RETRATO DA SEMANA


Vamos escolher com muita consciência quem vai comandar nossa nação pelos próximos quatro anos. Estaremos todos no mesmo barco.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

RANCHO DA SAUDADE É PENTA CAMPEÃO


DO ENART


CTG Rancho da Saudade, de Cachoeirinha - 1ª RT

Modalidade: Danças Tradicionais Força A

5) CTG Lalau Miranda - Passo Fundo - 7ªRT
4) CTG Aldeia dos Anjos - Gravataí - 1ªRT
3) DTG Clube Juventude - Alegrete - 4ªRT
2) CTG Tiarayú - Porto Alegre - 1ªRT
1) CTG Rancho da Saudade - Cachoeirinha - 1ªRT

Modalidade: Danças Tradicionais Força B

5) GF Chão Batido - Ijui - 9ªRT
4) GDF Os Farroupilhas - Santo Angelo - 3ªRT
3) CTG Galpão da Boa Vontade - Palmeira das Missões - 17ªRT
2) CTG Gaspar da Silveira Martins - Ajuricaba - 9ªRT
1) CTG Tropeiro Velho - Panambi - 9ªRT

Grupo de Danças Mais Popular
CTG Ronda Charrua - Farroupilha

Conjunto Musical de Invernada
1 – CTG Sentinela da Querência – Santa Maria
2 – CTG M- Bororé – Campo Bom
3 – CPF Piá do Sul – Santa Maria

Melhor entrada
1 –DTG Clube Juventude- Alegrete
2 – União Gaúcha J. Simões Lopes Neto – Pelotas
3 – CTG Campo dos Bugres – Caxias do Sul

Melhor Saída
1 – DTG Clube Juventude – Alegrete
2 – CTG Ronda Charrua – Farroupilha
3 – CTG Aldeia dos Anjos - Gravataí

Grupo de Danças Mais Popular
CTG Ronda Charrua - Farroupilha

Melhor Acampamento
CTG Adaga Velha – Rosário do Sul

14ª Mostra de Arte e Tradição Gaúcha
1 – 13ª Região Tradicionalista
2 – 9ª Região Tradicionalista
3 – 28ª Região Tradicionalista

Destaque do Enart 2014
1 - CTG Sentinela da Querência – Santa Maria
2 - CTG Lalau Miranda – Passo Fundo
3 - CTG Carreteiros do Sul – Pelotas

Troféu Marca Grande (Região Mais Premiada)
1ª Região Tradicionalista

Em breve estaremos postando os vencedores das demais categorias.



sexta-feira, 18 de maio de 2012

O CTG NÃO É UM CLUBE QUALQUER!


Ontem, após termos feito àquela postagem sobre os problemas enfrentados pelos CTGs de Santa Maria, em relação aos processos judiciais em virtude da propagação do som, fato que, de verdade, incomoda os vizinhos, recebemos muitas colocações de leitores do blog. Uma delas chamou-nos a atenção por ponderar que O CTG, COMO QUALQUER CLUBE SOCIAL, ESTÁ FADADO A DESAPARECER. O leitor faz um relato da situação administrativa das sociedades, outrora tradicionais, e coloca os centros de tradições neste roldão.

Não pensamos assim. É claro que as entidades passam por um período crítico pela falta de dinheiro e má administração. Não vou falar aqui pelas exceções, pois há sociedades que estão muito bem, obrigado, mas no geral, as entidades cultoras do tradicionalismo vão peleando só com o cabo da faca. Culpo, em parte, o próprio MTG que, como todo órgão centralizador, visa muito a si próprio e esquece dos seus filiados.

Mas o que queremos realmente dizer, contrapondo nosso leitor, é que o CTG não é um clube social qualquer, porque ali, naquele ambiente, por vezes rude, considerado por muitos como antiquado, ainda se preserva um grande e inestimável valor que é a FAMÍLIA. Tem que se adequar aos novos tempos e ir ao encontro dos sócios, praticar filantropia, sair da mesmice das bailantas e se aculturar mais? Tem! Mas este predicado ninguém tira de um CTG. O alicerce familiar.

Em cima deste mesmo tema nos escreve outro leitor e grande colaborador do blog, Carlos Homrich.

Mano Léo.

É verdade. O que vem acontecendo com muitos CTG's, que estão sendo obrigados a fecharem suas portas para os ensaios de suas invernadas, para a realização de bailes tendo em vista a adaptação ao Código Municipal de Posturas  e respeito a Lei do Silêncio.

