INDEPENDÊNCIA
Independência ou Morte, do pintor paraibano Pedro Américo
(óleo sobre tela - 1888)
Uma das palavras que acho mais lindas e representativas do dicionário da língua portuguesa é "independência".
Existe algo melhor do que uma Pessoa, um Estado, uma Nação ser independente? Não ser atrelado a favores na doença, nas finanças, na liberdade de ir e vir? Creio que não.
Pois hoje, 7 de setembro, comemoramos nossa independência de Portugal, ou seja, deixamos de ser uma colônia lusitana (isso após terem nos levado quase todas as riquezas que vão de madeira a diamantes).
Isso tudo devemos ao Imperador Napoleão Bonaparte que fez com que Dom João VI deixasse as pressas seu reinado e viesse se refugiar em nosso Brasil. Graças a isso também tivemos o melhor mandatário que pisaram em nosso solo pátrio em todos os tempos - Dom Pedro II.
E o ato simbólico de separação de Portugal e Algarve coube a Dom Pedro de Alcantara justamente neste dia e mês, no ano de 1822.
O ato tem como marco o grito da "independência ou morte" proclamado as margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, mas o processo não foi simples e envolveu disputas políticas, militares e diplomáticas entre grupos favoráveis a manutenção do vínculo com a Pátria Mãe e defensores da autonomia brasileira que culminou com a formação do Império do Brasil. Tais negociações se estenderam até o reconhecimento formal da independência em 1825.
Uma pena que nossa nação tão linda e generosa seja um antro de corruptos que só pensam em si.
De toda a forma, e na esperança de um dia termos reais motivos para festejar nossa independência, desejamos a todos um bom 7 de setembro.
