REPONTANDO DATAS - 30 DE AGO
ACAMPAMENTO FARROUPILHA
DE PORTO ALEGRE COMEÇA HOJE
Começa neste sábado, 29,
no Parque Harmonia (com chuva para variar um pouco), o Acampamento Farroupilha 2026, considerado o maior evento
de celebração da cultura gaúcha. Até 20 de setembro, o público deve ultrapassar
a marca de 2 milhões de visitantes da edição anterior, com 236 piquetes e
atrações gratuitas que reúnem tradição, gastronomia e hospitalidade.
A 44ª edição tem como
tema cultural Herança Jesuítica e Guarani no Rio Grande do Sul: 400 anos de
cultura e tradição, em referência aos 400 das Missões. A patrona dos Festejos
Farroupilhas de Porto Alegre 2026 é a cantora e compositora Fátima Gimenez,
primeira artista a registrar em disco a interpretação do Hino Rio-Grandense, em
1989.
A Prefeitura de Porto
Alegre participa do Acampamento Farroupilha 2026 com piquete próprio,
reforçando a valorização das tradições gaúchas e a presença do poder público em
um dos principais eventos culturais da Capital.
No feriado de 7 de
setembro, ocorre a cerimônia oficial de abertura do Acampamento Farroupilha
2026 com a chegada da Chama Crioula. O encerramento está marcado para 20 de
setembro, após 23 dias de programação ininterrupta.
O público que comparecer
ao acampamento terá uma variada oferta de serviços à disposição. O horário de
funcionamento é das 8h às 24h.
Programação cultural e
gratuita - Mais de 120 atrações compõem a agenda oficial, com shows diários e
abertos ao público de artistas novatos e de renome da música tradicionalista,
além de apresentações de CTGs, trova, chula, declamação e festivais que revelam
novos talentos. Dois grandes palcos principais recebem artistas que dão voz às
raízes gaúchas: o Jayme Caetano Braun, com visão 360º, e Nico Fagundes.
Entre os destaques da
programação está o espetáculo Via Sacra Missioneira, nos dias 5 e 6 de
setembro, uma montagem cênico-musical inédita que mistura teatro, dança e
música para narrar a história missioneira. A tradicional Missa Crioula será
realizada no 13 de setembro, às 10h, no palco principal, enquanto o 3º Festival
de Declamação Harmonia em Verso ocorre no dia 8.
Para as novas gerações, o
3º Festival Pôr do Sol da Canção Piá, em 12 de setembro, a partir das 15h,
reúne jovens intérpretes de 8 a 15 anos, funcionando como vitrine para talentos
mirins e juvenis. A Ciranda Escolar leva estudantes das redes municipal e
estadual para vivenciar a cultura gaúcha e amplia o repertório sobre a
tradição, com homenagem ao centenário de Dimas Costa, compositor do Parabéns
Gaúcho, nos dias 8, 9, 10, 11, 14, 15 e 16 de setembro.
Acesso - O acesso ao
Acampamento Farroupilha e às atrações culturais é totalmente gratuito. O
horário de funcionamento é das 8h às 24h.O evento conta com infraestrutura
acessível, intérpretes de libras em grandes shows e atendimento prioritário.
Localizado no coração de Porto Alegre, o Parque Harmonia é a sede histórica do
evento, com uma infraestrutura revitalizada e preparada para grandes públicos.
Estacionamento - Tabela
entre os dias 28/08 e 20/09:
- Estacionamento Orla e
Leste: R$ 50,00 por dia / por acesso
- Estacionamento Casa do
Gaúcho: R$ 60,00 por dia / por acesso
- Motor home: Pacote até
5 dias: R$ 150,00 por dia / Pacote acima de 5 dias: R$ 100,00 por dia
Acessibilidade - O parque oferece infraestrutura voltada à
inclusão e acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Veículos especiais com rampa para cadeira de rodas transportam visitantes até
os piquetes. O serviço pode ser solicitado diretamente na entrada do parque.
Alimentação e e
Restaurantes Típicos - O Acampamento Farroupilha disponibiliza espaços
comerciais que servem almoço e jantar com cortes na brasa e imersão cultural.
Há opções também para lanches rápidos e pratos tradicionais como o costelão de
fogo de chão e o arroz de carreteiro.
Lojas comerciais - São
mais de 50 operações e várias delas de lojas onde o público pode comprar itens
gauchescos, como roupas típicas - vestidos de prenda e pilchas - e utensílios
para o preparo do chimarrão. Na área de artesanato, serão comercializadas
cuias, bolsas, mateiras, porta-ervas, porta-espetos, bombas, peças para
churrasco, entre outros.
