COPA, AGORA, SÓ A DO C.T.G.
COPA, AGORA, SÓ A DO C.T.G.
PERDI MAIS DO QUE A SELEÇÃO
Desconheço sua autoria, mas eu sempre trouxe um pensamento comigo que é o seguinte: Não me acharei velho enquanto eu tiver a capacidade de indignar-me.
Pois ontem, após a derrota da seleção brasileira, a tristeza foi mais forte do que a raiva. Não pelo Brasil ter perdido, mas porque o resultado não me abateu.
Essa constatação, sim, me deixou triste.
Para onde foi meu antigo apego a este gigante chamado Brasil?
O que estará acontecendo comigo?
Serei eu o responsável por tal sentimento de indiferença?
Não. Eu não sou o culpado! Apenas constato, ao passar dos tempos, que vivemos de sonhos, de mentiras, de nos "acharmos", de ilusões políticas, carnavalescas e futebolísticas.
Nossa pátria continua deitada eternamente em berço esplêndido e penso que esta letargia me contaminou.
E talvez tenha contaminado, também, o recém chegado treinador do outrora pujante escrete canarinho.
Acho que, agora, bati nos portais da velhice pois, realmente, perdi a capacidade de indignar-me.
COPA DO MUNDO É PARA OS FRACOS
BAH! QUE PROGRAMA DE FUNDAMENTO!
REPONTANDO DATAS - 03 DE JULHO
Sabe-se
que quando estourou a revolução farroupilha muitas cidades aderiram ao
movimento logo em seguida. Embora Cachoeira do Sul tenha sido uma das primeiras
cidades a se posicionar a favor dos republicanos logo que eclodiu a revolução,
inclusive com os líderes regionais como Antônio Vicente da Fontoura, Gaspar
Francisco Gonçalves e Manduca Carvalho, comandarem tropas a Rio Pardo para
garantir a posse do governador indicado pela Revolucionários, foi no dia 03 de
julho do ano de 1838 que foi instalado oficialmente na Câmara Municipal de
Cachoeira a adesão ao Regime Farroupilha.
Os cachoeirenses viveram momentos de festa. Um ano
depois a cidade foi atacada pelas tropas
imperiais de Bento Manoel Ribeiro, o grande vira-casacas da revolução, mas
Antônio Vicente da Fontoura, então chefe de polícia da Vila de Rio Pardo e
Cachoeira, resistia continuou garantindo a realização das sessões republicanas
na câmara.
Isto durou até 1840 quando no dia 1 de maio foi
realizada a última sessão sob o regime farroupilha quando, então, a brigada
legalista de Antônio de Medeiros Costa restabeleceu o regime monárquico na
vila.
Em 11 de junho, a Câmara Municipal reconhecia Pedro
II como imperador do Brasil.
REPONTANDO DATAS
Ontem estávamos mais faceiros que lambari de sanga com o grande número de acessos em nosso blog que acabamos deixando passar batido, no quadro Repontando Datas, a morte do general farroupilha Antônio de Souza Netto, o proclamador da República Rio-grandense.
Pedindo desculpas aos nossos leitores por esta falha, mesmo atrasados, fazemos as devidas reverências a este que foi um dos maiores heróis deste decênio épico que foi a Guerra dos Farrapos.
Entusiasmado pela estrondosa vitória na Batalha do Seival, Antonio de Sousa Neto, no dia seguinte, proclamou a República Rio-grandense. Aquilo que era uma revolução, isto é, de uma província contra seu império, tornou-se uma guerra, de uma nação independente contra outra nação. O Rio Grande do Sul, a partir daquele ato, não estaria mais subjugado.
As seguintes palavras, escritas pelo coronel Antonio de Sousa Neto foram proferidas pelo coronel Joaquim Pedro Soares, como “ordem do dia”.
“Bravos companheiros da 1ª Brigada de Cavalaria!
