domingo, 26 de abril de 2026
sábado, 25 de abril de 2026
UM DESTINO BEM PLANEJADO
REPONTANDO DATAS / 25 DE ABRIL
(morre Borges de Medeiros)
Em seguida, voltou ao seu estado natal para exercer a advocacia em Cachoeira do Sul. Ali, continuou sua militância política e logo tornou-se o chefe local do Partido Republicano Rio-Grandense (PRR), agremiação liderada por Júlio de Castilhos. Com a Proclamação da República, em 1889, foi imediatamente nomeado delegado de polícia da cidade e, no ano seguinte, integrou a bancada gaúcha na Assembleia Nacional Constituinte de 1890/1891.
Com a eclosão, no Rio Grande do Sul, da Revolução Federalista em 1893, que pretendia afastar Floriano Peixoto da presidência da República, Borges combateu ao lado das forças legalistas, o que lhe valeu a patente de tenente-coronel do Exército, concedida por Floriano.
Em 1898, foi indicado por Júlio de Castilhos para sucedê-lo na chefia do governo estadual, cargo para o qual seria reeleito em 1902 ainda por indicação de Castilhos. Somente após a morte desse último, em 1903, Borges assumiu de forma definitiva a liderança do partido, que conservaria de forma absoluta por mais de duas décadas.
Em 1924, Borges enviou efetivos da Brigada Militar gaúcha para combater o levante tenentista deflagrado, naquele ano, na capital paulista contra Bernardes. Logo, porém, foi obrigado a enfrentar rebeliões semelhantes em seu próprio Estado quando guarnições do Exército localizadas em cidades do interior se sublevaram sob o comando do capitão Luís Carlos Prestes.
Cumprindo o acordo de Pedras Altas, Borges afastou-se do governo gaúcho em 1928. Comandou, entretanto, o processo de sua sucessão, indicando o nome de Getúlio Vargas para substituí-lo.
Em 1945, foi aclamado como presidente de honra da seção gaúcha da União Democrática Nacional (UDN), mas não retomou a atividade política.
sexta-feira, 24 de abril de 2026
HOJE É DIA DO CHURRASCO, DO CHIMARRÃO
E DO 35 CTG.
CANTIGA AO “35” CTG - Léo Ribeiro
- Por ocasião de seu aniversário de fundação (24 de abril)
Monumento de madeira
erguido ali na Ipiranga
de frente pr'aquela sanga
que corta avenida inteira.
És entidade altaneira
que vem cruzando estações
gerações pós gerações
mantendo nossos costumes,
servindo de trilha e lume
pros Centros de Tradições.
Esta sina madrinheira
vem lá dos tempos antigos
quando um grupo de amigos
se reuniu por vez primeira
trazendo a origem campeira
pras rodas de chimarrão.
Sem ter guarida ou galpão
a Farsul lhes deu um teto
e Antônio da Silva Neto
foi seu primeiro Patrão.
Desde então o que se vê
é o esteio da cultura
na sua forma mais pura
transformada em CTG.
Ali s'entende o porque
que a gente, longe do pago,
entre um amargo e um trago
não sente tanta saudade.
É o campo na cidade,
é o abrigo do índio vago.
Quantos e quantos farranchos
naquelas quartas gaudérias!?
Rádios fazendo matérias
ali, ao vivo, no rancho...
Um trovador dava o "gancho"
outro já vinha rimando...
Uns artistas versejando,
outros dizendo poesias...
Coisa para as Três Marias
ficar lá em cima, bailando.
É o C.T.G. Trinta e Cinco
dos cantores, dos poetas,
dos fundadores (profetas),
dos que labutam com afinco.
Do santa-fé e do zinco
protegendo um relicário.
O Pioneiro entre vários
deste Rio Grande aragano
há de cruzar muitos anos
festejando aniversário.
quinta-feira, 23 de abril de 2026
VEM AÍ A
11ª TERTÚLIA MAÇÔNICA
DA POESIA CRIOULA
AGORA EM SANTA MARIA
Dentro de um processo de interiorização, após 10 edições na capital de todos os gaúchos, a Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula, festival poético promovido pelo Grande Oriente do Rio Grande do Sul e organizado pelo Piquete Fraternidade Gaúcha, frouxa as rédeas do versejar gauchesco para o interior do Estado, mais precisamente para Santa Maria da Boca do Monte, a Cidade Coração do Rio Grande.