LAGOA DA CANÇÃO NATIVISTA
O Grupo Folclórico
Bombacha Preta, promoverá a 4ª (quarta) edição do Festival “Lagoa da Canção
Nativista” que é um festival de músicas inéditas, divididas em Fase Local, Fase
Geral e Fase Final. O Festival acontece nos dias 05, 06 e 07 de novembro de
2026 juntamente com a XXI Exposição Morfológica e XVI Credenciadora ao Freio de
Ouro de 2027 que realizar-se-à no parque de Exposições Comendador Érico Alves
Lourenço de Lima.
O objetivo do festival é
valorizar e divulgar a arte e a cultura do Rio Grande do Sul e especialmente de
Lagoa Vermelha e da região dos Campos de Cima da Serra, através da sua música e
de sua gente, visando incentivar compositores, músicos, historiadores e
apresentando novos talentos da região e integrando o município de Lagoa
Vermelha ao cenário dos festivais de música do Rio Grande do Sul e do Brasil.
As inscrições, observado o período de 01.08.2026 a 10.09.2026, serão feitas através do sistema “Festivaleiro” no site do Festival:
www.lagoadacancaonativista.com.br
Pelo que conheço dos
organizadores e da comissão avaliadora vem aí um festival com cheiro de terra,
galponeiro e recheado de ritmos diversos.
REPONTANDO DATAS - 27 DE AGO
Em 27 de agosto de 1828 foi assinado pelo Império do Brasil e pelas Províncias Unidas do Rio da Prata o acordo bilateral chamado Tratado do Rio de Janeiro pondo fim na guerra Cisplatina e estabelecendo a independência da República Oriental do Uruguai.
O Tratado foi assinado ao fim da Convenção Preliminar de Paz ocorrido no Rio de Janeiro. Esta convenção foi do dia 11 até o dia 27 de agosto de 1828 e que teve como mediador o Reino Unido. Brasil e Argentina aceitaram a criação de um país independente na Província Cisplatina. Também foi acertado que a região das Missões, que havia sido tomada pelas tropas argentinas nesta guerra seria desocupada de tais tropas, reintegrando a Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, como o faz hoje e a Colônia de Sacramento, que estava em mãos dos Portugueses passou a fazer parte do mais novo país da América do Sul nossos vizinhos Gaúchos uruguaios. No dia 28 Foi assinado em Buenos Aires o tratado definitivo.
Também num dia 27 de agosto mas no ano de 2018, morria no hospital Ernesto Dornelles, em Porto Alegre, o maior símbolo da cultura gaúcha de todos os tempos, ou seja, João Carlos D'Ávila Paixão Côrtes. Ele estava internado após uma queda e posterior cirurgia no fêmur, de onde originou-se uma infecção hospitalar. O folclorista que nasceu em Santana do Livramento estava com 91 anos de idade.
O PESSOAL NÃO ME ESQUECE KKK
EM RIVERA 3 MIL CAVALARIANOS
COMEMORAM A DECLARAÇÃO DE INDEPENDENCIA DO URUGUAI
ACONTECIDA EM 25 DE AGOSTO DE 1825
A declaração de
independência do Uruguai ocorreu em 25
de agosto de 1825, mas o reconhecimento oficial como país independente
aconteceu em 1828, com a assinatura da Convenção Preliminar de Paz.
A Declaração de
Independência foi feita pelo Congresso de Flórida (na Pedra Alta), quando a
então Província Cisplatina rompeu laços com o Império do Brasil.
Na Guerra da Cisplatina o
conflito entre o Brasil e as Províncias Unidas (atual Argentina) pelo controle
da região levou a negociações de paz que aconteceu em agosto de 1828, com o
Tratado de Montevidéu e a Convenção Preliminar de Paz que criaram oficialmente
a República Oriental do Uruguai, um estado independente apoiado pela mediação
britânica.
SÃO LUIZ GONZAGA
PRESTARÁ HOMENAGEM
AO ESCULTOR VÍNÍCIUS RIBEIRO
O escultor Vinícius
Ribeiro será o homenageado municipal na Semana da Pátria em São Luiz Gonzaga. A
definição ocorreu durante a reunião de organização da programação, realizada na
manhã desta sexta-feira (21), no 4º Regimento de Cavalaria Blindado (4º RCB).
A homenagem reconhece a
contribuição de Vinícius para a arte e para a preservação da memória de São
Luiz Gonzaga. O escultor terá seu trabalho destacado durante toda a programação
da Semana da Pátria.
Vinícius Ribeiro é escultor reconhecido sendo autor das estátuas de Jayme Caetano Braun, Noel Guarany, Cenair Maicá, Sepé Tiaraju, além de muitas outras obras espalhadas pelo Rio Grande do Sul.
