O PESSOAL NÃO ME ESQUECE KKK
O PESSOAL NÃO ME ESQUECE KKK
EM RIVERA 3 MIL CAVALARIANOS
COMEMORAM A DECLARAÇÃO DE INDEPENDENCIA DO URUGUAI
ACONTECIDA EM 25 DE AGOSTO DE 1825
A declaração de
independência do Uruguai ocorreu em 25
de agosto de 1825, mas o reconhecimento oficial como país independente
aconteceu em 1828, com a assinatura da Convenção Preliminar de Paz.
A Declaração de
Independência foi feita pelo Congresso de Flórida (na Pedra Alta), quando a
então Província Cisplatina rompeu laços com o Império do Brasil.
Na Guerra da Cisplatina o
conflito entre o Brasil e as Províncias Unidas (atual Argentina) pelo controle
da região levou a negociações de paz que aconteceu em agosto de 1828, com o
Tratado de Montevidéu e a Convenção Preliminar de Paz que criaram oficialmente
a República Oriental do Uruguai, um estado independente apoiado pela mediação
britânica.
SÃO LUIZ GONZAGA
PRESTARÁ HOMENAGEM
AO ESCULTOR VÍNÍCIUS RIBEIRO
O escultor Vinícius
Ribeiro será o homenageado municipal na Semana da Pátria em São Luiz Gonzaga. A
definição ocorreu durante a reunião de organização da programação, realizada na
manhã desta sexta-feira (21), no 4º Regimento de Cavalaria Blindado (4º RCB).
A homenagem reconhece a
contribuição de Vinícius para a arte e para a preservação da memória de São
Luiz Gonzaga. O escultor terá seu trabalho destacado durante toda a programação
da Semana da Pátria.
Vinícius Ribeiro é escultor reconhecido sendo autor das estátuas de Jayme Caetano Braun, Noel Guarany, Cenair Maicá, Sepé Tiaraju, além de muitas outras obras espalhadas pelo Rio Grande do Sul.
Durante o encontro,
também foram confirmados os temas oficiais deste ano: os 400 anos das Missões
como tema nacional e os 185 anos da Polícia Civil do Rio Grande do Sul como
tema regional.
A Semana da Pátria terá início em São Luiz Gonzaga no dia 1º de setembro, às 9h, com a condução do Fogo Simbólico do 4º RCB até a Praça da Matriz. O Desfile Cívico ocorrerá em 7 de setembro, com abertura às 8h e início às 8h30.
MORRE GETÚLIO VARGAS
ME TAPO DE SATISFAÇÃO
Hoje, 22 de agosto, é o Dia Internacional do Folclore. Esta é uma palavra composta de Folk, que quer dizer povo, e Lore, que quer dizer saber, no idioma inglês. Até 1846, o recolhimento de cantos e contos, de lendas e para lendas, de crendices e superstições, de adágios e provérbios, de comparações e adivinhações populares, de usos e costumes de um povo era classificado de Antiguidade Popular. Nesse ano o arqueólogo inglês William John Thoms escreveu uma carta ao jornal londrino “The Atheneum” lembrando que os fatos arrolados como Antigüidades Populares constituem, na verdade, de um Saber Popular e propôs que fossem chamados de Folclore. Essa carta foi publicada em 22.08.1846 e por essa razão o 22 de agosto é o Dia Internacional do Folclore.
O LEGADO DE CADA UM
O MASSACRE DOS ÍNDIOS CHARRUAS
Nas comemorações dos 400
anos das Missões no Rio Grande do Sul muito se fala das Guerras Guaraníticas
aonde portugueses e espanhóis, covardemente, mataram Sepé Tiaraju e
exterminaram com a raça Guarani. Poucos sobreviventes vagueiam hoje pelos
beirais das estradas mendigando alguma ajuda. O poder público não está nem aí
para eles. Contudo, outra tribo, os charruas, índios guerreiros, exímios
cavaleiros, também foram exterminados por nosso país vizinho, o Uruguai,
inclusive perseguindo-os em solo brasileiro.