Ontem obtivestes o mais completo triunfo sobre os escravos da Corte do Rio de Janeiro, a qual, invejosa das vantagens locais de nossa província, faz derramar sem piedade o sangue de nossos compatriotas, para deste modo fazê-la presa de suas vistas ambiciosas. Miseráveis! Todas as vezes que seus vis satélites se têm apresentado diante das forças livres, têm sucumbido, sem que este fatal desengano os faça desistir de seus planos infernais.São sem número as injustiças feitas pelo Governo. Seu despotismo é o mais atroz. E sofreremos calados tanta infâmia? Não, nossos companheiros, os rio-grandenses, estão dispostos, como nós, a não sofrer por mais tempo a prepotência de um governo tirânico, arbitrário e cruel, como o atual. Em todos os ângulos da província não soa outro eco que o de independência, república, liberdade ou morte. Este eco, majestoso, que tão constantemente repetis, como uma parte deste solo de homens livres, me faz declarar que proclamemos a nossa independência provincial, para o que nos dão bastante direito nossos trabalhos pela liberdade, e o triunfo que ontem obtivemos, sobre esses miseráveis escravos do poder absoluto. Camaradas! Nós que compomos a 1ª Brigada do Exército Liberal, devemos ser os primeiros a proclamar, como proclamamos, a independência desta província, a qual fica desligada das demais do Império, e forma um estado livre e independente, com o título de República Rio-grandense, e cujo manifesto às nações civilizadas se fará competentemente.
Campo dos Menezes, 11 de setembro de 1836 – Antônio de Sousa Neto, coronel-comandante da 1ª brigada.”
Então Neto, agora aclamado General, toma a palavra e proclama a República:
“Camaradas! Gritemos pela primeira vez: viva a República Rio-grandense! Viva a independência! Viva o exército republicano rio-grandense!”
MUITO ALÉM DO QUE SONHAMOS
RONCO DO BUGIO - 40 ANOS
Tudo
começou naquela noite fria sob as lonas de um velho circo estaqueado no campo
do Clube Atlético Serrano em São Francisco de Paula. O ano era 1986 e a ideia
era preservar o único gênero musical do Rio Grande do Sul, ou seja, o bugio,
além de chamar a atenção para a quase extinção do primata em nossas matas.
Quarenta anos se passaram e uma identidade
cultural consolidou-se nestas "Bodas de Esmeralda" entre a exuberante
cidade serrana e um dos festivais mais autênticos do Estado.
Grandes artistas, histórias pitorescas,
shows deslumbrantes, músicas que se tornaram clássicos ajudaram no
reconhecimento deste toque genuíno como Patrimônio Cultural Imaterial de nosso
Estado.
Em agosto todos estão convidados para
subirem até a Suíça Rio-grandense, comemorar mais uma edição deste evento único
em suas características e conviver com o povo serrano, guardiões do gênero
musical Bugio.
E ATENÇÃO: O prazo de inscrições finda
neste domingo, 05 de julho. O regulamento do evento pode ser obtido no site da
prefeitura.
SANTIAGO É UM VISIONÁRIO
REPONTANDO DATAS - 29 DE JUNHO
DIA DE SÃO PEDRO
Em 29 de junho do ano de 1860 nasce,
Em 29 de junho do ano de 1905 nasce,
Em 29 de junho de 1906 nasce, em Imaruí, SC, Pedro Raymundo, compositor, cantor e instrumentista, filho do pescador e sanfoneiro João Felisberto Raimundo. Pedro Raymundo foi um dos precursores da música regionalista do Rio Grande do Sul e serviu de exemplo a dezenas de artistas gaúchos como, por exemplo, os Irmãos Bertussi.
Em 29 de junho do ano de 1942 nasce, em Pontão de Santa Maria, São Luiz Gonzaga, o cantor e compositor Pedro Ortaça, recentemente falecido, considerado, ao lado de Jayme Caetano Braun, Cenair Maicá e Noel Guarany, um dos Troncos Missioneiros.
Em 29 de junho do
ano de 1957 é fundada a Estância da Poesia Crioula, entidade literária com sede
em Porto Alegre que congrega os vates tradicionalistas do Rio Grande do Sul.
POR QUE SÃO PEDRO FOI ESCOLHIDO
PADROEIRO DO RIO GRANDE DO SUL
O seu nome verdadeiro e original era Simão, que aparece às vezes como Simeão. Ele era o filho de Jonas (Johannes) e nasceu em Betsaida, uma cidade ao lado do Lago de Genesaré, posição de que não pode ser estabelecida com certeza, mas que normalmente se diz que fica no extremo norte do lago.
