sábado, 30 de maio de 2026
sexta-feira, 29 de maio de 2026
mais um Tronco se aproxima
e o Braun faz uma rima:
- Vá se chegando pra cá!
O Noel e o Maicá,
e o próprio Jayme Caetano,
já caseriando por anos
nesta querência lindaça
recebem o Pedro Ortaça,
pra versejar noutro plano.
quinta-feira, 28 de maio de 2026
CHARQUEADAS
da opulência às revoluções
O gado foi a base da economia gaúcha durante um longo período da história do Rio Grande. Introduzido pelos jesuítas, atraiu os tropeiros que vinham de São Paulo e Minas para buscar gado e levá-lo para aquelas províncias. Serviu, também, de esteio para a fixação de habitantes, na medida em que permitiu uma atividade econômica para os estancieiros que aqui se fixaram.
Essa base seria ainda mais consolidada com o surgimento das charqueadas. Elas iriam produzir o charque, um produto que era a base da alimentação de escravos em todo o Brasil. E, com essa produção, trariam riqueza à região de Pelotas, que se tornou uma espécie de "capital cultural" do Estado.
As charqueadas começaram a surgir na região de Pelotas em torno de 1780. Anteriormente, o charque já era produzido no sul do continente, mas de maneira artesanal e em pequena escala. No entanto, uma série de secas sucessivas no Nordeste, onde estava concentrada a maior produção de charque do país, criou uma oportunidade para o produto gaúcho. E o charque começou a ser produzido em maior escala.
Opulência
A partir desse momento, a produção de charque se tornou o centro da vida econômica da região de Pelotas. As charqueadas estavam situadas ao longo de rios que facilitavam o transporte para o porto de Rio Grande - de onde o charque seguia para o Rio e outros portos brasileiros. Com o dinheiro gerado por elas, Pelotas se transformou. Essa renda permitiu que surgisse um grupo de famílias ricas e que cultivavam hábitos sofisticados.
Em 1835, Wolfhang Harnish descrevia a cidade de Pelotas como um local de opulência extrema: "... já funcionam 35 charqueadas nos arredores da cidade... A riqueza que trazem é fantástica... Esses milionários pelotenses bem que poderiam ter vivido no Rio ou em Nice ou ainda em Paris, poderiam ter concorrido com os fidalgos russos no luxo e na dissipação de Monte Carlo".
Miséria
A contraparte dessa opulência eram as próprias charqueadas, onde os enormes grupos de escravos eram submetidos a um trabalho exaustivo. E, como estavam reunidos em grupos muito grandes, os senhores adotavam a política de extrema intimidação para mantê-los obedientes. As charqueadas eram verdadeiros "estabelecimentos penitenciários", como bem as descreveu o francês Nicolau Dreyf, no livro "Notícia Descritiva da Provincia de São Pedro do Rio Grande do Sul".
Parte desse tratamento brutal dado aos escravos se devia ao interesse econômico: quanto mais produzissem, mais seus donos lucravam. Outra parte, entretanto, vinha do medo: com uma enorme população escrava, Pelotas era, potencialmente, um foco de rebeliões. Por isso, ao menor sinal de revolta eram tomadas providências drásticas. Para que se tenha uma idéia do tamanho da população escrava de Pelotas: existiam ali, em 1833, 5.169 escravos, 3.555 homens livres e 1.136 libertos.
Não obstante a violência e os métodos relativamente primitivos usados pelas charqueadas da região de Pelotas, elas foram capazes de sobreviver e gerar lucros consideráveis até o final do escravismo. A partir de então, enfrentaram dificuldades cada vez maiores e terminaram por se extinguir.
A Charqueada Santa Rita no Caminho Farroupilha
Às margens do Arroio Pelotas e do Canal São Gonçalo, Pelotas possui um dos mais ricos patrimônios arquitetônicos dos primeiros anos do século XIX, resultado direto da riqueza que a indústria do charque trouxe para a região.
Exatamente por esta riqueza e desenvolvimento comercial, ameaçado pela política do Império brasileiro, que aumentou os impostos sobre as charqueadas e outros produtos da economia rural, é que a cidade teve grande importância na Revolução Farroupilha. Os proprietários das charqueadas aliaram-se aos fazendeiros e lideraram o movimento rebelde.
