UM VERDADEIRO ESPETÁCULO
UM VERDADEIRO ESPETÁCULO
A família Guedes, de São
Luiz Gonzaga, volta a ganhar destaque na televisão nacional neste domingo (12),
com mais uma participação no programa Em Família com Eliana, exibido pela TV
Globo. O grupo missioneiro retorna à competição em busca de uma vaga na grande
final do programa.
Em março, o trio
conhecido como Hermanos Guedes, formado por Anahy, Andresito e Karaí, já havia
participado da estreia do programa. Para esta nova etapa, a apresentação ganha
um reforço especial: o pai, Jorge Guedes, que se junta aos filhos.
O programa vai ao ar a
partir das 14h25.
Foto: divulgação/ Em
Família com Eliana
Fonte: Rádio Missioneira
REPONTANDO DATAS - 12 DE ABRIL
Num dia 12 de abril do ano de 1867 falecia em sua residência na Estância São Gregório, em Santana do Livramento, aos 71 anos de idade, o general David Canabarro, comandante das tropas farroupilhas que assinou o Tratado de Paz do Ponche Verde com os imperiais a mando do Barão de Caxias. Canabarro era o chefe republicano na famigerada Batalha do Ponche Verde aonde dezenas de negros, desarmados, foram mortos já no findar da guerra.
ELA CONTINUA LÁ
ANTES TARDE DO QUE NUNCA
Por andarmos mais perdidos que cusco que caiu de mudança aqui pela maior metrópole da América do Sul, acabamos nos passando e não fizemos referência ao aniversário de morte (14 anos) do inesquecível Berega acontecido no dia 09 de abril de 2012.
MAIS OU MENOS ASSIM
Desta frase sintomática dá para retirarmos diversas conclusões. Uma delas é que Juscelino Kubitschek não fazia valer o ditado "minha palavra é um documento" ou "não preciso de contrato pois sou do tempo do Fio do Bigode" - até por que este grande presidente que construiu Brasília não tinha bigode - ou, ainda, que "político não tem palavra".
Eu prefiro concordar com o pensamento que "errar é humano mas permanecer no erro é burrice".
Uma boa quinta-feira a todos os leitores deste mensageiro gaudério que, por vezes, se alastra um pouco em sua seara cultural Rio-grandense.
REPONTANDO DATAS - 09 DE ABRIL
No dia 09 de abril, recordamos os 231 anos da morte de Rafael Pinto Bandeira.
Líder militar, guerrilheiro e contrabandista, Pinto Bandeira foi o terceiro brasileiro a atingir a patente de general no Exército de Portugal e o primeiro gaúcho a alcançar essa distinção.
Durante 40 anos, serviu numa das mais longevas carreiras militares da história do Brasil, indo de Soldado a Brigadeiro, e se tornando o primeiro filho da província de Rio Grande, a comandar as forças militares do Continente de São Pedro.
Por sua brilhante trajetória, é considerado o primeiro herói militar marcante da província meridional no decorrer do século XVIII, e sua carreira e forma de pelear, inspirou até mesmo o lendário Manoel Luiz Osório.
ESTÂNCIA DA POESIA CRIOULA
ESCOLHE
OS PARCEIROS DAS LETRAS GAÚCHAS
A Estância da Poesia Crioula, nossa Academia Chucra do Rio Grande, através dos votos de sua diretoria, apontou os melhores livros recentemente lançados além de diversos segmentos da arte literária em 2025 e seus maiores destaques a seguir nominados:
Ação e Atuação: Fundação Cultural Gaúcha
Biblioteca / Livraria: Biblioteca Pública do Estado do RS
Edição e Editoras: Bastos Produções
Projeto de Incentivo a Escrita e Leitura: Feira do Livro de Porto Alegre
Ilustração: Vasco Machado
Mídia: Blog Ronda dos Festivais
Personalidade: Eduardo Loureiro
NOTA PÚBLICA DE PEDIDO DE APOIO
E VALORIZAÇÃO DA
MEMÓRIA RIO GRANDENSE
O Museu do Combate de 16
de julho de 1840, de SJN, em conjunto com os descendentes da família Gonçalves,
entidades da sociedade civil, tradicionalistas, pesquisadores e escritores vem
a público manifestar sua profunda preocupação com o estado de degradação ao
longo dos anos e os recorrentes atos de vandalismo que atingem o Mausoléu do
Presidente da República Rio-Grandense, General Bento Gonçalves da Silva,
localizado na praça Tamandaré no município de Rio Grande.
Desde o ano de 2017, por
meio do nosso Museu Histórico de SJN (IHGSJN), onde realizamos um trabalho de
valorização da memória da Guerra dos Farrapos e do Gen. Bento Gonçalves, a 25
anos, esta pauta vem sendo construída com responsabilidade e espírito de
cooperação institucional, buscando atuar em parceria com o Poder Público na
preservação de um dos mais relevantes símbolos da história do Rio Grande do
Sul.
Entretanto, ao longo dos
anos, o monumento tem sido alvo constante de depredações, furtos, incluindo a
retirada de elementos estruturais em bronze e, mais recentemente, o furto
contínuo das letras que compõem o Mausoléu, fato novamente constatado em
vistoria realizada em 01 de abril de 2026 por mim.
Cabe destacar que, em
gestão anterior, foi instituída uma Comissão de Revitalização por meio de decreto
municipal, iniciativa que, infelizmente, não teve continuidade após o
encerramento da gestão da época, mesmo diante de reiteradas solicitações por
parte das entidades envolvidas.