O Apóstolo André era seu irmão, e o apóstolo Filipe veio da mesma cidade. Simão Pedro se estabeleceu em Cafarnaum, onde vivia com sua sogra.
Pedro estava lavando as redes com Tiago e João porque a pesca não tinha sido boa. Depois da pregação, Jesus disse a ele para sair novamente com o barco. Mesmo descrente, Pedro concordou e quando retornou as redes estavam cheias. Jesus então disse a ele que se tornaria "pescador de homens". Chamou-o de Pedro: "E eu te digo: tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja".
Depois de convertido, desempenhou um papel importante entre os apóstolos e testemunhou muitos dos milagres de Jesus. Durante o processo que culminaria na crucificação de Jesus, Pedro chegou a negar conhecê-lo, o que é tido como um ato de fraqueza, mas foi a ele que Jesus primeiro apareceu depois de ressuscitado.
Após a Ressureição e Ascensão de Cristo, escolheu Matias para substituir Judas Iscariotes, fez o seu primeiro sermão no Dia de Pentecostes e iniciou sua peregrinação a Antioquia e Síria. Em Jerusalém encontrou-se com Paulo de Tarso e foi preso por ordem do rei Herodes Agripa I. Enviado a Roma, onde fundou uma comunidade cristã, da qual foi bispo. Por ser o primeiro bispo de Roma é considerado o primeiro papa.
Foi condenado à morte pelo imperador Nero, assim como Paulo, mas, não tendo a cidadania romana como este, foi crucificado. Segundo a tradição, de cabeça para baixo, por não se julgar digno de morrer como Jesus Cristo. Provavelmente isso ocorreu entre 64 e 67 d.C. Seu túmulo se encontra na catedral de São Pedro, no Vaticano.
ORIGEM DA ESCOLHA COMO PADROEIRO DO RS
Há incontáveis autores que pesquisaram e relataram sobre a história de ocupação do Rio Grande do Sul, mas poucos se detiveram em detalhes, pormenores, tais como, porque São Pedro foi escolhido o padroeiro do Estado.
“Em 1531, uma frota foi confiada a Martin Afonso de Souza, que tinha como objetivo expulsar os corsários franceses da Costa brasileira, além de ir até o sul do estuário do Rio da Prata e fundar um ou mais núcleos de povoamento. A navegação foi feita próxima da Costa, permitindo observações que resultariam na descoberta de vários acidentes geográficos, entre os quais, a barra por onde o caudal da Lagoa dos Patos é despejado no Oceano Atlântico.
Era o dia em que o calendário eclesiástico recorda a Cátedra de Pedro, que partindo de Antioquia, chegara a Roma para iniciar, no poderoso Império, a pregação do Cristianismo. A data inspirou o topônimo equivocado: Rio de São Pedro.
Posteriormente, para diferenciar de outro rio, que levava o mesmo nome do padroeiro, passou a ser chamado de Rio Grande de São Pedro, devido a sua grande dimensão”.
Em relação ao Continente de São Pedro, hoje, Rio Grande do Sul. “Não se sabe até hoje quem deu o nome de São Pedro ao seu único porto de mar
“Alguns atribuem a descoberta do atual canal do Rio Grande ao próprio Martin Afonso de Souza; outros aos tripulantes da caravela Santa Maria e em homenagem a Pero Lopes de Souza colocaram o nome de São Pedro (segundo comandante da Frotilha e irmão do Martin Afonso de Souza).
“Historiadores modernos atribuem a Martin Afonso de Souza o nome dado à Barra do Rio Grande como Rio de São Pedro, uma vez que assim consta nos registros do cartógrafo Português Gaspar Viegas que realizou o famoso mapa em 1534 baseado nos informes dos irmãos Souza (Martin e Pero), no qual aquela denominação é pela primeira vez empregada em cartografia quinhentista (época de 1500)”.
Como podemos observar há algumas opiniões diversas neste caso, mas não se pode afirmar que seja uma ou outra. As que parecem ter mais coerência são as de ter sido uma homenagem aos irmãos Souza, Martin e Pero, uma vez que se atribui a eles a descoberta do continente de São Pedro e o fato de que essa descoberta se deu no dia que o calendário eclesiástico recorda a Cátedra de São Pedro.