Uma das maiores batalhas em Pelotas aconteceu em 24 de fevereiro de 1838, quando a tropa Farroupilha atacou os Imperiais no canal São Gonçalo, na tentativa de tomar a região de Pelotas e Rio Grande. A passagem do canal São Gonçalo era de fundamental importância, pela sua rápida ligação com o mar. Entretanto, as canhoneiras imperiais foram para o meio do canal, onde ficavam fora do alcance dos tiros. Bem posicionados, abriram fogo. O bombardeio durou quase 4 horas, do meio da tarde até o anoitecer. Com muitas perdas os Farrapos recuaram.
A cidade permaneceu fiel ao Império, embora tenha sido invadida pelos farroupilhas duas vezes. Mas de seu comércio e de sua sociedade saíram homens e dinheiro para engrossar e sustentar as tropas do General Bento Gonçalves.
Domingos José de Almeida, charqueador, intelectual, e homem de negócios pelotense foi o principal ideólogo do movimento revolucionário. Após a proclamação da República Rio-grandense foi seu ministro da Fazenda. Mineiro, nascido em 1797, veio ao Rio grande do Sul em 1819 para reunir tropas de mulas e levá-las até Sorocaba, mas acabou se estabelecendo em Pelotas. Empresário bem sucedido, além de dono de uma companhia de navegação com veleiros que transportavam produtos para as províncias do norte, tornou-se o mais próspero entre os charqueadores.
Sua charqueada era considerada um modelo de organização. Culto, sua biblioteca era a mais completa do Rio Grande do Sul. Lia livros originais em francês e inglês. Também guerreiro de coragem, ascendeu de major a coronel da Guarda Nacional. Quando a guerra estava sendo preparada, era Deputado da primeira Assembléia Provincial.
Foi, junto com Pedro Boticário, um dos mais intransigentes na deposição de Fernandes Braga e na tentativa de impedir a posse de José de Araújo Ribeiro. Ainda, foi um dos que convenceu Antônio de Souza Netto a proclamar a República, em 11 de setembro de 1836. Junto com Gomes Jardim, assinou um decreto que criou a bandeira oficial Farroupilha. Em 1838 se empenha na compra de uma tipografia, colocando o jornalista italiano, Luigi Rosseti, como editor de "O Povo".
Também da riqueza de Domingos José de Almeida e da sua senzala, onde moravam centenas de escravos, nasceu um dos corpos de combatentes mais destacados da Revolução Farroupilha, os "Lanceiros Negros", que foram liderados pelo coronel Teixeira Nunes.
Domingos José de Almeida era casado com Bernardina Barcellos de Lima, filha de Bernardino Rodrigues Barcellos, que por sua vez era irmão de Inácio Rodrigues Barcellos (proprietário da Charqueada Santa Rita), e de Cipriano, Boaventura e Luís Rodrigues Barcellos.
A família Rodrigues Barcellos foi proprietária do maior número de charqueadas situadas às margens do Arroio Pelotas. Farroupilhas convictos, em novembro de 1835, os irmãos Barcellos chegaram a oferecer um baile no solar de Boaventura, no centro de Pelotas, uma semana após o desembarque de José de Araújo Ribeiro (que estava para ser nomeado presidente da Província Rio-grandense, nomeado pelo Padre Diogo Feijó) com o intuito de facilitar o entendimento inicial entre o líder dos Farrapos, General Bento Gonçalves, e o novo presidente. Apesar da iniciativa dos irmãos Barcellos, os líderes não se entenderam, e o resultado mostrou-se bastante sangrento.
Hoje, ao visitar as antigas charqueadas de Pelotas e caminhar pelas ruas do centro da cidade, entre os prédios da época, não é difícil imaginar que naqueles sobrados, naquelas salas, os prósperos homens do comércio e do campo se reuniam para conspirar nos primeiros anos da década de 1830.
quarta-feira, 27 de maio de 2026
SEM MUDAR O VELHO TRANCO
terça-feira, 26 de maio de 2026
O LOBISOMEM NO FOLCLORE GAÚCHO
Viramos o século e aqui pelo Rio Grande do Sul se acredita em Lobisomem. Tal mito é basicamente a crença que determinados homens podem se transformar em um monstro meio lobo meio homem.
