1ª Prenda Juvenil Clarissa Lima, Adão Bueno, Marco Aurélio, Léo Ribeiro, Patrão Tadeu Barbosa Velho, Jaures Feijó e a prendinha Tayná, debatendo os rumos do tradicionalismo serrano
Chegando agora (boca da noite de domingo) de São Francisco de Paula.
Enquanto que na av. Júlio de Castilhos, abaixo de muito frio, chuva e cerração se desenvolvia a Festa do Pinhão, um grupo de gaúchos, a convite da Primeira Prenda Juvenil, Clarissa Lima, se reunia no CTG Rodeio Serrano para palestras e debates sobre o momento em que atravessa o nosso tradicionalismo.
Assuntos como a guerra dos farrapos, tropeirismo, mitos e lendas, danças gaúchas, indumentária e outros tantos, vieram a tona. Mas o que mais prendeu a atenção e preocupou os "seminaristas" foi o tema trazido pelo patrão do CTG Tadeu Barbosa Velho. - O que fazer para manter dentro dos quadros das entidades aqueles jovens que vão dos 15 aos 25?
Segundo o patrão até as invernadas juvenis as coisas vão bem. Depois, há uma evasão e não se sabe o porque desta fuga e o que fazer para evitá-la.
Verificou-se, também, que quando se atinge uma idade onde se constitui nova família, os filhos, por forças das invernadas mirins, trazem os pais de volta para os Centros de Tradições.
Nos bailes, segundo o patrão, nota-se claramente este vácuo, ou seja a ausência dos jovens.
Seria uma solução profissionalizar (pagar) as invernadas adultas? Mas e quem não tem condições?
Perguntado que fui sobre o que fazer para solucionar tal problema, sinceramente não soube responder.
Quem sabe meu amigo Rogério Bastos, grande conhecedor destes meandros do tradicionalismo, me aponte uma solução e nos ajude a buscar rumos para uma situação que, creio eu, deve ser meio geral.
