sábado, 24 de outubro de 2026
POR AQUI TUDO NA MESMA
Em se tratando de descaso com o Patrimônio Público
A estátua do
ex-presidente João Goulart, conhecido como Jango, foi encontrada com pichações
na Orla do Guaíba, em Porto Alegre. O monumento, localizado na região da Rótula
das Cuias, apresentou marcas de tinta em diferentes partes da escultura. A
situação chamou a atenção de pessoas que acompanham a história e a preservação
dos espaços públicos da capital gaúcha. O episódio também trouxe à tona a
importância de cuidar dos monumentos que fazem parte da memória coletiva.
Os registros do ocorrido
foram divulgados por familiares do ex-presidente, que demonstraram preocupação
com as condições da obra. As marcas de tinta atingiram partes da escultura e de
sua estrutura de apoio. A situação despertou manifestações sobre a conservação
do monumento e a necessidade de recuperar sua aparência original. A expectativa
é que os procedimentos de limpeza permitam preservar as características da
obra.
Nada de novo no front.
O vandalismo e a falta de maiores cuidados da administração municipal com nossos memoriais tornaram-se algo comum. Custa botar alguma grade de proteção e câmeras para identificar e punir a vagabundagem?
A presença de esculturas em espaços públicos representa uma forma de manter viva a memória de personalidades que marcaram a história. Cada monumento carrega informações sobre o período em que foi concebido e sobre a maneira como determinada figura é lembrada pela sociedade. Por isso, sua conservação exige atenção contínua e cuidados adequados. A manutenção dessas obras ajuda a preservar referências culturais para as gerações atuais e futuras.
Somente nossos mandatários não pensam desta maneira.
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
quinta-feira, 22 de outubro de 2026
PERGUNTA AOS ESTRATEGISTAS:
quarta-feira, 21 de outubro de 2026
REPONTANDO DATAS - 21 OUT
Morre José Hernandez
José Hernández nasceu em General San Martín, Província de Buenos Aires, em 10 de novembro de 1834 e faleceu em Belgrano, Buenos Aires no dia 21 de outubro de 1886, aos 51 anos de idade. Foi um poeta, político e jornalista argentino, conhecido, principalmente, pelo livro Martín Fierro, considerado o livro pátrio da Argentina.
Filho de Rafael Hernández e Isabel Pueyrredón (sobrinha de Juan Martín de Pueyrredón). Viveu seus primeiros anos de vida no bairro de Pueyrredón, o qual deixou em 1840, uma vez que sua família teve de se transferir para o interior da província, por razões de trabalho.
Interessou-se muito pelos estudos quando iniciou sua escola primária, porém foi obrigado a deixar os livros por conta de uma doença repentina, tendo de viver no campo para buscar sua recuperação. Por este motivo, aprendeu tudo o que sabia por conta própria: observador atento da arte da criação de gado, dirigida pelo padre e exercida pelos gaúchos, participou ajudando nessas tarefas. Como era ainda jovem, teve contato com o estilo de vida, a língua e os códigos de honra dos gaúchos.
Hernández era autodidata e, por meio de numerosas leituras, adquiriu firmes idéias políticas. Entre 1852 e 1872, época de grande agitação política, defendia a idéia de que as províncias não deveriam permanecer ligadas às autoridades centrais estabelecidas em Buenos Aires.
Participou de uma das rebeliões federais, mais especificamente a primeira, encabeçada por Ricardo López Jordán, também chamada de Revolução Jordanista, que terminou em 1871 com a derrota dos gaúchos e o exílio de Hernández no Brasil. Após essa revolução, tornou-se, por pouco tempo, assessor do general revolucionário, porém, com o tempo, distanciou-se do mesmo.
Quando voltou para a Argentina, em 1872, continuou sua luta utilizando a imprensa como seu meio de avançar com suas idéias. Também desempenhou a função de Deputado e Senador da província de Buenos Aires. Como senador, defendeu a federalização de Buenos Aires por meio de um memorável discurso, opondo-se a Leandro Alem.
Entretanto, foi através de sua poesia que conseguiu eco para suas propostas e a mais valiosa contribuição para a causa dos gaúchos. El gaucho Martín Fierro (1872) e sua continuação, La vuelta de Martín Fierro (1876), juntas, formam um poema épico popular. É considerada, geralmente, a principal obra da literatura argentina.