Em Cachoeirinha, um CTG teve que ficar muito tempo fechado e ainda se encontra assim, devido a este Código de Posturas. E o pior, pediu ajuda ao MTG e nada foi feito, e muitos outros estão sofrendo com isso.

Nada contra, mas acredito que o nosso Movimento Tradicionalista Gaúcho - MTG tem que se movimentar e realizar junto as Prefeituras, Ministério Público, etc, um acordo ou convênio para que possam nossos CTG's se adequarem a este Código.

Já não houve uma adequação, convênio com o Ministério Público Federal com o MTG no sentido de "O MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO ENGAJADO NA CAMPANHA DE COMBATE À CORRUPÇÃO".

Então, quem sabe o MTG entra nesta também e vai fazer um acordo (convênio) com as Prefeituras Municipais no sentido de adequação de nossos galpões a Lei do Silêncio.
Sei que teremos até ajuda de muitas Prefeituras, até ajuda financeira, através de Leis de Incentivo a Cultura, etc, para verem realizadas este Código de Posturas.

Tenho certeza que todas as Prefeituras irão se mobilizar, pois sabemos que povo nenhum sobrevive sem a sua tradição e a nossa Tradição Gaúcha está acima de qualquer outra e não pode se terminar assim. Temos que nos adequar também.

Carlos Homrich
Advogado
OAB/RS 39.479
Tradicionalista    

quinta-feira, 17 de maio de 2012

CTGs REGIDOS PELA "LEI DO SILÊNCIO"

Gravura de Carlos Montefusco

Em Santa maria, centros gaúchos enfrentam processos de vizinhos em função do barulho. Foi-se o tempo em que o baile se estendia até o sol raiar. Agora, a tradição gaúcha tem hora para acabar e não adianta sapatear.

Os Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) estão tendo que se adaptar ao código Municipal de Posturas  e respeitar a Lei do Silêncio. Por determinação da justiça, o CTG Farroupilhas, no bairro Itararé, em Santa maria, foi fechado e só reabrirá quando instalar um isolamento acústico.

Pelo menos outras três entidades tradicionalistas, entre elas o Piá do Sul e o Sentinela da Querência, estão se incomodando com os vizinhos que reclamam do barulho. O Centro de Pesquisas Folclóricas Piá do Sul sofreu processo mas fez acordo e os próprios vizinhos estão colaborando na doação de tijolos para aumentar o muro na tentativa de diminuir a propagação do som. Sacos de estopa estão sendo colocados no teto e os ensaios da invernada artística que antes passava das 23 h, agora termina às 22h.

O CTG Sentinela da Querência, em Camobi, recebeu notificações sobre o barulho e também tenta se adequar. O ideal seria implantar o projeto de isolamento acústico, mas o custo foi avaliado em torno de R$ 300 mil.

Já o Ponche Verde CTG, no centro da cidade, recebeu reclamações informais e alterou seus horários. As invernadas artísticas ensaiam até as 23 h e os bailes de final de semana não passam das 3 h.

O problema, segundo João Carlos Cardoso de Lima, Coordenador da 13ª Região Tradicionalista,  é que os centros de tradições foram construídos há pelo menos 30 anos, em locais onde havia pouca vizinhança, mas a cidade se expandiu e os problemas apareceram.

Fonte: ZH

Lembro que alguns CTGs de Porto Alegre também passaram, ou passam por este tipo de problema. O Centro de Tradições Gildo de Freitas, por exemplo,  sofreu por quase dez anos com estes contratempos. O engraçado é que o autor da ação contra o Gildo (CTG), enquanto deixavam seu cavalo pastar nas dependências da entidade, nunca incomodou-se com o barulho. Foi trocar de patronagem e proibirem seu pingo de alimentar-se do verde pasto e o alto som passou a lhe fazer mal.        


quarta-feira, 16 de maio de 2012

PRIMEIRA INVERNADA DO RODEIO SERRANO

Não sei se é o caso de vocês, mas a mim me agrada uma coisa por demais os velhos retratos, pardos pelo tempo. Quanta recordação é contida num pedaço de papel de 10 x 15 cm! Pois agora, através do facebook, descobri a primeira invernada artística do CTG Rodeio Serrano, esteio do tradicionalismo da minha querida São Francisco de Paula. Nesta chapa, dos idos de 1957, revejo velhos conhecidos. Muitos já se foram camperear nas sesmarias do infinito. Outros, andejam por aí, neste mundão velho de Deus. A segunda prenda, da esquerda para a direita, que foi a primeira "Primeira Prenda" deste CTG, Maria Asmuz Vallim, veio a tornar-se minha sogra, vó de meus filhos.

