ISTO É HISTÓRIA,
O RESTO É ESTORIA.
Em agosto de 1947, em Porto Alegre, eclodiu forte uma proposta de amor à terra nativa. Jovens estudantes oriundos do meio rural, de todas as classes sociais, liderados por Paixão Côrtes, criam um Departamento de Tradições Gaúchas no Colégio Estadual Júlio de Castilhos com a finalidade de preservar as tradições gaúchas e também de desenvolver a cultura rio-grandense, interligando-se e valorizando no contexto da cultura brasileira.
Entusiasmados com a ideia procuraram a Liga de Defesa Nacional e contataram o Major Darcy Vignolli, responsável pela organização das festividades da “Semana da Pátria”, expressando o desejo do grupo de se associarem aos festejos, propondo a possibilidade da retirada de uma centelha do “Fogo Simbólico da Pátria” para transformá-la em “Chama Crioula”. Nessa oportunidade, Paixão recebeu o convite para montar uma guarda de gaúchos pilchados em honra ao herói farrapo David Canabarro, que seria transladado de Sant’Ana do Livramento para Porto Alegre.
Paixão Côrtes, para atender o honroso convite, reuniu um piquete de oito gaúchos e, no dia 5 de setembro de 1947, prestaram a homenagem a Canabarro. Esse piquete hoje conhecido como o Grupo dos Oito, ou Piquete da Tradição, foi a primeira semente que seria seguida no ano seguinte, na criação do “35” CTG.
Antonio João de Sá Siqueira, Fernando Machado Vieira, João Machado Vieira, Cilço Campos, Ciro Dias da Costa, Orlando Jorge Degrazzia, Cyro Dutra Ferreira e João Carlos Paixão Côrtes, seu líder. Durante o cortejo, o “Grupo dos Oito”, os jovens estudantes, conduziam as bandeiras do Brasil, do Rio Grande e do Colégio Júlio de Castilhos.
Entusiasmados com a ideia procuraram a Liga de Defesa Nacional e contataram o Major Darcy Vignolli, responsável pela organização das festividades da “Semana da Pátria”, expressando o desejo do grupo de se associarem aos festejos, propondo a possibilidade da retirada de uma centelha do “Fogo Simbólico da Pátria” para transformá-la em “Chama Crioula”. Nessa oportunidade, Paixão recebeu o convite para montar uma guarda de gaúchos pilchados em honra ao herói farrapo David Canabarro, que seria transladado de Sant’Ana do Livramento para Porto Alegre.
Paixão Côrtes, para atender o honroso convite, reuniu um piquete de oito gaúchos e, no dia 5 de setembro de 1947, prestaram a homenagem a Canabarro. Esse piquete hoje conhecido como o Grupo dos Oito, ou Piquete da Tradição, foi a primeira semente que seria seguida no ano seguinte, na criação do “35” CTG.
Antonio João de Sá Siqueira, Fernando Machado Vieira, João Machado Vieira, Cilço Campos, Ciro Dias da Costa, Orlando Jorge Degrazzia, Cyro Dutra Ferreira e João Carlos Paixão Côrtes, seu líder. Durante o cortejo, o “Grupo dos Oito”, os jovens estudantes, conduziam as bandeiras do Brasil, do Rio Grande e do Colégio Júlio de Castilhos.
Pois foram estes, também, os responsáveis que acenderam a primeira Chama Crioula no dia 7 de setembro de 1947, ou seja, há 79 anos, antes da extinção do Fogo Simbólico da Pátria.
Paixão Côrtes subiu os degraus da pira e, com um archote improvisado (feito de estopa embebida em querosene em um cabo de vassoura), recolheu a centelha que foi conduzida, a acavalo até o Colégio Júlio de Castilhos aonde aconteceu a primeira Ronda Crioula, início de tudo o que vemos hoje em matéria de comemorações farroupilhas.
Isto é história. O resto, como acendimento da Chama quase um mês antes, é estoria.
Flagrante da retirada da chama em 1948
Segundo Hélio Ferreira, filho de Cyro Dutra Ferreira, a retirada da Centelha em 1947, não teve registros fotográficos, já em 1948 a imprensa se fez presente para registrar o acendimento a zero hora do dia 8 de setembro pelo Patrão do 35 CTG.