No ano de 2007, quando acontecia a Feira do Livro de Buenos Aires, o Museu do Desenho e da Ilustração apresentou sua mostra Martín Fierro: Contrapunto y algo más, na qual apreciava-se a visão dos ilustradores sobre os feitos relatados por José Hernández. Nessa mostra, expuseram-se originais feitos para as diferentes edições de Martín Fierro. Exibiram-se obras de Adolfo Belloc, Carlos Alonso, Juan Carlos Castagnino, Aida Carballo, Norberto Onofrio, Eleodoro Marenco e outros 20 artistas.
terça-feira, 20 de outubro de 2026
OS DEZ MANDAMENTOS DO POETA
Hoje, 20 de outubro, se comemora extraoficialmente no Brasil o Dia do Poeta. Tal data foi escolhida em homenagem ao surgimento do Movimento Poético Nacional, em 20 de outubro de 1976, na casa do escritor Paulo Menotti Del Picchia, em São Paulo.
Não me considero um poeta. Sou um fazedor de versos. Poeta, para mim, dentro da seara gauchesca, foram um Aureliano de Figueiredo Pinto, Um Apparício Silva Rillo, um Jayme Caetano Braun.
Neste sentido, certa feita, escrevi um texto sobre o assunto que intitulei Os Dez Mandamentos do Poeta, os quais repasso aos leitores deste blog:
1 - Jamais se autoproclame "poeta". Este adjetivo tem que partir de quem aprecia teus versos.
2 - Fuja do lugar comum na escolha dos temas. Escrever o que já foi escrito dezenas se vezes é uma mensagem requentada.
3 - Use vocabulário adequado ao tema proposto. Palavras mirabolantes numa temática simples não combinam.
4 - Se a poesia for metrificada, não extrapole ou encurte os versos. Conte o tempo como se fosse musicar.
5 - Se a poesia for rimada procure palavras que realmente combinem. Não force a rima tipo "grande" com "sangue".
6 - Se o poema for de rima branca não transforme poesia em prosa.
7 - Fuja das rimas pobres e banalizadas como: lucho/gaúcho; grande/expande; sul/azul... a riqueza de vocabulário caracteriza os grande poetas.
8 - Em concursos de poesias procure temas abrangentes evitando cantigas particulares como homenagens a familiares.
9 - Não escreva de modo industrial, como se estivesse cumprindo metas. Se a inspiração não veio, espere o momento certo.
10 - Não busque na Inteligência Artificial auxílio para seus escritos. Não falsifique seus sentimento.
Por: Léo Ribeiro de Souza
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
ESTAMOS DE VOLTA
DE ALMA LAVADA (E ENXAGUADA)
Buenas caros leitores deste periódico gaudério. Após dois dias afastados estamos de volta tapados de saudade.
Muitos amigos e amigas estranharam a minha religiosidade pois confundiram meu retiro com algo ligado aos movimentos de igreja a qual respeito mas não sou um devoto assíduo embora, na minha adolescência, eu tenha feito o tradicional EMAUS que é o encontro de jovens com a mensagem cristã. Hoje, falo com Deus a minha maneira.
Então, peço perdão a quem entendeu mal minhas justificativas de me ausentar durante dois dias.
Contudo, não deixei de fazer um retiro espiritual, ou seja, estive na Meca dos gaúchos, no Taj Mahal gaudério, no Vaticano pampeano. Passei três dias entre campo e galpão, entre assado e bebida, entre animais e natureza, enfim, entre música e amigos. Era o que eu precisava para me reenergizar depois de um ano intenso que ainda nem chegou ao seu final.
Nossa concentração foi no interior do município de Bom Jesus na Fazenda Nossa Senhora da Conceição, divisa com Santa Catarina. De noite se avistava o luzeiro de São Joaquim. Frio de renguear cusco.
Abaixo algumas chapas deste reencontro comigo mesmo.
sexta-feira, 16 de outubro de 2026
BOM JESUS
Foto: Léo Ribeiro
Caros leitores deste mensageiro terrunho. Após 16 anos de postagens diárias e ininterruptas, sem férias e com escala 7 por 7, neste final de semana estaremos longe deste contato com vocês. Mas o motivo é plausível.
Estarei em um retiro espiritual aonde é proibido qualquer aparelho eletrônico que tenha contato com o mundo da internet.
Este ano tem sido intenso e preciso me reenergizar, recuperar o ânimo, fortalecer-me física e mentalmente. Para tanto nada melhor do que um reencontro com meu sempre Bom Jesus.
Até segunda, meus amigos e amigas.
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
PARABÉNS GORGS
terça-feira, 13 de outubro de 2026
DOIS "JJ" QUE SUCUMBIRAM
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
AS BRINCADEIRAS MUDARAM
Te bombeando, assim, dormindo,
neste quarto decorado,
fico horas ao teu lado
te acariciando e sorrindo.
Meu neto... Que guri lindo!
Passou o tempo soi viejo
foi num upa, num lampejo
mas se a idade me golpeia
meu sangue corre em tuas veias
e ao te olhar me revejo.
Somos de infâncias distintas,
fui um piá interiorano
criado meio haragano
sem adereços, sem tinta.