Notem a autenticidade no trajar. Vestidos de chita, lenços espalhados, chapéus estilo serrano, as bombachas não eram largas (viram pessoal do MTG!)...

Antes de tornarem-se Rodeio Serrano, o CTG era denominado de Coronel Alziro Torres, figura importante por aquelas paragens. Tempinho bueno...     

terça-feira, 24 de abril de 2012

CINQÜENTENÁRIO DO "JUCA DA RATA"

Laçadores do Piquete Juca da Rata, nos áureos tempos, atravessando a Rua da Praia, bem à moda serrana. Da esquerda para a direita: Eron Pinto dos Santos, Dirceu Santos, Peri Fogaça e Adelino Santos. Desta forma foi forjado nosso São "Chico" de Paula!

Quando falamos em Zé Alberto Andrade os desportistas do Rio Grande do Sul, como um todo, sabem de quem se trata. Repórter, comentarista, radialista, enfim, um coringa na manga da Rádio Gaúcha. Competente e minucioso naquilo que se propõe o Zé Alberto é um vaqueano do mundo. Conhece este planeta até do lado avesso e com um detalhe importantíssimo: nunca esqueceu de suas origens! Meu conterrâneo lá de riba da serra (São Francisco de Paula) o Zé Alberto Andrade vem de família de grandes gaúchos, na acepção da palavra, autênticos, puros, terrunhos, poéticos, e faz disto seu orgulho. É um embaixador serrano que carrega flocos de neve na alma, folhas secas de hortências na carteira e a tradição de sua gente no coração.

Desculpe Zé Alberto, mas fui obrigado a postar teu e-mail, pois o mesmo muito me honrou e gostaria de dividir minha alegria com meus leitores.

O Zé Alberto Andrade me escreve para lembrar do cinquentenário do Piquete Juca da Rata, um dos mais tradicionais de nossa terra. São laçadores do tempo em que se atirava um doze braças por prazer, por diversão, por um singelo troféu de madeira, por desculpa para estar entre os amigos. Não existia o mercantilismo que hoje assola os rodeios.

O Piquete Juca da Rata foi (e é) um orgulho dos pagos de cima da serra. Nos campeonatos municipais, onde ocorresse uma rodada de laço,  em cada cancha desparelha dos píncaros da serrania, ele era o "inimigo" a ser batido, como um grande time que todos desejam vencer. Nestes áureos tempos as tardes eram mais gaúchas, os matizes eram mais telúricos, a vida tinha mais graça. Torcidas frenéticas, foguetório tapando o céu e os homens de braços de ouro laçando, laçando, laçando por amor às cores de sua entidade. Tempo bueno, não é verdade meu amigo Raul Andrade?

Eis o e-mail do Zé Alberto Andrade:       

Tchê, Leo.  Como estão as coisas.

Ontem tive a felicidade de comparecer na Estância para pegar com o Cândido as antologias que estavam imperdíveis. Entre uma prosa e outra falei um pouco da minha família para ele, contei das proezas na declamação do tio Dirceu, da mãe e da mana e falei da origem campeira da turma. Foi quando cheguei ao fato do Piquete da Rata ter completado 50 anos no último domingo. O Cândido me atentou – com total propriedade – para mandar algo para ti para ser citado no “blog número um do gauchismo”. Por isto, segue uma pequena lembrança para um eventual registro. Certamente terás como enriquecer este modesto relato.

O “Juca da Rata” completou 50 anos de fundação no último domingo, 15 de abril, tendo sido um dos pioneiros entre os quadros organizados de laçadores na região e, por conseqüência, sendo dos mais antigos em atividade. Com sua sede na beira do Arroio Dizimeiro, naquela que se tornou famosa como a melhor e mais bonita cancha de São Chico, no Distrito do Lageado Grande, o “Piquete da Rata”, como é conhecido, fez fama com campeões do Laço no Rodeio de Vacaria desde as primeiras edições da grande festa. Foram peões como Eron Santos, Oscar Teixeira, “Bilo” Fogaça, Cléber Fogaça, Peri Fogaça e outros tantos que com suas armadas certeiras levaram o nome da entidade e de São Chico além fronteiras, tendo outros integrantes participado de eventos também na área artística. “Com laço na mão, honramos a tradição” é nosso lema. Nossas cores: Camisa branca, bombacha azul escura, lenço azul com bolinhas brancas.

