que faz além de andejar, possivelmente, pelos caminhos do compadresco.
A segunda grande injustiça, em outro nível é óbvio, foi o julgamento do menino Henry Borel aonde a juíza Elizabeth Machado Louro absolveu a mãe (para mim uma assassina) citando os termos "misogenia" e "cultura patriarcal" para justificar o perdão judicial a Monique Medeiros. Nos tempos modernos digo que isto é lacração sendo usada em âmbito judicial para livrar uma criminosa.
O negócio, para não me irritar já de manhã, foi desligar o celular, virar para o lado e dormir até as 10h para ver a fórmula 1, pois me parece que está surgindo um Airton Senna italiano.