Já na Grécia clássica se conhecia o Licantropo, literalmente lobo-homem. Deve-se aos gregos a expressão licantropia, usada para designar o fenômeno. Na Roma dos Césares, era o Versipélio, o Lobisomem latino.
O mito no Rio Grande do Sul sustenta que o sétimo filho homem de uma família será fatalmente Lobisomem - a menos que seja batizado pelo irmão mais velho. Há, também, uma forma folclórica de se transmitir o fado: quando um velho que é Lobisomem sente que ai morrer, ele fica sofrendo muito a alguém mais moço. E não consegue morrer antes disso. Se tem algum guri ou moço por perto ele simplesmente pergunta: "Tu queres?". O ingênuo normalmente acredita tratar-se de algum presente e responde: "Sim". Aí o velho morre feliz porque transmitiu o fado.
O homem que tem o fado de Lobisomem é sempre de raça branca, pelo duro (ou seja, não há Lobisomem negro, alemão ou gringo), magro, de olhos no fundo, dentes salientes e cara de cor amarelada, muito pálido. Quase sempre mora sozinho. Mais raramente vive com a mãe, uma velha muito estranha. Mais raramente ainda é casado e a mulher ignora o fato.
Mora sempre em um rancho o mais isolado possível, obrigatoriamente com um galinheiro nos fundos.
O fado do Lobisomem é uma cruz que ele carrega. Não fazendo mal a ninguém, ele é mais uma vítima do que um carrasco. Se é atacado, reage. E morde cachorros e até pessoas, mas se puder evitar isso ele evita. O lobisomem tem que cumprir o seu fado , que é correr nas sextas-feiras de lua cheia, da meia noite ao clarear do dia.
À meia-noite ele se rebolca no sujo das galinhas, rolando no chão e se transforma. Quando vai amanhecer ele retorna ao galinheiro, se rebolca novamente e volta a ser gente.
Durante sua ronda fatídica, se ele é ferido por arma branca, transforma-se e aí, já como homem, mostra o mesmo ferimento no mesmo lugar em que, como monstro, foi ferido. Se alguém atira sal nele enquanto Lobisomem, no outro dia, como homem, ele virá a casa da pessoa que atirou o sal, devolvendo um punhado, como se tivesse recebido por empréstimo.
Em cada cidade gaúcha correm histórias envolvendo o velho mito do Lobisomem. Cuidem-se, portanto.
Do livro Mitos e Lendas do Sul - Antônio Augusto Fagundes
segunda-feira, 25 de maio de 2026
A ingratidão, meu rapaz,
mando pra longe e te digo:
- Se algo me tira a paz
não merece andar comigo!
Uma boa semana a todos.
REPONTANDO DATAS - 25 DE MAIO
domingo, 24 de maio de 2026
TRADICIONALISMO TEM NOVO PRENDADO
Aconteceu neste final de semana no CTG Sentinela da Querência, em Erechim, a 55ª Ciranda Cultural de Prendas. Este grandioso evento é uma promoção do Movimento Tradicionalista Gaúcho e visa escolher as prendas que representarão a entidade em suas atividades no próximo ano.
Carregar esta faixa é uma responsabilidade enorme e as candidatas de cada Região Tradicionalista preparam-se para as provas durante longos anos.
Parabéns e sucesso a estas novas representantes:
CATEGORIA ADULTA
1ª Prenda - Luiza Berger Von Ende - DTG Noel Guarany, 13ª RT (Santa Maria)
2ª Prenda - Luiza Tormes - CTG Sangue Nativo, 22ª RT (Parobé)
3ª Prenda - Luisa Tormöhlen - CTG Sentinela do Rio Grande,
20ª RT (Independência)
CATEGORIA JUVENIL
1ª Prenda - Dara Montagna Neto - CTG Mata Nativa, 12ª RT (Canoas)
2ª Prenda - Yasmin Andrade Sauer - Centro Nativista Boitatá, 3ª RT (São Borja)
3ª Prenda - Izabelly Borges Albrecht - CCN Piazito
Carreteiro, 9ª RT (Ijuí)
CATEGORIA MIRIM
1ª Prenda - Julia Fritzen da Silva - CTG Rodeio da Querência, 28ª RT (Frederico Westphalen)
2ª Prenda - Ana Clara Kerber - CTG Cezimbra Jaques, 20ª RT (São Martinho)
3ª Prenda - Sophia Schleder Scapin - GTCN Velha Carreta, 25ª RT (Caxias do Sul)
Com o resultado, Santa Maria sediará a 56ª Ciranda Cultural de Prendas em 2027
31ª TAFONA DA CANÇÃO NATIVA
Com afluência de grande
público nos dias 21, 22 e 23 de maio aconteceu na cidade de Osório, a 31ª
edição da Tafona da Canção Nativa, tradicional festival litorâneo que dá vasa a
musicalidade afro-açoriana. Tradicionalmente
o evento ocorria junto ao Rodeio de Osório mas o novo local (no Largo dos
Estudantes) no centro da cidade mostrou que veio para ficar.