Por:
Cezar Tomazini Liscano
Em 11 de abril de 1831,
em Puntas del Queguay, ocorreu o massacre conhecido como Matança de
Salsipuedes. Às margens do arroio Salsipuedes, entre Tacuarembó e Río Negro,
ficava o quartel-general do presidente Fructuoso Rivera. Rivera convocou os
principais caciques charruas, chamados Polidoro, Rondeau, Brown, Juan Pedro e
Venado, junto com todas as suas tribos, para uma reunião, dizendo que o
Exército precisava deles para proteger as fronteiras do Estado.
Segundo relatos, adulados
e embriagados, foram atacados por uma tropa de 1200 homens sob o comando de
Bernabé Rivera. Diz-se que o próprio Rivera deu o sinal para iniciar o ataque,
fazendo fogo sobre o cacique Venado, depois de lhe pedir que entregasse sua
faca para picar tabaco. O saldo, segundo a historiografia oficial, foi de 40
índios mortos e 300 prisioneiros, dos quais alguns conseguiram fugir sendo
perseguidos por Bernabé Rivera. Entre as tropas houve 9 feridos e um morto. A
perseguição aos charrúas não se esgotou na matança de Salsipuedes. Bernabé
Rivera, em particular, teve um empenho especial em encontrar e exterminar os
que conseguiram escapar.
Mas as perseguições aos
Charruas não pararam por aí.
No dia 17 de agosto de
1831, surpreendeu em Mataojo, perto da foz do rio Arapey, um grupo de charruas
comandado pelos caciques O Adivinho e Juan Pedro, aos quais atacou, resultando
no episódio com 15 mortos e mais de 80 prisioneiros. Informou que haviam
conseguido escapar 18 homens, entre eles o cacique Polidoro, único cacique
sobrevivente. No dia 16 de junho de 1832, localizou um grupo de charruas em uma
depressão chamada Yacaré-Cururú. Em uma emboscada, os charruas mataram Bernabé
e dois oficiais e a nove soldados.
De acordo com o professor
Lincoln Maiztegui Casas, «o desaparecimento dos charruas foi um processo
gradual que levou mais de 200 anos e que se iniciou a partir da ocupação do
território pelos europeus». Segundo Maiztegui, os guaranis se adaptaram e os
charruas não, e por isso foram gradualmente se extinguindo. Milhares morreram,
outros milhares fugiram para o noroeste, para o Brasil, outros milhares ficaram
escravizados e, ao se misturarem com os brancos, perderam sua cultura. A
principal justificativa da elite crioula era a suposta tentativa de «civilizar»
os índios, «melhorar» a raça uruguaia e evitar o abigeato. O país tinha um
número importante de gado bovino e equino constantemente ameaçado de roubo por
parte dos indígenas. No final do século XIX, restavam pouco mais de 1000 charruas
«puros» no Uruguai.
Fonte
https://www.tacuarembo2030.com/.../3948-la-masacre-de.../
A CEREJA DO BOLO
Ontem postamos sobre o acendimento e a distribuição da Chama Crioula ocorrida neste fim de semana em Rio Pardo. Uma atração diferente de tantos outros acendimento foi a linda encenação que encantou os presentes, coordenada pelo produtor cultural Jeandro Garcia que assim se manifestou:
"Só tenho a agradecer à 5ª RT, realizadora do projeto; à direção de Dmitri Rodrigues; ao roteiro de Letícia Mendes; às coreografias de Priscila Paim e Fabricio Guerreiro, que, quando tudo ainda era apenas uma ideia, aceitaram embarcar nessa empreitada."
As lindas fotos são da SPTV / @fran_spprodutora
A 77ª GERAÇÃO DA CHAMA CRIOULA
reuniu 30 Regiões Tradicionalistas em Rio Pardo
A 77ª Geração e
Distribuição da Chama Crioula foi realizada na sexta-feira (14) e no sábado
(15), em Rio Pardo, na região dos Vales. O evento reuniu representantes das 30
Regiões Tradicionalistas do Rio Grande do Sul e de três regiões de Santa
Catarina, marcando o início das atividades relacionadas aos Festejos
Farroupilhas de 2026.