O evento acontecerá no dia 31 de outubro de 2026 ás 19h, no Teatro João Miguel de Souza, rua Professor Braga 55, na CESMA – Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria.
A entrada é solidária (1kg de alimento não perecível).
Regulamento: www.fraternidadegaucha.com.br
Inscrições: tertulia@fraternidadegaucha.com.br
REGULAMENTO
A Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula, realizada pelo Grande Oriente do
Rio Grande do Sul e organizada pelo Piquete Fraternidade Gaúcha é um festival
que tem por objetivo integrar através da arte poética os membros da Ordem
Maçônica com os demais vates, recitadores, músicos, enfim, cultores da seara
regionalista de nosso Estado. A proposta do evento é preservar e divulgar o
folclore e os costumes nativos do Rio Grande do Sul.
Por sua importância no cenário cultural Rio-grandense, sendo o único festival poético/musical de viés gauchesco da capital, tal sarau telúrico foi incluído no Calendário de Eventos da Cidade de Porto Alegre.
DA PARTICIPAÇÃO
Art. 1º - A 11ª Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula será dividida em
duas linhas específicas.
a) Linha Maçônica. Os poetas
participantes desta categoria deverão ser Maçons Ativos, vinculados a uma
Potência Regular e Reconhecida. Esta regularidade não se aplica ao trabalho de
palco, ou seja, aos declamadores e amadrinhadores maçons.
b) Linha Não
Maçônica. Esta categoria é livre não existindo a obrigatoriedade do item A deste
artigo.
Art. 2º - As Linhas citadas no Art. 1º não concorrerão entre si.
Art. 3º - Os poemas concorrentes deverão ser inéditos (não editados ou gravados em livros e CDs).
DA TEMÁTICA
Art. 4º - A temática para as duas linhas deverá versar sobre os
costumes, a cultura, a história, o regionalismo, as tradições de nosso Estado.
Parágrafo Único: Para a Linha Maçônica os poemas poderão ser acrescidos
de focos inerentes a Maçonaria.
Art. 5º - Haverá um prêmio para o MELHOR TEMA MAÇÔNICO.
Art. 6º - O prêmio ao Melhor Tema Maçônico está aberto para as duas Linhas pois interessa a Maçonaria a visão do mundo sobre a Instituição.
DA INSCRIÇÃO
Art. 7º - As inscrições acontecerão exclusivamente pelo
e-mail tertulia@fraternidadegaucha.com.br devendo
acompanhar a poesia e a respectiva ficha de inscrição impressa no final deste
regulamento.
Art. 8º - Cada autor poderá inscrever o máximo de 03 (três) poemas.
Parágrafo único - Caso as inscrições por autor ultrapasse o número estipulado no artigo anterior, a Comissão vai considerar como válidos os três primeiros poemas inscritos.
DOS PRAZOS
Art. 9º - O prazo limite para o envio das poesias será o dia 31 de julho de 2026.
DA CLASSIFICÇÃO
Art. 10º - Serão classificados 10 poemas sendo cinco de cada linha (maçônica e não maçônica).
DA AJUDA DE CUSTO E PREMIAÇÕES
Art. 11º - Cada poema classificado receberá, a título de ajuda de custo,
ao final de sua apresentação, o valor de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos
reais).
Art. 12º - Receberão troféus alusivos para cada Linha do Festival:
Melhor trabalho de palco
Melhor Poesia
Melhor Declamador
Melhor Amadrinhador
Parágrafo Único: O MELHOR TEMA MAÇÔNICO e a MELHOR INDUMENTÁRIA também farão jus a um troféu.
DA APRESENTAÇÃO
Art. 13º - Os dez poemas classificados deverão subir ao palco no local,
data e hora aprazados.
Parágrafo único - As apresentações ocorrerão no dia 31 de outubro de
2026, às 19h, na CESMA - Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria - Teatro
João Miguel de Souza – Rua Professor Braga 55, Santa Maria-RS.
Art. 14º - Cada declamador poderá defender no máximo um poema. O
amadrinhador poderá subir ao palco duas vezes.
Art. 15º - O declamador e o amadrinhador da Linha Maçônica deverão pertencer a Ordem Maçônica não sendo necessário, no entanto, estarem em situação Ativa em suas Oficinas.