O resultado final
extraído do blog Ronda dos Festivais, de Jairo Reis, foi o seguinte:
Primeiro Lugar: SOU
PRETO, DE MAÇAMBIQUE E QUICUMBI
Gênero:
Batuque/Maçambique
Letra: Carlos Hanh
Melodia: Pedro Guerra
Pimentel
Interpretação: Cláudio
Amaro e Edson Vieira
Pedro Guerra Pimentel:
Violão e Vocal
Kako Xavier: Contrabaixo,
Tambor e Vocal
Marcelo Pimentel:
Percussão
Segundo Lugar: FILHAS DO
VENTO
Gênero: Milonga
Letra: Vaine Darde
Melodia: Charlise
Bandeira/Felipe Goulart
Interpretação: Shana
Muller e Laura Dalmás
Felipe Barreto: Violão
Cristian Sperandir:
Teclados
Charlise Bandeira: Flauta
Terceiro Lugar: AMÁLIA
QUE BENZE
Gênero: Polca
Letra: Su Paz
Melodia: Kauanny Klein
Interpretação: Su Paz e
Kauanny Klein
Carlos Moller: Violão
Joaquim Velho: Gaita
Botoneira
Bruno Coelho: Percussão
Marcello Caminha Filho:
Contrabaixo
Melhor Intérprete: SU PAZ e KAUANNY KLEIN
Música: Amália que Benze
Melhor
Instrumentista: MARCELO PIMENTEL
Música: Sou Preto, de
Maçabique e Quicumbi
Instrumento: Percussão
Melhor Letra: QUARTOS DE
LUA
Autor: Ivan Therra
Melhor Melodia: FILHAS DO
VENTO
Autores: Charlise
Bandeira e Felipe Goulart
Música Mais Popular: BAH 2 !!!
Gênero: Vaneira
Letra: Renato Junior
Melodia: Renato Júnior
Interpretação: Clóvis
"Coquinha" Fortes
Libório: Acordeon
Leandro Freitas:
Contrabaixo
Douglas dos Anjos: Violão
Da Costta: Pandeiro
Coquinha: Violão
sábado, 23 de maio de 2026
ESTÂNCIA NAS MISSÕES
sexta-feira, 22 de maio de 2026
BANDEIRA GAÚCHA NO TOPO DO MUNDO
O alpinista gaúcho Roberto Lucchese, após 15 anos treinando e 40 dias de expedição, no dia 20 de maio realizou um sonho e ruflou o pavilhão rio-grandense nos píncaros do Monte Everest (8.848m) o ponto mais alto da terra.
Assim se manifestou o autor desta grande proeza: "SOMOS pessoas SIMPLES, GAÚCHOS, realizando feitos EXTRAORDINÁRIOS. E não falo só do EVEREST, estou falando do nosso povo, guerreiro, resiliente e batalhador, que faz surgir através dos seus sonhos esse orgulho quase religioso no nosso peito. Esse orgulho de ser gaúchos ninguém nos tira".
quinta-feira, 21 de maio de 2026
O TEMPO PASSA E NADA MUDA
quarta-feira, 20 de maio de 2026
REPONTANDO DATAS / 20 DE MAIO
Neste dia 20 de maio registramos a data de nascimento de Luiz Menezes que, no ano de 1922, deu ôh de casa na cidade de Quarai. Filho de Franklin Menezes e Carlota Carvalho Menezes, foi casado primeiramente com Haydée Pedroso de Menezes de quem viuvou e após com Sonia Menezes.
