RETRATO DA SEMANA

RETRATO DA SEMANA
José Estivalet declamando na Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

APEGO É APEGO


EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO

Muitos me perguntam como mantenho meu cavalo, o Mouro Velho, ou Mister M, gastando com comida e veterinário, há quase três anos sem poder encilhá-lo devido a uma laminite (aguamento) que o impossibilitou de me carregar, refazendo nossas andanças por este Rio Grande velho. 

Bombeando uma reportagem sobre o policial que ficou ao lado de sua égua, confortando-a até a hora da morte, reafirmo: Apego é apego em qualquer lugar do mundo. 

                               Foto: Departamento de Polícia de Houston

Com seis anos de idade, a égua Charlotte passou os últimos quatro anos como patrulheira do Departamento de Polícia de Houston, no Texas. Montado sobre ela na maior parte desse tempo, o policial D. Herrejon monitorava as ruas da cidade. Essa história de dedicação e lealdade terminou na sexta-feira, dia 4.

Um caminhão acertou a égua em cheio e provocou graves ferimentos nas patas traseiras. Charlotte não resistiu e morreu. Inconsolável, o policial sofreu ao lado dela até a chegada de um veterinário.

A morte do animal representou o fim de uma grande afinidade entre Charlotte e o policial. Herrejon a tratava não só como um animal, mas como sua parceira de trabalho. Nas redes sociais, o oficial Herrejon fez homenagens postando fotos e um texto de despedida. “É com o coração pesado que anuncio a morte de Charlotte, que morreu em seu trabalho, em um acidente de automóvel”, disse. Essas imagens viralizaram na internet e comoveram pessoas em todo o mundo.

O policial disse que a égua adorava seu trabalho, estava sempre pronta para colocar bandidos na cadeia e se entregava às carícias de crianças nas ruas. Todos do departamento tinham uma afeição muito grande por ela, já que sua transferência para o Texas aconteceu logo quando completou dois anos de idade. Em um documento, a corporação afirma que “ela fará muita falta”.


Fonte: Mail Online
Por Paula Spínola, com edição de Edson Franco.