Por vezes me manifesto contrariado com a localização do símbolo mais representativo do Rio Grande do Sul, ou seja, a estátua do Laçador, obra do escultor Antônio Caringi. Quem chega a Porto Alegre o avista de longe. Quem saí, o enxerga de costas.
Sempre achei que tal monumento deveria ficar em meio ao povo para fotos e um contato menos distante. Mas como, se o povo não tem o mínimo respeito para com nossas praças e memoriais?
É melhor que fique a quilômetros desses vândalos, arruaceiros e suas ideias de jericos, para evitar ações como esta que aconteceu nesta semana com as estátuas dos poetas Carlos Drumond de Andrade e Mário Quintana, aqui na Praça da Alfândega, em Porto Alegre.