A programação teve início
na sexta-feira, no Parque de Exposições do Sindicato Rural de Rio Pardo. As
atividades ocorreram no Ginásio de Esportes e começaram com o desfile de
apresentação das Regiões Tradicionalistas, seguido pela solenidade oficial de
abertura, na pista de rodeios do Parque.
Na sequência, foi
apresentado o espetáculo “Rio Pardo: Portugueses, Negros, Indígenas, Imperiais
e Farrapos”, que abordou períodos e povos ligados à formação histórica e
cultural do município e do Rio Grande do Sul. A cerimônia também contou com a
Geração da Chama Crioula.
Durante a noite, foi
apresentada a música-tema oficial do evento, “Rio Pardo Acenda a Chama”, com
letra de Luís Fernando Gastaldo, música de Maicon Flores e interpretação de
Nilton Ferreira. A programação artística teve ainda apresentações de André
Teixeira e de Ênio Medeiros e Grupo Bandoneon y Pajada.
No sábado, ocorreu a
distribuição da Chama Crioula às Regiões Tradicionalistas. A centelha foi
conduzida pelo vice-presidente de Cavalgadas do Movimento Tradicionalista
Gaúcho (MTG), Márcio Dávila, até o local da cerimônia.
O totem da Chama Crioula
foi aceso pelo presidente do MTG, Alessandro Gradaschi, e pela patrona dos
Festejos Farroupilhas de 2026, Marianita Ortaça. Após a cerimônia,
representantes das Regiões Tradicionalistas receberam a centelha para levá-la
aos municípios e entidades tradicionalistas.
A programação em Rio
Pardo reuniu cavalarianos, integrantes de entidades tradicionalistas,
autoridades e visitantes durante os dois dias. A geração e a distribuição da
Chama Crioula marcaram oficialmente o começo das celebrações farroupilhas no
Estado em 2026.
FESTIVAL, COM JÚRI SÉRIO,
NÃO É BALCÃO DE NEGÓCIOS!
PREMIADAS DO 33º RONCO DO BUGIO
Terminou nesta noite de sábado, com grande sucesso de público e de nível musical, a 33ª edição do Festival Ronco do Bugio de São Francisco de Paula.
Ao cabo as premiações apontadas pela Comissão Avaliadora composta por Neusa Regina, Edson Dutra, Oscar dos Reis, Ângelo Marques e Léo Ribeiro de Souza foram estas:
1º Lugar: CONTANDO OS DIAS
Letra e Melodia: Paulo Garcia
Interpretação: João Garcia
Violões: Dionata Garcia / Paulo Garcia / Jauri Garcia
Acordeon: Du Antunes
Arranjo: Grupo Canto Missioneiro
1º Lugar Local: TROPEADA SERRANA
Letra e Melodia: Pietro Parmegiani e Emilio Fogaça
Interpretação: Bruno Rauber
Melhor Intérprete: João Garcia
Música: Contando os Dias
Melhor Instrumentista: Roberson "Paquito"
Música: Jeito Serrano
Música Mais Popular: SOU SERRANO DE VERDADE
Letra: Ariel Reis e Ubiratã Reis
Melodia: Ubiratã Reis e Felipe Pessoa
Interpretação: Ariel Reis
Música Instrumental: DO LAJEADO AO JUÁ
Músico: André Luiz Alano Alves
A INAUGURAÇÃO FOI GRAÚDA
BUGIOS CLASSIFICADOS NA NOITE DE ONTEM
PARA A GRANDE FINAL DE HOJE
Instrumental:
D DO LAJEADO AO JUÁ
Músico: André Luiz Alano Alves
Cantadas:
NO RIO GRANDE VELHO
Letra e Melodia: Eduardo Gomes
Interpretação: Eduardo Gomes
DA CRÚVA PARA A HISTÓRIA
Letra: Pedro Junior da Fontoura
Melodia: Jones Andrei Vieira
Interpretação: Jones Andrei Vieira / Pedro Junior
CONTANDO OS DIAS
Letra e Melodia: Paulo Garcia
Interpretação: João Garcia
