RETRATO DA SEMANA

RETRATO DA SEMANA
Realmente, o assunto Baiano Candinho despertou grande interesse em nossos leitores. Olhem só a verdadeira relíquia que nos chega através do meu amigo e parceiro de cavalgadas Marco Aurélio Angeli, carinhosamente cohecido como Zoreia, um dos homens mais campeiros deste Rio Grande. O flagrante é um retrato, talvez único, onde aparece Baiano Candinho (o penúltimo sentado a direita). Tal chapa, segundo a saudosa avó do Marco Aurélio, foi por ocasião de uma eleição. O que podemos concluir, é que estas pessoas (reparem as vestimentas) faziam parte do famoso Esquadrão Josaphat durante a Revolução Federalista aonde Candinho era o grande líder na região de Três Forquilhas. Tal foto faz parte do acervo do Marco Aurélio.

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sábado, 19 de março de 2016

CINCO ANOS SEM ARGENTINO LUNA


 
Em sua certidão de nascimento consta Rodolfo Gimenez, mas foi mais conhecido por seu nome  artístico Argentino Luna. Nasceu em General Madariaga, Província de Buenos Aires, Argentina em 21 de junho de 1941. Foi um cantor, pajador  e compositor, representante autêntico do folclore argentino.

Também foi apelidado de "El Negro" y "El Gaucho de Madariaga".
Filho de peões argentinos, nunca estudou música, sendo autodidata, seu talento foi a espontaneidade. Se destacou por tocar os ritmos clássicos argentinos, a milonga e zambas, tendo gravado mais de 300 canções, sendo em muitas vezes ao estilo semelhante de um pajador.
 Compos e gravou junto com Jayme Cetano Braun “ Milonga de Três Bandeiras”.
 Em sua carreira artística percorreu o Japão, Panamá, Costa Rica, Uruguai, Estados Unido, Paraguai e Brasil, onde anualmente se encontrava pajando com Jayme Caetano na Assembleia Legislativa.
Recebeu diversos prêmios em seu país, como :   la Palma de Plata, el  Limón de Oro, el Gardel de Oro, el Charrúa de Oro.
 Faleceu aos 69 anos em 19 de março de 2011.
Em seu velório suas filhas não permitiram que seus admiradores fizessem sua última despedida, nem o cantor Chaqueño Palavecino, amigo íntimo,, e com o qual se apresentavam juntos, pode dar seu adeus. A viúva com quem o cantor viveu os últimos dez anos e sua filha foram retiradas do local do velório, num ato que por certo Argentino Luna não merecia.

Colaboração: Hilton Araldi