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terça-feira, 10 de maio de 2016

CENTO E TRÊS ANOS DE CULTURA


E DESCONSIDERAÇÃO
 
 
Francisco Pereira Rodrigues, advogado, político, poeta, romancista e historiador regionalista, talvez entre para a história como nela entrou João Simões Lopes Neto, que só foi reconhecido literariamente depois de morto, apesar de sua vasta e bela obra.
 
Já tentamos incluir o nome de Francisco Pereira Rodrigues como Patrono da Feira do Livro de Porto Alegre, Patrono da Semana Farroupilha, etc.. etc.. etc... mas como lhe falta mídia, nunca conseguimos nada.
 
Abaixo, um pouco de seu trabalho em forma de livro, versando sobre a cultura regional gaúcha.
 
Filho de Amaro Joaquim Rodrigues e Laudelina Pereira Rodrigues, de uma família de três irmãos, nasceu em 23 de abril de 1913, em Santo Amaro, na época distrito e sede do Município de General Câmara.
Um de seus irmãos, Lauro Pereira Rodrigues, falecido em 1978, era jornalista, radialista e político, tendo apresentado, em 1935, na Rádio Sociedade Gaúcha, o primeiro programa de atrações regionalistas no Rio Grande do Sul, Campereadas, e, em 1958, na Rádio Farroupilha, o programa Roda de Chimarrão, que, além da ênfase no tradicionalismo, falava de assuntos rurais e urbanos de Porto Alegre. Lauro Pereira Rodrigues foi, também, vereador deputado estadual e deputado federal pelo Rio Grande do Sul.
A contribuição do escritor Francisco Pereira Rodrigues para a cena cultural gaúcha é significativa, pois já publicou 41 obras literárias, além de mais de uma centena de artigos sobre os mais diversos assuntos, contos, poesias, discursos, entrevistas, conferências em diversos jornais e Revistas Especializadas. Publicou ainda em seis antologias e foi colunista do jornal Correio do Povo no período de 1937 a 1988.
Com certeza, após sua morte, receberá diversas homenagens...