RETRATO DA SEMANA

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segunda-feira, 6 de março de 2017

DAS BALDAS QUE ME FAZEM FELIZ



Não vou entrar no mérito e sair filosofando sobre o que é a felicidade. Se existe de verdade, se é efêmera, se está vinculada a dinheiro, se isto ou aquilo. Para mim estar feliz é estar em paz. E o que me faz sentir em paz? As coisas simples, mas de real valor.

Os prazeres mudam de pessoa para pessoa e o que me dá alegria, para outros, pode não passar de perda de tempo. O exemplo mais concreto disto é meu gosto por museus.
 
Mas também me emponcha de satisfação uma cavalgada a campo aberto, rodeado de parceiros de fé; uma prosa sobre poesia; um vistaço no mar; um texto bem escrito; os animais; os velhos; a dignidade; a maioria dos esportes...
 
Nestes sessenta e poucos de vida aprendi os atalhos para fugir das tristezas. Não olho filmes que me comovam, não leio sobre políticos, não vou a lugares que não gosto, imagino um mundo sem doenças e livre das injustiças. Sou meio alienado.
 
Se vou a velórios de meus amigos, não lhes digo adeus. Falo - até um dia, e agradeço a Deus por tê-los conhecido.
 
Mas uma balda que me deixa realmente contente, exultante, é a presença de meus filhos. Nada se compara. Emoção nenhuma tem este alcance.
 
Por isso, neste 06 de março, só tenho a agradecer a ti, Mari, por estes vinte e cinco anos ininterruptos de plena felicidade. Quando o tempo passa num "upa" é porque foi prazeroso. E pouco importa que o espelho não minta para mim. Enquanto eu te sentir por perto, mesmo de alma, estarei feliz.
 
FELIZ ANIVERSÁRIO.