RETRATO DA SEMANA


Para quem começou este blog há 16 anos atrás com 40, 50, acessos diários, terminar o mês de junho com 99.429 acessos (somente no dia 01 já tivemos 10.040 visitas) só aumenta nossa responsabilidade. Continuamos peleando apenas pelo prazer de ser mais um guardião da cultura regional gaúcha.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

LALAU MIRANDA VAI CUMPRIR EXIGÊNCIAS


MAS ESPERA QUE MESMO RIGOR SEJA APLICADO A OUTRAS INSTITUIÇÕES 
 
 
Fonte: Rádio Uirapuru
Colaboração: Hilton Araldi

 
Desde quinta-feira (7) o CTG Lalau Miranda é tema de uma polêmica em Passo Fundo, o motivo foi ter recebido um pedido de interdição pelo Ministério Público, em virtude de denúncia por excesso de barulho, feita por uma vizinha da entidade.
 
A ação foi movida pelo promotor Paulo Cirne, há um ano, desde então, recebeu notificações do Ministério, por estar ultrapassando o limite aceitável de poluição sonora, ou seja, 50 decibéis.
 
O promotor reconhece a importância do CTG para a cultura gaúcha, mas acha que é necessário que o local cumpra as exigências estabelecidas pela lei. O som registrado foi medido por duas vezes, na primeira já mostrava 90 decibéis. Após receber a notificação, a sede foi reformada e conseguiu passar para cerca de 80 decibéis, ainda acima do limite permitido.
 
Em entrevista ontem (11) ao programa Repórter do Povo da Rádio Uirapuru, o patrão do centro cultural, José Henrique Fonseca, afirmou que já foi gasto R$ 60 mil em reformas para isolar o som. O patrão ressalta que nestes 30 dias que o Lalau Miranda tem para apresentar um plano de reforma para o Ministério, ainda pode faze eventos, porém o volume do som não pode ultrapassar o limite permitido.
 
Segundo Fonseca, será necessário reformar toda a forração acústica nos 1000m² que o CTG tem. Para José Henrique Fonseca, falta bom senso por parte da denúncia, já que o município sofre, diariamente, com reclamações de extremo barulho em vias públicas como Rua Independência e Moron.
 
Ele a destaca que espera que essa medida seja tomada em outros lugares também, pois se é para Passo Fundo ser a “capital do sossego público” então que seja em todos os ambientes, e não apenas no Lalau Miranda.