TROPAS DE SAUDADE
Letra: Paulo Moraes Trentin
Melodia: Rodrigo Pires e Carlos Müller
Interpretação: Cairon Silva
11ª
TERTÚLIA MAÇÔNICA DA POESIA CRIOULA
POEMAS
CLASSIFICADOS
PARA SUBIR AO PALCO NO DIA 31 DE OUTUBRO
LINHA
NÃO MAÇÔNICA
DE CAUSA DESCONHECIDA
Autor: Rodrigo Bauer –
São Borja
TESTEMUNHAS
Autor: Lucas Costa
Ferreira - Pelotas
A CASA QUE NÃO TINHA
PORTAS
Autora: Tatiane da Rosa
Crestani – Tapejara
PORTO SEGURO
Autor: Juliano Costa dos
Santos – Júlio de Castilhos
A ALMA DA CASA GRANDE É
UM ARMÁRIO DE LIVROS
Autor: Gujo Teixeira –
Lavras do Sul
POEMA
SUPLENTE
A PEDRA MARCADA
Autor: Adriano Medeiros -
Lages
LINHA
MAÇÔNICA
O GALPÃO
Autor: Cleber Soares
Loja: Jayme Tarragó - Uruguaiana
A ORDEM DO TEMPLO
Autor: Moisés Silveira de
Menezes
Loja: Remanso – São Pedro
do Sul
O CINZEL DA TOLERÂNCIA
Autor: Rafael Vieira de
Mello Lopes
Loja: Liberdade e
Fraternidade – Cruz Alta
RETRATO A LUZ DE QUEM VÊ
Autor: Kayke Mello
Loja: Aurora da Serra
–Júlio de Castilhos
NO CICLO DO MALHETE
Autor: Alberto Salles
Loja: Fraternidade Quarta
– Caxias do Sul
POEMA
SUPLENTE
O SILÊNCIO
Autores: Maurício Bastos
de Freitas e Jean Carlo Kirchoff
Loja: Gaúchos Templários
– Porto Alegre
DANDO UM TRATO PRA BUGIADA
E lá vamos nós para a segunda noite de Ronco do Bugio dar mais um trato pra bugiada. Desculpem a redundância mas mesmo com um frio de "renguear bugios" aqui por riba da serra, se vamos para a missão de selecionar mais um eito da cantoria mais autêntica deste Rio Grande.
BUGIOS CLASSIFICADOS
Fazendo "madrugada de lagarto", que só sai da toca ao meio dia e com sol alto, venho trazer para vocês as primeiras cinco classificadas para a grande final de sábado do 33º Ronco do Bugio.
Como integrante da Comissão Avaliadora juntamente com a Neusa Regina, Ângelo Marques, Oscar dos Reis e Edson Dutra posso adiantar que as escolhas foram tranquilas e que todos saímos de lombo liso.
Instrumental:
CABORTEIRO de Emílio Fogaça com o próprio autor.
Cantadas:
TROPEADA SERRANA
Letra e Melodia: Pietro Parmegiani e Emilio Fogaça
Interpretação: Bruno Rauber
SOU SERRANO DE VERDADE
Letra: Ariel Reis e Ubiratã Reis
Melodia: Ubiratã Reis e Felipe Pessoa
Interpretação: Ariel Reis
JEITO SERRANO
Letra e Melodia: Willian Hengen
Interpretação: Lincon Ramos
SEMENTES DE VIDA
Letra: Paulo Ricardo Costa
Melodia: Arison Martins
Interpretação: Analise Severo
E. P. A.
Estância da Poesia Artificial
Ontem a noite aconteceu a triagem da 11ª Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula, festival poético do Grande Oriente do Rio Grande do Sul sob a organização de seu departamento tradicionalista Piquete Fraternidade Gaúcha. Assim que comunicarmos todos os autores que subirão ao palco no dia 31 de outubro, desta vez na cidade de Santa Maria, publicaremos nas redes sociais.
Mas o que me leva a fazer esta postagem foi o grande número de poemas concorrentes elaborados pelo Chat GPT = IA. A coisa está escancarada e sem controle (e sem vergonha).
Por isso decidi: Assim como temos a briosa E. P. C. (Estância da Poesia Crioula), entidade conhecida como a Academia Xucra do Rio Grande, eu vou fundar a E. P. A, ou seja, a Estância da Poesia Artificial.