Trazia presos na cinta.
um revolver de madeira
e um punhal de taquareira
que eu mesmo falquejei.
Estas eram minhas "leis"
nas rusgas de brincadeira.
Eu tinha gado de osso,
carro de lomba, tampinhas,
trem de latas de sardinhas
e um bodoque no pescoço.
Um petiço pra ir no poço
buscar água em duas pipas.
Mas que infância bendita,
que vida, que tempo nobre.
Se de patacas foi pobre
de liberdade foi rica.
Hoje a infância das crianças
cruza os céus sem bater asas
porque sem sair das casas
andejam de toda trança.
É que lhes veio esta herança
da internet e seus favores.
O mundo, com suas cores,
se vem pra dentro do lar
no botão de um celular,
ou pelos computadores.
Não que isto esteja errado,
ao contrário, acho bonito,
copiar, colar um escrito,
games, jogos e outros legados.
No dedilhar de um teclado
de tudo se tem noção.
Mas falta o aperto de mão,
o conversar com as pessoas,
o banhar-se nas lagoas,
os pés nus roçando o chão.
Cada infância tem seu tempo,
cada vida a sua história...
Feliz quem traz na memória
belos e ternos momentos.
Não maldigo nem lamento
comparo por comparar...
Outra era, outro lugar,
outras maneiras de afeto,
só te desejo, meu neto,
que não deixes de sonhar.
O que me dói de verdade,
ao se falar de infância,
é a humana ignorância
de quem castra a liberdade.
É a escravidão, a maldade,
a exploração em segredo,
os orfanatos, o medo,
a pobreza por destino,
a turba de pequeninos
que não conhecem brinquedo.
Infância... tinha que ser
rodeada de coisas boas,
verões de sol e garoa,
sem certezas, só viver.
A infância é um bem querer
que não devia ter fim.
Ao me ver sisudo assim
pergunto as minhas lembranças
aonde andará a criança
REPONTANDO DATAS / 12 DE OUTUBRO
Iniciou sua carreira no rádio em 1952, convidado pelo Poeta Lauro Rodrigues, para fazer parte do Programa “Campereadas”, programa este apresentado na Rádio Gaúcha.
Logo após nesta mesma emissora passou a produzir e apresentar inúmeros programas, onde cantava, fazia músicas e se acompanhava ao violão.
Em l954 fez a canção “Piazito Carreteiro”, música de grande repercussão na época, pois trazia uma nova maneira para interpretar a música regional gauchesca.
Em 1956, ganhou o prêmio de melhor compositor, em concurso realizado pela Zero Hora.
Em 1957, indicado por Darcy Fagundes, com quem formaria a mais famosa dupla de apresentadores, foi contratado pela Rádio Farroupilha, para que juntos apresentassem o Grande Rodeio Coringa, trabalharam 15 anos juntos.
Luiz Menezes apresentou juntamente com Darcy, o primeiro programa gauchesco de Televisão na antiga TV Piratini. O programa chamava-se “Querência”.
Em 1967, a sua música mais famosa “Piazito Carreteiro” foi escolhida para fazer parte de uma coletânea de músicas de autores brasileiros, na França, no LP “Bresil”. O Direito autoral desse disco, foi para os órfãos da II Grande Guerra. O “Piazito” foi representando o Rio Grande do Sul.
Em 1968, gravou, juntamente com Darcy, seu primeiro LP: Tropa Amarga.
Quase todos os conjuntos e cantores do Rio Grande e alguns de outros estados, gravaram músicas de Luiz Menezes, com destaque para “Última Lembrança” que já recebeu sua 42ª gravação com diferentes cantores e conjuntos.
Trabalhou nas seguintes rádios e televisões de Porto Alegre:
Rádio Gaúcha, onde iniciou, Rádio Farroupilha, Rádio Difusora e nas Televisões: Piratini e Bandeirante, com várias participações na TV Gaúcha.
Gravou 4 LP’s e 1 CD, participando de vários outros. No total são mais de 100 músicas gravadas por ele e por outros conjuntos e cantores, e que ficarão eternizadas no coração de cada gaúcho.
Orgulhava-se de ter introduzido a milonga no repertório gauchesco. A primeira milonga gravada com letra em português intitula-se "Milonga de Contrabando".
Do governo do Estado recebeu a medalha Negrinho do Patoreio, a maior distinção oferecida. Da Câmara de vereadores de Porto Alegre recebeu a Comenda "Glaucus Saraiva" entre outras tantas. Foi homenageado especial da Semana Farroupilha de 2005,espécie de Patrono do evento.