Durante o encontro,
também foram confirmados os temas oficiais deste ano: os 400 anos das Missões
como tema nacional e os 185 anos da Polícia Civil do Rio Grande do Sul como
tema regional.
A Semana da Pátria terá início em São Luiz Gonzaga no dia 1º de setembro, às 9h, com a condução do Fogo Simbólico do 4º RCB até a Praça da Matriz. O Desfile Cívico ocorrerá em 7 de setembro, com abertura às 8h e início às 8h30.
MORRE GETÚLIO VARGAS
ME TAPO DE SATISFAÇÃO
Hoje, 22 de agosto, é o Dia Internacional do Folclore. Esta é uma palavra composta de Folk, que quer dizer povo, e Lore, que quer dizer saber, no idioma inglês. Até 1846, o recolhimento de cantos e contos, de lendas e para lendas, de crendices e superstições, de adágios e provérbios, de comparações e adivinhações populares, de usos e costumes de um povo era classificado de Antiguidade Popular. Nesse ano o arqueólogo inglês William John Thoms escreveu uma carta ao jornal londrino “The Atheneum” lembrando que os fatos arrolados como Antigüidades Populares constituem, na verdade, de um Saber Popular e propôs que fossem chamados de Folclore. Essa carta foi publicada em 22.08.1846 e por essa razão o 22 de agosto é o Dia Internacional do Folclore.
O LEGADO DE CADA UM
O MASSACRE DOS ÍNDIOS CHARRUAS
Nas comemorações dos 400
anos das Missões no Rio Grande do Sul muito se fala das Guerras Guaraníticas
aonde portugueses e espanhóis, covardemente, mataram Sepé Tiaraju e
exterminaram com a raça Guarani. Poucos sobreviventes vagueiam hoje pelos
beirais das estradas mendigando alguma ajuda. O poder público não está nem aí
para eles. Contudo, outra tribo, os charruas, índios guerreiros, exímios
cavaleiros, também foram exterminados por nosso país vizinho, o Uruguai,
inclusive perseguindo-os em solo brasileiro.
Por:
Cezar Tomazini Liscano
Em 11 de abril de 1831,
em Puntas del Queguay, ocorreu o massacre conhecido como Matança de
Salsipuedes. Às margens do arroio Salsipuedes, entre Tacuarembó e Río Negro,
ficava o quartel-general do presidente Fructuoso Rivera. Rivera convocou os
principais caciques charruas, chamados Polidoro, Rondeau, Brown, Juan Pedro e
Venado, junto com todas as suas tribos, para uma reunião, dizendo que o
Exército precisava deles para proteger as fronteiras do Estado.
Segundo relatos, adulados
e embriagados, foram atacados por uma tropa de 1200 homens sob o comando de
Bernabé Rivera. Diz-se que o próprio Rivera deu o sinal para iniciar o ataque,
fazendo fogo sobre o cacique Venado, depois de lhe pedir que entregasse sua
faca para picar tabaco. O saldo, segundo a historiografia oficial, foi de 40
índios mortos e 300 prisioneiros, dos quais alguns conseguiram fugir sendo
perseguidos por Bernabé Rivera. Entre as tropas houve 9 feridos e um morto. A
perseguição aos charrúas não se esgotou na matança de Salsipuedes. Bernabé
Rivera, em particular, teve um empenho especial em encontrar e exterminar os
que conseguiram escapar.
Mas as perseguições aos
Charruas não pararam por aí.
No dia 17 de agosto de
1831, surpreendeu em Mataojo, perto da foz do rio Arapey, um grupo de charruas
comandado pelos caciques O Adivinho e Juan Pedro, aos quais atacou, resultando
no episódio com 15 mortos e mais de 80 prisioneiros. Informou que haviam
conseguido escapar 18 homens, entre eles o cacique Polidoro, único cacique
sobrevivente. No dia 16 de junho de 1832, localizou um grupo de charruas em uma
depressão chamada Yacaré-Cururú. Em uma emboscada, os charruas mataram Bernabé
e dois oficiais e a nove soldados.
De acordo com o professor
Lincoln Maiztegui Casas, «o desaparecimento dos charruas foi um processo
gradual que levou mais de 200 anos e que se iniciou a partir da ocupação do
território pelos europeus». Segundo Maiztegui, os guaranis se adaptaram e os
charruas não, e por isso foram gradualmente se extinguindo. Milhares morreram,
outros milhares fugiram para o noroeste, para o Brasil, outros milhares ficaram
escravizados e, ao se misturarem com os brancos, perderam sua cultura. A
principal justificativa da elite crioula era a suposta tentativa de «civilizar»
os índios, «melhorar» a raça uruguaia e evitar o abigeato. O país tinha um
número importante de gado bovino e equino constantemente ameaçado de roubo por
parte dos indígenas. No final do século XIX, restavam pouco mais de 1000 charruas
«puros» no Uruguai.
