RETRATO DA SEMANA


Para quem começou este blog há 16 anos atrás com 40, 50, acessos diários, terminar o mês de junho com 99.429 acessos (somente no dia 01 já tivemos 10.040 visitas) só aumenta nossa responsabilidade. Continuamos peleando apenas pelo prazer de ser mais um guardião da cultura regional gaúcha.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

PELAGEM DE CAVALOS


Mister M. - Meu Mouro Negro parceiro e confiança de cavalgadas há vários anos.

A partir desta data, começaremos a falar, especificamente, sobre um grande amigo do gaúcho, o cavalo.

Não precisamos descrever aqui a importância que o "pingo" teve e tem na formação do povo sulino. Foi a pata de cavalo e a ponta de lança, nossas maiores conquistas.

No lombo da cavalhada escreveu-se a história do Rio Grande. Mas estes fatos tão decantados em poemas e canções são por demais conhecidos (uma das composições mais lindas a respeito, para o meu gosto, foi Florêncio Guerra e Seu Cavalo, de Mauro Ferreira e Luiz Carlos Borges, vencedora de uma California) e queremos falar aqui é de outro assunto interessante e que causa muitas dúvidas aos novatos das cavalgadas. As Pelagens.

Portanto, a cada postagem, vamos falar sobre um pêlo de animal. Vá se ligando, meu amigo Rosalino, que chamou um cavalo lubuno de "meio esverdeado".

... e se alguém falar que vende cavalos para fabricação de salames, saia de perto de mim!

PÊLO MOURO - formado pela mistura de pêlos brancos sobre um fundo escuro, fazendo lembrar a cor mais ou menos acentuada "ardósia", caracterizado pela cabeça e extremidades negras.

Claro - quando o todo toma uma cor cinzenta clara.

Negro - quando é bem acentuada a cor escura, pela menor presença de pêlos brancos na mistura.