Iniciou sua carreira no rádio em 1952, convidado pelo Poeta Lauro Rodrigues, para fazer parte do Programa “Campereadas”, programa este apresentado na Rádio Gaúcha.
Logo após nesta mesma emissora passou a produzir e apresentar inúmeros programas, onde cantava, fazia músicas e se acompanhava ao violão.
Em l954 fez a canção “Piazito Carreteiro”, música de grande repercussão na época, pois trazia uma nova maneira para interpretar a música regional gauchesca.
Em 1956, ganhou o prêmio de melhor compositor, em concurso realizado pela Zero Hora.
Em 1957, indicado por Darcy Fagundes, com quem formaria a mais famosa dupla de apresentadores, foi contratado pela Rádio Farroupilha, para que juntos apresentassem o Grande Rodeio Coringa, aonde trabalharam por 15 anos. Também, ao lado de Darcy, Luiz Menezes apresentou o primeiro programa gauchesco de Televisão na antiga TV Piratini. O programa chamava-se “Querência”.
Em 1967, a sua música mais famosa “Piazito Carreteiro” foi escolhida para fazer parte de uma coletânea de músicas de autores brasileiros, na França, no LP “Brasil”. O Direito autoral desse disco, foi para os órfãos da II Grande Guerra. O “Piazito” foi representando o Rio Grande do Sul.
Em 1968, gravou, juntamente com Darcy, seu primeiro LP: Tropa Amarga. Quase todos os conjuntos e cantores do Rio Grande e alguns de outros estados, gravaram músicas de Luiz Menezes, com destaque para “Última Lembrança” que já recebeu sua 42ª gravação com diferentes cantores e conjuntos.
Trabalhou nas seguintes rádios e televisões de Porto Alegre: Rádio Gaúcha, onde iniciou, Rádio Farroupilha, Rádio Difusora e nas Televisões: Piratini e Bandeirante, com várias participações na TV Gaúcha.
Gravou 4 LP’s e 1 CD, participando de vários outros. No total são mais de 100 músicas gravadas por ele e por outros conjuntos e cantores, e que ficarão eternizadas no coração de cada gaúcho.
Orgulhava-se de ter introduzido a milonga no repertório gauchesco. A primeira milonga gravada com letra em português intitula-se "Milonga de Contrabando".
Do governo do Estado recebeu a medalha Negrinho do Pastoreio, a maior distinção oferecida. Da Câmara de vereadores de Porto Alegre recebeu a Comenda "Glaucus Saraiva" entre outras tantas. Foi homenageado especial da Semana Farroupilha de 2005, espécie de Patrono do evento.
Este foi Luiz Alberto Menezes, poeta gaúcho que enriqueceu nossa cultura como poucos o fizeram.
terça-feira, 19 de maio de 2026
CAVALO CARAMELO TERÁ ESTÁTUA
O símbolo de resiliência das enchentes que assolaram nosso Estado há dois anos atrás vai ganhar uma estátua. O cavalo Caramelo terá um monumento em um dos municípios mais afetados pelas cheias. A homenagem será erigida em Estrela, no Vale do Taquari, que teve 70% seu território atingido pela força das águas.
A obra terá a assinatura do escultor pernambucano
Ranilson Viana e deve ficar exibida no Business Park, que fica às
margens da BR-386, na entrada do município. A expectativa é que os trabalhos
durem em torno de 3 meses.
“A enchente foi um
momento muito triste, mas o Caramelo representa um símbolo de resistência e
resiliência. Ele ficou preso lá por quatro dias, mas nos mostrou que, por mais
difícil que uma situação possa parecer, sempre há uma saída”, afirma a prefeita
de Estrela, Carine Schwingel.
A estátua terá quatro metros para representar um metro por dia que o cavalo ficou ilhado. A base será feita como um telhado, à semelhança do local onde ele ficou preso em Canoas, em meio às águas.
segunda-feira, 18 de maio de 2026
domingo, 17 de maio de 2026
MEU PRIMEIRO ÁLBUM DE FIGURINHAS
(COMPLETO)









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