Fonte
https://www.tacuarembo2030.com/.../3948-la-masacre-de.../
A CEREJA DO BOLO
Ontem postamos sobre o acendimento e a distribuição da Chama Crioula ocorrida neste fim de semana em Rio Pardo. Uma atração diferente de tantos outros acendimento foi a linda encenação que encantou os presentes, coordenada pelo produtor cultural Jeandro Garcia que assim se manifestou:
"Só tenho a agradecer à 5ª RT, realizadora do projeto; à direção de Dmitri Rodrigues; ao roteiro de Letícia Mendes; às coreografias de Priscila Paim e Fabricio Guerreiro, que, quando tudo ainda era apenas uma ideia, aceitaram embarcar nessa empreitada."
As lindas fotos são da SPTV / @fran_spprodutora
A 77ª GERAÇÃO DA CHAMA CRIOULA
reuniu 30 Regiões Tradicionalistas em Rio Pardo
A 77ª Geração e
Distribuição da Chama Crioula foi realizada na sexta-feira (14) e no sábado
(15), em Rio Pardo, na região dos Vales. O evento reuniu representantes das 30
Regiões Tradicionalistas do Rio Grande do Sul e de três regiões de Santa
Catarina, marcando o início das atividades relacionadas aos Festejos
Farroupilhas de 2026.
A programação teve início
na sexta-feira, no Parque de Exposições do Sindicato Rural de Rio Pardo. As
atividades ocorreram no Ginásio de Esportes e começaram com o desfile de
apresentação das Regiões Tradicionalistas, seguido pela solenidade oficial de
abertura, na pista de rodeios do Parque.
Na sequência, foi
apresentado o espetáculo “Rio Pardo: Portugueses, Negros, Indígenas, Imperiais
e Farrapos”, que abordou períodos e povos ligados à formação histórica e
cultural do município e do Rio Grande do Sul. A cerimônia também contou com a
Geração da Chama Crioula.
Durante a noite, foi
apresentada a música-tema oficial do evento, “Rio Pardo Acenda a Chama”, com
letra de Luís Fernando Gastaldo, música de Maicon Flores e interpretação de
Nilton Ferreira. A programação artística teve ainda apresentações de André
Teixeira e de Ênio Medeiros e Grupo Bandoneon y Pajada.
No sábado, ocorreu a
distribuição da Chama Crioula às Regiões Tradicionalistas. A centelha foi
conduzida pelo vice-presidente de Cavalgadas do Movimento Tradicionalista
Gaúcho (MTG), Márcio Dávila, até o local da cerimônia.
O totem da Chama Crioula
foi aceso pelo presidente do MTG, Alessandro Gradaschi, e pela patrona dos
Festejos Farroupilhas de 2026, Marianita Ortaça. Após a cerimônia,
representantes das Regiões Tradicionalistas receberam a centelha para levá-la
aos municípios e entidades tradicionalistas.
A programação em Rio
Pardo reuniu cavalarianos, integrantes de entidades tradicionalistas,
autoridades e visitantes durante os dois dias. A geração e a distribuição da
Chama Crioula marcaram oficialmente o começo das celebrações farroupilhas no
Estado em 2026.
FESTIVAL, COM JÚRI SÉRIO,
NÃO É BALCÃO DE NEGÓCIOS!
PREMIADAS DO 33º RONCO DO BUGIO
Terminou nesta noite de sábado, com grande sucesso de público e de nível musical, a 33ª edição do Festival Ronco do Bugio de São Francisco de Paula.
Ao cabo as premiações apontadas pela Comissão Avaliadora composta por Neusa Regina, Edson Dutra, Oscar dos Reis, Ângelo Marques e Léo Ribeiro de Souza foram estas:
1º Lugar: CONTANDO OS DIAS
Letra e Melodia: Paulo Garcia
Interpretação: João Garcia
Violões: Dionata Garcia / Paulo Garcia / Jauri Garcia
Acordeon: Du Antunes
Arranjo: Grupo Canto Missioneiro
1º Lugar Local: TROPEADA SERRANA
Letra e Melodia: Pietro Parmegiani e Emilio Fogaça
Interpretação: Bruno Rauber
Melhor Intérprete: João Garcia
Música: Contando os Dias
Melhor Instrumentista: Roberson "Paquito"
Música: Jeito Serrano
Música Mais Popular: SOU SERRANO DE VERDADE
Letra: Ariel Reis e Ubiratã Reis
Melodia: Ubiratã Reis e Felipe Pessoa
Interpretação: Ariel Reis
Música Instrumental: DO LAJEADO AO JUÁ
Músico: André Luiz Alano Alves