Diante deste cenário,
reiteramos publicamente:
A urgente necessidade de reativação e
oficialização da Comissão de Revitalização do Mausoléu;
A ampliação dos trabalhos para contemplar
também o reconhecimento histórico do Batalhão de Lanceiros Negros, de homens e
mulheres que lutaram e ficaram anônimos pela história, cuja contribuição foi
fundamental na construção da identidade gaúcha;
O compromisso coletivo com a preservação da
memória, da cultura e da história do povo rio-grandense.
Não se trata apenas da
conservação de um monumento, mas da defesa da nossa identidade, da nossa
história e do respeito àqueles que ajudaram a construir os alicerces da
sociedade gaúcha.
O silêncio e a inércia
diante da degradação do patrimônio histórico representam um risco à memória
coletiva e à valorização das futuras gerações.
Por isso, conclamamos o
Poder Público, a sociedade, e a classe política, independentemente de partido
político, com respeito ao povo Riograndino e as suas autoridades, dentro de um
caráter de cooperação a se unirem nesta causa, garantindo que este espaço de
memória e educação seja resgatado, protegido e valorizado como merece.
São José do Norte, 02 de
abril de 2026.
Fernando Costamilan
Coordenador do Museu do
Combate Farroupilha de 16 de julho de 1840 em SJN - IHGSJN
DOMINGO DE PÁSCOA
O Domingo de Páscoa é a
celebração cristã da ressurreição de Jesus Cristo após sua morte na cruz,
simbolizando a vitória da vida sobre a morte e a promessa de vida eterna. É o
dia mais importante para o cristianismo, encerrando a Semana Santa e a
quaresma.
Tem por significado a Renovação e a Esperança representando a passagem das trevas para a luz e do pecado para a libertação espiritual. As igrejas realizam cantos alegres e missas, celebrando o Cristo vivo.
Muitos questionam que tal data simbólica virou comércio (assim como o natal) principalmente em relação a indústria do chocolate. Na verdade os ovos de chocolate e coelhos representam a fertilidade e a vida nova, uma tradição que se popularizou a partir do século XIX.
O que temos que ter em
mente é que o Domingo de Páscoa é tempo de celebrar a vida e o amor, a família
reunida para o almoço. Muitos fiéis
também participam da Missa do Domingo de Páscoa.
A data é móvel, ocorrendo
no primeiro domingo após a primeira lua cheia do outono (hemisfério sul) sempre
entre os dias 22 de março e 25 de abril.
Uma boa Páscoa a todos os
seguidores deste blog.
O DIA DA MENTIRA
Nunca levei muito a sério esta história de relacionar dias com algum fato do cotidiano. Dia do amigo, dia dos namorados, dia da mulher, dia disto, dia daquilo.... Está faltando dias no ano para tantas "homenagens".
Uma data que, antigamente, se levava muito a sério e se fazia muitas brincadeiras era o 1º de Abril, ou seja, hoje. Atualmente sim, nesta data, dá para se encher a boca e dizer: - Todo dia é dia. Principalmente ao prosearmos com algum político ou bombearmos as redes sociais.
Mas, apenas como curiosidade, os leitores sabem como surgiu o Dia da Mentira, ou o Dia dos Bobos?
Para mim seria a seguinte: - O MUNDO VIVE EM PAZ.
O prefeito de Bagé, Luiz
Fernando Mainardi, vetou integralmente o Projeto de Lei nº 124/2025, de autoria
da vereadora Faustina Campos (União), que previa a destinação mínima de
recursos para o fomento à cultura tradicionalista gaúcha no município. A
proposta havia sido aprovada pela Câmara de Vereadores em dezembro de 2025.
Na justificativa
encaminhada ao Legislativo, o chefe do Executivo alegou inconstitucionalidade
formal e material da matéria. Segundo Mainardi, o projeto estabelece a obrigatoriedade
de aplicação de um percentual fixo do orçamento das secretarias municipais de
Cultura e de Turismo para uma finalidade específica, o que configuraria
vinculação de receita e interferência direta na elaboração e execução
orçamentária.
O veto também aponta que
a criação de uma obrigação de natureza financeira sem a iniciativa do Executivo
afronta normas constitucionais e infraconstitucionais relacionadas ao sistema
orçamentário, especialmente no que diz respeito à compatibilidade com o Plano
Plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária Anual.
Diante desses
fundamentos, Mainardi concluiu que o projeto apresenta vício insanável de
inconstitucionalidade e, por isso, não pode ser convertido em lei. O prefeito
ressaltou, no entanto, que a autora pode reapresentar a proposta na forma de
anteprojeto, permitindo que o Executivo avalie a viabilidade jurídica,
administrativa e orçamentária da iniciativa.
Fonte: Bagé 24H
Foto: Diones Noggueira
Nota
do blog; Podemos estar dando um tiro no pé mas temos nossas dúvidas se
direcionar verba pública de forma permanente a uma corrente específica (tradicionalismo)
não daria direito a outros tantos segmentos culturais alijados deste processo?
O QUE FAZER DA "CASA AMARELA"?
ESSA TAL DE “PALHINHA”
Eu não sou artista, cantor, músico, mas uma coisa que sou contra é essa tal de “palhinha”.
Palhinha, para quem não sabe, é a terminologia que se dá quando um artista está em algum local por algum outro motivo que não seja a sua apresentação e acaba sendo pealado para um breve show. Ex: um cantor vai jantar com sua família em algum restaurante. Ele quer curtir aquele momento. Contudo, o proprietário do estabelecimento o convida para dar uma palhinha, ou seja, para que se apresente (sem direito ao couvert artístico, é claro).
Algumas pessoas não entendem que o instrumentista, o intérprete, vive de sua arte e que esta deve ter a contraprestação como qualquer outro serviço.
Pedir uma palhinha é explorar, é não respeitar o trabalho do artista. Por essas e outras muitos entendem erroneamente que músico não é uma profissão.
AUTOESTRADA OSWALDO ARANHA