Este foi Luiz Alberto Menezes, poeta gaúcho que enriqueceu nossa cultura como pouco o fizeram.
domingo, 11 de outubro de 2026
ENTÃO TÁ. EMPATAMOS!
sábado, 10 de outubro de 2026
GANHEI DO MANO LIMA
O grande cantor Mano Lima é reconhecido pela autenticidade não só de seus trabalhos musicais mas também pelo seu modo de ser. Sou seu fã.
Contudo, acho que nesta chapa que tiraram de mim passeando no meu patinete lá por São Chico de Paula e que viralizou na internet, eu ganhei dele.
O meu retrato foi utilizado nesta montagem do site Gaúcho e Xucro.
O pessoal sempre arranja tempo para uma chacota kkkkk
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
PINTORES DE TEMÁTICA GAUCHESCA
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
NOSTALGIA NÃO TEM DIA
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
A TRADIÇÃO NÃO DÁ PALANQUE
Muitos amigos e amigas que acompanham nosso blog (que eu prefiro chamar de Chasqueiro Eletrônico) me questionam por que não faço referência as eleições recentemente findas. Querem saber minha opinião sobre muitos candidatos, principalmente daqueles ligados a cultura regional gaúcha.
Quero deixar registrado que, como todo cidadão tenho minhas preferências políticas embora não seja atrelado a exigências partidárias. Voto na pessoa que, se for do meu vínculo político, melhor (sou filiado ao MDB há mais de meio século e tive a honra de ter minha ficha abonada por dois ilustres políticos do naipe que hoje não se vê mais, ou seja, Paulo Brossard e Pedro Simon. Por este partido fui candidato a vice-prefeito de São Francisco de Paula).
Quanto as recentes eleições deixo claro que sinto muito não termos mais representantes das tradições gaúchas na Assembleia. E isto se deve por que tradicionalista não vota em tradicionalista. Com a rara exceção de Luiz Marenco (que agora não se reelegeu) estamos há muito tempo acéfalos neste segmento.
Tivemos exemplos de diversos candidatos que tinham ligação exclusivamente com nossa cultura e não se elegeram sendo os mais clássicos deles os apresentadores Antônio Augusto Fagundes e Vilmar Romera que, embora com a Televisão no costado, não obtiveram sucesso.
Agora temos deputados eleitos com gosto pela tradição como é o caso de Eduardo Loureiro, Santini, Pompeu de Matos e outros, mas nenhum deles tem sua vida ligada exclusivamente a divulgar os costumes do Rio Grande do Sul.
É triste mas é verdade: A tradição Gaúcha não dá palanque a ninguém.
terça-feira, 6 de outubro de 2026
REPONTANDO DATAS / 06 DE OUT
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
BENTO MANOEL RIBEIRO
NÃO FOI O ÚNICO VIRA-CASACAS
Ontem, 04 de outubro, envolvido com os resultados das urnas, deixamos de postar nosso tradicional Repontando Datas, o que fazemos agora com um complemento.
Na data do dia 04 de outubro, no ano de 1836, Bento Gonçalves foi derrotado na Ilha do Fanfa (Guerra dos Farrapos). Na ocasião morreu Cabo Rocha, o primeiro soldado Republicano a entrar em Porto Alegre no dia 19 de setembro de 1835, o mesmo que combateu e feriu o Visconde de Camamu, da guarda imperial, no combate da ponte da Azenha.
Na Ilha do Fanfa quem derrotou Bento Gonçalves foi Bento Manoel Ribeiro, o "melancia" da guerra, ou seja, verde por fora e vermelho por dentro, pois trocou quatro vezes de lado na revolução.
Mas com certeza não foi o único vira-casacas.
Por gostar muito da história e pesquisar sobre a revolução, fiquei sabendo que no cemitério municipal de São Francisco de Paula foi descoberta uma lápide solta que provavelmente tenha sido de um revolucionário.
Bingo.
Segundo estudos o "proprietário" de tal lápide é José Ignácio da Silva Ourives (1806-1880) chefe político e militar imperial durante a Guerra dos Farrapos que, posteriormente, consolidou sua influência local como coronel e comandante superior da Guarda Nacional.
Durante o conflito (1835-1845) ele operou como major das forças imperiais na região de Santo Antônio da Patrulha.
Segundo relatos da época Ourives teria começado na revolução ao lado dos rebeldes farroupilhas mas, em função de sua violência e caráter, teria sido expulso das forças republicanas aonde regimentou alguns parceiros de mesmo naipe e alinhou-se ao império.
Portando, Bento Manoel Ribeiro não teria sido o único "melancia" deste período histórico.
domingo, 4 de outubro de 2026
sábado, 3 de outubro de 2026
DO SAUDOSO LAURO RODRIGUES:
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
RINCÃO DOS TOUROS
Patrimônio Cultural Imaterial de Bagé
