Um abraço do bisneto do Juca da Rata e teu fã.

Zé Alberto Andrade

sábado, 10 de setembro de 2011

VOLTEANDO DATAS - 10 DE SETEMBRO

FUNDA-SE, EM PELOTAS, A UNIÃO GAÚCHA

No Rio Grande do Sul, a 22 de maio de 1898, o Major João Cezimbra Jacques, do Exército brasileiro, gaúcho de Santa Maria (Rio Grande do Sul), inspirado na Sociedad La Criolla, funda em Porto Alegre o Grêmio Gaúcho, para unir os rio-grandenses desunidos pela sangrenta Revolução de 1893 ou Revolução Federalista, que se prolonga até 1895. O Major Cezimbra Jacques, que é hoje patrono do Movimento Tradicionalista Gaúcho, tentou efetivamente deflagrar um movimento tradicionalista, incentivando a fundação de sociedades congêneres nas demais cidades gaúchas.

Em Pelotas, funda-se a 10 de setembro de 1899 a União Gaúcha, mais tarde chamada "União Gaúcha J. Simões Lopes Neto", que teve em suas lideranças nada menos que o grande escritor João Simões Lopes Neto.

Em Bagé, seis dias mais tarde (16 de setembro de 1899) funda-se o Centro Gaúcho.

UNIÃO GAÚCHA

Com 111 anos de fundação, a União Gaúcha João Simões Lopes Neto é a Entidade tradicionalista mais antiga deste Rio Grande em funcionamento, e tem como objetivos relembrar, honrar e conservar as tradições e o patrimônio moral, histórico e cultural do povo sul riograndense.

Cultivando o espírito tradicional da honradez, da dignidade, da lealdade, do cavalheirismo, do patriotismo e da hospitalidade do gaúcho, lembrando através dos seus costumes e usanças, teve seu lema instituída a frase: “PELO RIO GRANDE E AS TRADIÇÕES: TUDO! durante sua fundação em 19 de setembro de 1899 na cidade de Pelotas. Também tem em seus registros, a liderança do ilustre escritor Pelotense, João Simões Lopes Neto, autor de Contos Gauchescos, Lendas do Sul, Causos do Romualdo e tantos outros.

Tudo começou com a fundação do Grêmio Gaúcho por João Cezimbra Jacques em 22 de maio de 1898, que iniciou a implantar no Estado do culto as tradições crioulas, inspirado na Sociedad La Criolla do Uruguai fundada em 24 de maio de 1894. Este sentimento e necessidade de preservar usos e costumes do gaúcho foi o que motivou 82 pelotenses a se reunirem em 10 de setembro de 1899 para a primeira reunião que daria nome a primeira entidade tradicionalista do Rio Grande do Sul. No dia 20 do mesmo ano, este mesmo grupo de “amantes do culto às tradições” e que foram sócios-fundadores, reuniram-se novamente para aprovar os Estatutos e eleger a primeira diretoria, que foi empossada em primeiro de outubro de 1899.

Em 1949, Barbosa Lessa e Paixão Cortes reuniram-se em Pelotas com os ginasianos e tradicionalistas para reerguerem a União Gaúcha, pois depois de muitos anos, em função da Segunda Guerra, a Entidade havia paralisado as suas atividades e ressurgindo assim em 18 de setembro de 1950, reafirmando os princípios de defesa da cultura gaúcha, honradez, lealdade, hospitalidade, liberdade, patriotismo, dignidade, cavalheirismo, desprendimento, cumprimento do dever, autenticidade e adotando o nome completo de União Gaúcha João Simões Lopes Neto em homenagem ao grande tradicionalista e alma inconteste da Entidade e que desde a sua fundação foi um dos membros mais atuantes. João Simões foi seu quarto presidente, empossado em 20 de setembro de 1905.

A LEI 12.672, de 19 de dezembro de 2006 declara a Centenária União Gaúcha João Simões Lopes Neto como bem integrante do Patrimônio Cultural do Estado, oriunda do projeto de lei nº 437/2006 apresentado pelo então Deputado Estadual Nelson Härter Filho.