DA FILMAGEM E PUBLICAÇÕES DE
IMAGENS
Art. 16º - Na data do evento, além dos meios de comunicação do Grande
Oriente do Rio Grande do Sul (GORGS), somente poderão realizar transmissões,
filmagens, fotos e outros, os veículos de comunicação previamente
autorizados;
Art. 17º - Fica proibida a publicação de filmagens, imagens e outros em
canais de comunicação próprios ou de terceiros sem a previa autorização do
GORGS;
Parágrafo único: A prévia solicitação de autorização deverá ser
realizada via e-mail diretamente ao departamento de comunicação do GORGS, e
este poderá autorizar, ou não em um prazo de 30 (trinta) dias.
Art. 18 – Os artistas participantes da tertúlia, possuem autorização
expressa do GORGS, para realizarem a publicação de suas poesias e declamações,
desde que mantenha as propriedades da filmagem, sem realização de montagens
descaracterizando o vídeo, ou ocultando a imagem do produtor do evento;
Parágrafo Único: Nas filmagens, e imagens utilizadas deverá constar e, citar na descrição do vídeo que a tertúlia é produzida e, organizada pelo GORGS através de seu braço cultural Piquete Fraternidade Gaúcha.
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 19º - Todo concorrente com poema selecionado na 11ª Tertúlia
Maçônica da Poesia Crioula estará automaticamente cedendo aos promotores os
direitos de comercialização dos trabalhos inscritos e autorizando a gravação em
CD e/ou DVD.
Parágrafo único: Todos os participantes que subirem ao palco estarão
automaticamente cedendo seus direitos de imagem ao evento.
Art. 20° - Quaisquer dúvidas a respeito do evento ou deste Regulamento poderão ser sanadas pelo fone (51) 991245851 com Léo Ribeiro de Souza, Diretor Cultural do Piquete Fraternidade Gaúcha e Coordenador Geral da TERTÚLIA MAÇÔNICA DA POESIA CRIOULA.
FICHA DE INSCRIÇÃO |
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LINHA MAÇÔNICA |
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AUTOR |
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NOME DA POESIA |
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Endereço |
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e-mail |
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telefone |
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Loja e Potência |
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Declamador |
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Loja do Declamador |
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Amadrinhador |
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Loja do Amadrinhador |
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RESPONSÁVEL PELA INSCRIÇÃO |
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FICHA DE INSCRIÇÃO |
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LINHA NÃO MAÇÔNICA |
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AUTOR |
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NOME DA POESIA |
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Endereço |
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e-mail |
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telefone |
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Declamador |
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Amadrinhador |
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RESPONSÁVEL PELA INSCRIÇÃO |
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A FORQUILHA DE PESSEGUEIRO
ENCONTRA ÁGUA?
No meu tempo de criança era comum as pessoas naqueles povoados interioranos procurarem agua para cavar poço através das "milagrosas" forquilhas de pessegueiro. Os viventes iam caminhando e aonde a ponta da forquilha vergasse, podia cavar que era água na certa.
Esse processo antigo chama-se radiestesia ou dowsing, ou seja, o uso de uma vara em forma de Y ou hastes metálicas para “detectar” água subterrânea, minerais ou até energia. Como disse, era uma prática muito comum em áreas rurais, especialmente antes da popularização de métodos geológicos e tecnológicos. Ainda hoje alguns agricultores e comunidades mantêm a prática como tradição.
O que a ciência diz
- Estudos controlados e testes feitos por universidades e pelo U.S. Geological Survey mostram que dowsing não encontra água melhor do que o acaso. O movimento da vara vem de micro contrações musculares inconscientes (efeito ideomotor), não de uma força externa.
Contudo, ainda é uma tradição cultural muito usada e transmitida entre gerações em áreas rurais. Por não exigir equipamentos caros quando funciona (muitas vezes por sorte) reforça a crença.
A conclusão de estudos a respeito diz que, se a intenção é garantir
água em uma propriedade rural, confiar apenas na radiestesia é arriscado. O
mais seguro é recorrer a estudos hidrogeológicos, perfurações de teste e
análises técnicas. A radiestesia pode ter valor cultural ou simbólico, mas não
deve ser usada como método confiável para localizar água ou minerais.




