RETRATO DA SEMANA

RETRATO DA SEMANA
José Estivalet declamando na Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

OPINIÕES SOBRE O TEMA


A DURA VIDA DOS GRUPOS DE BAILE NO RS
 
PARTE II
 
Mais algumas dentre as dezenas de manifestações sobre a matéria exposta dia 31, terça-feira. 
 
 
Celio Oliveira Poderia fazer um texto tão grande quanto o do autor mas certamente não teria a mesma qualidade. Eu que divulguei a música do Sul por 15 anos, creio que conheço um pouco dessa história e só posso lamentar que tenha chegado a esse ponto. Continuo admirando a música do Sul especialmente a gaúcha e só quero deixar uma pequena observação.

Já diz o ditado: ""Uma andorinha só não faz verão"". Enquanto cada um lutar por si, a coisa vai continuar assim. Música é movimento. Se o movimento em cima de um determinado estilo estiver forte todos ganham. Os sertanejos se juntam pra fortalecer o movimento. Se tem qualidade ou não já é outra história mas eles juntos dominam o mercado. A música gaúcha teve o seu momento mas ao invés de unirem forças se distanciaram mais ainda e junto a todos os fatos citados pelo autor de forma brilhante, deu no que está hoje.
Esta é a minha humilde opinião, com todo o respeito aos amigos artistas do Sul. 
 
Jeandro Garcia Deixamos de investir no bom atendimento nos CTGs (isso passa pelos bailes) para focar somente em competição. A diferença é que antes a roda girava.., se faziam bons bailes e o lucro era muito bom, que mantinham muito bem as entidades. Hoje esta roda não dá a volta completa, e na hora que a entidade precisa de recursos pra se manter, a verba já acabou... e quando a entidade resolver fazer eventos para se levantar, os mesmos que usufruíram o ano todo não vem lavar um prato no evento.

Paulo Roberto Rossal Guimarães O problema maior dos CTG a muito tempo é o exagero na competição, vejam bem disse exagero, esquecendo das coisas básicas, primeiro cuidar do galpão, depois cuidar e incentivar os departamentos que trazem pessoas para a Entidade como a invernada mirim e xirú, também incentivar os departamentos dos individuais, mas primando sempre por culturar, preservar e transmitir a nossa rica tradição, isso é o que diz a nossa carta, deixando de lado o exagero das competições, pois no meu entendimento TRADIÇÃO NÃO RIMA COM COMPETIÇÃO, e sempre incentivando e desenvolvimento do principio do voluntariado, sabemos como tem que se levar uma Entidade tradicionalista, desde os princípios do movimento, mas parece que esquecemos como fazer isso, devemos nos voltar para os ideais e objetivos para o qual o movimento foi criado, se desenvolveu tanto e agora se não mudarmos iremos assistir o seu padecimento.

Rogério Damasceno Emerich Parabéns ao meu conterrâneo Leo Ribeiro por abrir essa questão! Estamos peleando com facão sem cabo e nenhum canivete no bolso. Tu investe 25.000 numa gaita pra depois os patrões quererem pagar 1500 pra tocar?! Tem que haver uma mudança e logo! E tem gente que se reúnem e dizem que é um grupo, pedem aparelhagem emprestada e cobram 500 pila, só pra tirar os bailes de grupo de pequeno e médio porte! Tá uma vergonha isso!
 

Ubiratã Reis É uma verdadeira "guerra" de amigos, seu o que é isso, o que mais falam: FAZ BARATINHO PRA DIVULGAR TEU TRABALHO, A PRIMEIRA VEZ NÃO PAGO MAIS QUE R$ 800,00 PILA, E ETC...
 
Chega ser engraçado demais. Teu ônibus não quer saber se é barato, músicos também não, poucos valorizam teu esforço, teu suor pra que o baile daquele contratante ou dono daquele salão seja um sucesso, por que é o grupo musical que vai fazer o baile ser bom, daí não tem importância se estão pagando só os R$ 800,00, o baile tem que ser o melhor!!!!  As pessoas não valorizam a própria cultura...