Colaboração: Hilton Araldi

domingo, 21 de agosto de 2011

É ASSIM QUE SE COMEÇA

Enquanto eu fazia o registro do grande torneio de truco do CTG Glaucus Saraiva, uma movimentação chamou-me a atenção em uma sala do clube. Era um "concurso" de prendinhas e piazitos. Uns touquinhos de gente, bem pilchados, concorrendo para levar o nome de sua entidade no peito. Com a instrutora muito atenciosa e os pais na volta, mais nervosos que as próprias crianças, eles iam cumprindo suas tarefas de desenhar, declamar, dançar, enfim, mostrar, desde tenra idade, o seu apego a este chão. Parabéns ao patrão Gomes, do Glaucus Saraiva e ao presidente do Grêmio de Sargentos Expedicionário Geraldo Santana pelas suas dedicações ás causas tradicionalistas.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A FUNÇÃO SOCIAL DO C T G

Hoje pela manhã, lendo meu jornal, ainda sob o quentume dos acolchoados, vendo os noticiosos relatarem das baixas temperaturas no Estado, fiquei pensando em como estariam áquelas dezenas de pessoas que, no inverno passado, todos os sábados, ali pelas 5 horas da madrugada, juntamente com o Giovani, o Joãozinho e o seu filho Carlos, levávamos chocolate quente e sanduíche. Eram moradores de rua da capital, cada qual com uma história de vida que nós passamos a vivenciar. Atendíamos em torno de cem pessoas em três pontos. Ali na av. Ipiranga, na frente da Excelcior Pneus, lá no centro, na Gerônimo Coelho e ali perto da rodoviária.

Este inverno, um pouco por comodismo, outro pouco pela própria saúde, não me fiz presente, mas confesso: um sentimento, misto de remorso e pena, se adentrou em meu peito.

Aí, meus amigos, fiquei pensando, também, na função social de um CTG. Será que é só cultivar ás tradições irmanando seus associados através de bailantas, rodeios e apresentações artísticas? Tenho o maior carinho pelos Centros de Tradições, pois vivi muitos anos de minha vida dentro de um destes, só que, nos 10 anos em que fui posteiro da invernada artística do Rodeio Serrano, lá de São Chico, não lembro de termos feito alguma campanha de agasalho. Queríamos, na nossa juventude, dançar e dançar.

Penso que as entidades culturais, como um todo, deveriam sair da sua clausura e ir ao encontro dos problemas sociais (não políticos) como campanhas anti-drogas, do agasalho, contra a fome, etc...

Tenho a certeza que um CTG seria muito melhor visto pela comunidade que o cerca, e até pelos não tradicionalistas, se participasse mais das agruras sociais que diretamente não o afligem.

Talvez um que outro centro de tradição já deva fazer tal humanidade, mas são casos isolados e tenho a impressão (posso estar errado) de que não há uma orientação do MTG sobre tal assunto.

Mas que tem muita gente precisando, áh, isto tem! E que me bateu uma vontade de ajudar, áh, isto bateu....



Twitter: @tcheleoribeiro

segunda-feira, 13 de junho de 2011

UMA SAÍDA PARA OS CTGs

Talvez uma saída para a crise financeira e institucional que assola grande parte dos Centros de Tradições Gaúchas, principalmente no Rio Grande do Sul, venha à moda americana, ou seja, com parceria privada.

O CTG Nova Querência, da Flórida, USA, para arrecadar mais sócios, promove uma série de descontos em vários setores de serviço da cidade. Vejam o chasque do Patrão e acessem o site do CTG.

Prezados amigos

E com grande satisfacao que apresento as empresas que estao dando um apoio impar para a divulgacao da Cultura Rio-Grandense na America do Norte.

Veja o link a seguir: http://ctgnovaquerencia.com

Caso exista alguma indicacao de outros possiveis interessados, favor contatar-nos info@ctgnovaquerencia.com, pois estaremos promovendo as acoes cabiveis para levar a cabo o nosso projeto de difundir pelos quatro cantos da America a riqueza da nossa bela, refinada e diversificada cultura brasileira.

Continuamos aguardando as colaboracoes de fotos para nosso acervo de imagens, se "tu" participastes de um de nossos eventos, por favor, nos de o prazer de contar com as imagens que possues.

Veja as fotos de nosso ultimo carreteiro anexas. Visite nossa Home Page, contribua com sugestoes, artigos, informacoes, faca dela uma pagina viva e com muitos atrativos.

Grato

Celso T. Zanardi
Patrao

Fonte:
Hilton Luiz Araldi