O QUE SERIA "ARREAR" UM CARGUEIRO?
Se trata de um festival nativista de música regional gaúcha, sendo as eliminatórias realizadas nos municípios de Lajeado (Vale do Taquari), Gramado (Serra), São Leopoldo (Vale dos Sinos), Canoas (Região Metropolitana), Sapucaia (Região Metropolitana) e, a grande final em Porto Alegre (capital do RS). Estas cidades, de alguma forma ou de outra, foram afetadas pelas enchentes de 2024.
O festival terá em cada cidade seis (6) canções regionais (pertencentes a região) e seis (6) canções estaduais (geral); Serão premiadas as primeiras colocadas nas duas (2) categorias e o melhor tema ecológico, tendo estes participação garantida na grande final.
Cada
eliminatória terá três (3) apresentações musicais abertura (1) e encerramento
(2). A final contará com quinze (15) músicas e dois (2) shows. O Festival da
Virada – Depois das Águas terá entrada franca e tem a intenção de atingir
diretamente a mais de 500 pessoas (músicos e técnicos). Com acessibilidade
irrestrita, pretende elevar a autoestima do povo gaúcho com o que tem de mais
precioso, sua arte!
MÚSICAS SELECIONADAS NA TRIAGEM
Etapa Gramado: 08 de julho
Sociedade Recreio Gramadense
E A VACA SE FOI PRO BREJO
(COM SOGA E TUDO)
A cultura regional gaúcha está, a cada dia, se afastando de seus valores. E isto não vem de agora.
E as entidades que deveriam primar pelo resguardo da autenticidade ficam só olhando, olhando, olhando, olhando, olhando, olhando...... Até que tudo de bom que foi construído desapareça.
NAQUELES TEMPOS... SIM, NAQUELES TEMPOS.
O retrato acima é do meu conterrâneo lá das bandas da legendária Aratinga, Juca Farofa. Não me perguntem seu nome pois nunca vi alguém o chamando de forma diferente.
Naquele tempo... sim, naquele tempo a coisa era diferente. O Juca Farofa foi motorista de caminhão e de ônibus sem nunca ter tirado carteira.
Que estampa de gaúcho. Até parece que o Juca com esta encilha de badana e pelego grande, cabresto entre as orelhas da mula (característica de encilhar dos serranos de antigamente), estava partindo para a revolução de 1923. E pela cor do lenço iria pelear ao lado dos Chimangos de Borges de Medeiros.
A chapa permite estas ficções que, se não são científicas, são campeiras uma barbaridade.
Tal como as demais festas pagãs, que adquiriram um sentido religioso, as festas juninas já absorvidas pela Igreja Católica portuguesa chegaram ao Brasil no período colonial. Durante o período da Colônia, a região Nordeste era o “coração” novo território dominado pelos portugueses, pois era onde estavam as capitanias mais produtivas e a sede do governo.
Foi justamente no Nordeste que essas festas juninas se estabeleceram inicialmente, no século 16, de acordo com o texto da universidade cearense. Mas a celebração de São João também ganhou força em terras brasileiras por São João Batista ser um santo cujo apelo é o de trazer “boas notícias” – já que profetizou a vinda de Jesus.
Ao longo do tempo, a tradição de comemorar o São João foi crescendo e se espalhou por todo o país, misturando elementos rurais (como das festas pagãs com fogueiras e alimentos da terra, como o milho), as danças europeias (como a quadrilha, que tem origem francesa) e influências indígenas e africanas, segundo informa um artigo publicado no site da Universidade de São Paulo (USP) intitulado “Festas juninas: origem e celebração”.
Até o batismo, algo muito ligado à São João, é lembrado no banho realizado na festa de sincretismo religioso do Arraial do Banho de São João de Corumbá e Ladário, no Mato Grosso do Sul. Atualmente, algumas festas de São João se tornaram eventos enormes que se arrastam por todo o mês de junho com shows de cantores famosos, competições de quadrilhas, e claro, muita comida típica.
