RETRATO DA SEMANA


Que o acontecido com o dócil Orelha (massacre que serviu de diversão para adolescentes) sirva de alerta para dezenas de situações semelhantes de maus tratos aos animais. As penas são brandas para estes MARGINAIS.arginais.

domingo, 30 de março de 2014

DOS FIASCOS QUE A GENTE FAZ


 Lá fora, para facilitar a identificação de Masculino ou Feminino,
não se usava porta nas latrinas...


Como hoje é domingo, vamos aí para mais um Causo de Galpão.

A maioria das pessoas gostam de contar vantagens tipo: eu fiz isto, eu fiz aquilo, eu saí de lombo liso... eu sou o cara. Comigo, não é muito diferente, embora sempre esteja sempre me policiando em relação a ser gavola, a queimar campo...

Como dizia meu amigo Nilson Gonçalves, o Monarca: - Conto dos tragos que tomo, mas escondo os tombos que eu levo.

Pois então vou contar de um fiasco meu, ocorrido há poucos dias atrás.   

Vinha eu e minha família, de Jaguarão, onde fui dar uma de chibeiro, quando, "loco" de fome e de vontade ir às casinhas (bamheiro), paramos num restaurante um pouco antes de Pelotas. Ambiente lotado naquele domingo ao meio dia...

Enquanto meu pessoal procurava uma mesa eu campeava o tal de mictório ou, para ser mais fino (e menos grosso) o toilett (lá fora se dizia - patente).

Hoje em dia está tudo muito confuso para identificar quem vai aonde.  Num C.T.G., a coisa é mais simples. É Peão ou Prenda e... tá feito o carreto.

Nestes restaurantes inventam de botar uma bengala ou um leque, uma cartola ou um chapéu feminino, um sinal ♂ ou ♀ que sempre acaba me confundindo.

Naquelas alturas do campeonato bombeei uma porta e fui entrando, já desabotoando a "budega" da bombacha. Banheiro vazio...

Estranhei não ter aquelas "calhas" onde a peonada se perfila, lado a lado, para urinar...  

Me enfiei em uma das "repartições" e quando estou ali, me sentindo aliviado, adentra no recinto vozes femininas... 

Aí, me dei conta da situação. Estava no banheiro errado! Fazer o que? Esperar as damas saírem...

Vocês não imaginam a eternidade que foi aqueles momentos. Saíam umas, entravam outras e eu ali trancado, tapado de suor, ouvindo tudo... Depois de quase meia hora, meu pessoal me procurando, deu uma vasa e saí, a galope, do banheiro.

Aí me senti um artista!

O restaurante inteiro parecia que me olhava.

De bota e bombacha, saindo do banheiro das prendas... Mas que fiasqueira de luxo!

Mas eu conto as patacoadas... rsrsrsr.... Muitos só contam as proezas!

Em tempo: E não me venham os gozadores dizer que eu estava no banheiro certo!!!