REPONTANDO DATAS - 23 DE JUNHO
Nosso amigo, irmão e leitor Edegar Paiva nos lembra que na data de hoje rememoramos os 31 anos da partida deste plano terreno de um dos maiores poetas gaúchos de todos os tempos, ou seja, Apparício Silva Rillo, que nos deixou no dia 23 de junho do ano de 1995. Contudo, seu brilhante legado permanece entre os declamadores e serve de modelo e inspiração aos vates da nova geração.
Ele era diferenciado.
TESTE SEUS
CONHECIMENTOS SOBRE:
FESTIVAIS NATIVISTAS
Se o leitor acertar de 05
a 06 questões está um pouco informado.
Se o leitor acertar de 07
a 08 questões está bem informado.
Se o leitor acertar de 09
a 10 questões, parabéns. Está muito bem informado.
Se o leitor acertar menos
que 05 questões, estará precisando ler mais sobre nossos festivais.
1. Que música foi a
vencedora da Calhandra de Ouro da 10ª Califórnia da Canção Nativa?
a) ( ) Recuerdos da 28
b) ( ) Pago Perdido
c) ( ) Veterano
d) ( ) O Mangrulho
2. Qual o significado de
Carijo, que dá nome ao festival de Palmeira das Missões?
a) ( ) Local aonde
sacam-se as folhas da erva mate
b) ( ) Galinhas ou aves
com plumagem salpicada de preto e branco
c) ( ) Povo indígena que
habitava o litoral sul
d) ( ) Estampa de lenço
de uso autorizado pelo MTG
3. Que cantor nativista
começou sua carreira como puxador de samba-enredo?
a) ( ) João de Almeida
Neto
b) ( ) Elton Saldanha
c) ( ) Rui Biriva
d) ( ) Casar Passarinho
4. Quem são os autores da
canção “Terra Vermelha” vencedora da 17ª edição do Canto Missioneiro da Música
Nativa de Santo Ângelo no ano de 2026?
a) ( ) Nenito Sarturi,
Sergio Rosa e Miguel Marques.
b) ( ) Rômulo Chaves,
Jean Kirchoff e Luciano Rodrigues
c) ( ) Rodrigo Bauer,
Joca Martins e Carlos De Césaro
d) ( ) Vaine Darde e João
Sampaio
5. Qual intérprete
defendeu a música Cabo Toco no festival Vigília do Canto Gaúcho?
a) ( ) Loma Pereira
b) ( ) Juliana Spanevello
c) ( ) Fátima Gimenez
d) ( ) Analise Severo
6. O primeiro Ronco do
Bugio, festival genuíno de São Francisco de Paula, aconteceu pela primeira vez:
a) ( ) No CTG Rodeio
Serrano
b) ( ) Num campo de
futebol
c) ( ) No ginásio
municipal.
d) ( ) Na “Balança”
(Parque de Exposições)
7. Que festival a música
Milonga Abaixo de Mau Tempo, interpretada por José Claudio Machado, saiu-se
vencedora?
a) ( ) Tafona, de Osório.
b) ( ) Moenda, de Santo
Antônio da Patrulha.
c) ( ) Reculuta, de
Guaiba.
d) ( ) Nenhuma resposta
correta
8. Qual o significado da
palavra Guyanuba (tupi-guarani) que deu nome ao festival de Sapucaia do Sul?
a) ( ) Voz do vento.
b) ( ) Clareira no meio
da mata.
c) ( ) Reunião de
caciques.
d) ( ) India bonita.
9. O que significa
“triagem” num festival.
a) ( ) Seleção de
concorrentes que tenham o perfil do evento.
b) ( ) Seleção de
concorrentes que cumpram o regulamento.
c) ( ) Seleção de
concorrentes mais conhecidos.
d) ( ) Seleção de
concorrentes que subirão ao palco.
10. Em que ano aconteceu
o primeiro festival da Barranca, evento costeiro que acontece na Semana Santa,
em São Borja, organizado pelo Grupo Amador de Arte Os Angueras?
a) ( ) 1970
b) ( ) 1971
c) ( ) 1972
d) ( ) 1973
Respostas:
1c. 2a. 3d. 4b. 5c. 6b. 7d. 8b. 9d. 10c